A questão desse dever moral, e até desejo, de querer uma pessoa amada em bom estado, em comparação a vontade de ter sua presença e de ser, assim, feliz, pode ser simplificada na questão : Ser altruísta, ou ser egoísta. Tornaria-se simples, se não fosse uma vontade recíproca, a de estar junto.
É penoso ter de abandonar quem você ama em razão da felicidade dessa pessoa amada quando ela própria, por te amar, descrê dessa felicidade e exige cada vez uma nova negação, quando sua maior vontade era a ingênua aceitação dessas súplicas.
Em algum momento, você se pergunta se não deveria simplesmente viver o sentimento, sem se preocupar com ele. E nesse instante, onde a sua vontade está a te passar a perna, é quando você vem ao EuConfesso, fazer perguntas cujas respostas você já imagina.

