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DIVIDAS

Eu confesso que meu marido não é um mal sujeito, apenas não tem muito jeito com os negócios. Ele é descendente de um desses povos dos quais se costuma dizer que os homens tem pinto pequeno e, de fato, ele tem. Mas não me importo em ter de chupá-lo toda vez que ele tem necessidade. Nem com o fato de que ele não tem como me satisfazer. Mas há uns meses ficamos financeiramente mal e tivemos que recorrer ao seu Flor, um homem de meia idade, gentil, delicado e bondoso, que não se negou a ajudar seu empregado de confiança. Além disso, seu Flor vive insistindo para que eu abandone meu marido e me case com ele, e me faz propostas irrecusáveis. Meu marido até sabe disso, mas tinha a noção de que se seu Flor ficasse sabendo que meu marido sabia das suas cantadas, seu Flor iria ficar com a cara no chão, e meu marido certamente terá de procurar outro emprego
Demos 10 cheques pré-datados, mas, depois de vencida a segunda parcela ainda não havia pagado a primeira. Foi então que meu marido me propôs que eu desse para seu Flor. Fiquei fula da vida, mas depois de muita discussão fui obrigada a concordar com ele.
Ingênuo, meu marido foi ao seu Flor e propôs-lhe o negócio. Ele iria nos devolvendo os cheques na medida em que eu desse prá ele. Não que eu achasse que a troca fosse justa, qualquer prostituta cobraria muito menos. Apenas confiávamos em que ele sendo tarado por mim, não perderia a oportunidade. Não é que o homem aceitou!
No dia marcado ele compareceu lá em casa e durante o jantar ele não tirava os olhos do meu decote. Fomos para o quarto, apenas ele e eu e, marinheira de primeira viagem, eu estava completamente nua por baixo do vestido. Desse modo tirei o vestido puxando-o para que saísse pela cabeça e o homem quase teve um treco a me ver pelada e com a vagina inocentemente coberta por pelos espessos e negros. O homem me obrigou a deitar de barriguinha prá cima, praticamente pulou para se posicionar entre minhas coxas, e quando pensei que fosse começar me chupando a periquita, ele rapidamente se colocou entre minhas pernas, abriu o zíper da braguilha, puxou seu pintão enrijecido para fora da calça, e com movimentos excessivamente bruscos forçou-o a entrar. Gritei de dor mas ele agora parecia um animal,respirava acelerada e ruidosamente e fazendo prá frente e prá trás o pintão foi entrando e entrando, até que senti seu saco, uma grande bola peluda, que começou a bater em minha bundinha. Pronto! Estava tudo lá dentro. E doía muito.
O homem então começou a puxar quase tudo prá fora e tornar a enfiar tudo até onde podia. Fez assim umas cinco vezes e em seguida começou a gritar e a gozar. Zupt! Zupt!, zupt! Zupt me enchendo de esperma. E gemia muito! Em seguida se deixou cair sobre o colchão com as pernas dependuradas fora da cama, e com o pintão já um pouco flácido, pareceu haver desmaiado.
Aí fiquei com dó do homem. Enrolei o pintão com uma toalha de rosto para e evitar que muito esperma continuasse a cair-lhe nas calças, e saí do quarto. Ao me ver ali, tão cedo, meu marido perguntou em tom de aflito – Que aconteceu? Que aconteceu? Que foi que deu errado? – Nada! Querido. O homem gozou. E enquanto meu marido pensava em que mais perguntar, entrei no banheiro e me fechei. Pronto, o resgate do primeiro cheque estava garantido e eu com a vagina toda dolorida.
No dia seguinte o patrão procurou meu marido e lhe pediu mil desculpas por haver se comportado como um adolescente que nunca havia transado. Mas não ficou só nisso, dois dias depois o seu Flor o procurou meu marido, tornou a se desculpar, disse que aquilo jamais tornaria a acontecer. E aí perguntou se o nosso “negócio” estava de pé. Meu marido pediu um tempo, me ligou, contou a respeito do arrependimento dele, e me perguntou se eu ainda poderia fazer aquele sacrifício. Não havia como negar. Disse-lhe que sim.
Dessa vez trouxe flores e chocolates e, de fato, se comportou como um cavalheiro. Sentou no sofá e começamos a tomar uísque. Aos poucos começou amostrar-se impaciente. Pediu licença a mim e ao meu marido. Sentou mais perto de mim, pôs a mão sobre minha perna e foi deslizando-a até se certificar que eu o aguardava nua sob o vestido. Logo logo achou minha periquita peluda. Aí pareceu começou a respirar ruidosa e aceleradamente, como antes. – Caramba! – Pensei. Lá vem o tarado de novo.
Dessa vez não. Fomos para o quarto juntamente com meu marido que abriu a gavetinha da cabeceira dali retirou um creme lubrificante e, sem muita cerimônia, apenas pediu licença ao chefe, lambuzou o pintão com lubrificante, e disse: agora sim! Enfia!

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Escrito por Anônimo

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