Eu confesso que minha esposa nunca me traiu. Nunca me enganou. Quando tínhamos 10 anos de casados e 31 de idade, ela se apaixonou por um amigo nosso, de 21 anos. Ele ficou louco por ela e não conseguia disfarçar a paixão, nem esconder o tesão que sentia por ela. Ela abriu o jogo comigo, disse que estava doida por ele. Eu falei que ela poderia ter um caso com ele. Ela não é minha propriedade, não me pertence como se fosse um objeto. Que assim como eu tive algumas mulheres depois de casado, ela também tinha direito a experimentar outro homem. Disse pra ele que ela é exclusividade minha, que tem direito a sentir prazer com outro. Quando ela sentava de saia e pernas abertas, a calcinha aparecendo, eu disse que ele olhasse à vontade, sem constrangimento, que o que é bonito e gostoso é pra se usufruir. Quando ela viu o pau dele duro, eu disse que não precisava esconder, que é uma reação natural, uma manifestação do desejo, uma prova do tesão que ele sentia por ela. Dei liberdade pra ele entrar em nosso quarto a qualquer hora, e entrar no banheiro mesmo se minha esposa estivesse lá. E ele usou e abusou dessa liberdade. Entrava no quarto para vê-la trocando a roupa. Entrava no banheiro ela tomando banho e botava o pau pra fora pra urinar na frente dela. Com um clima assim, foi natural que ele comesse minha mulher. Dançavam coladinhos, ele encoxando ela, eu percebendo o cacete dele duro esfregando nela. Quando ela achou que era a hora, sentou perto dele, beijou-o na boca e pegou na pica dele, alisando e amassando. Ele alisou muito as coxas dela, botou os peitos dela pra fora e meteu a boca. Pegou na buceta dela, botou a mão dentro da calcinha dela. Tudo isso em minha presença. Eu com o pau muito duro, doido pra bater uma punheta, mas me segurando pra comer ela depois. Ela tirou a rola dele pra fora, chupou até ele gozar na boca dela. É claro que essa foi a primeira de uma série de muitas trepadas. Passaram meses como amantes. Experimentaram várias posições, locais e jeitos de foder. Curtimos muito essa fase, nós três. Adorava dividir minha mulher com um cara que a amava, e que ela também gostava. Curti muito o prazer que ela sentia com ele. Ela não teve outros amantes. Só essa paixão, que durou uns meses e depois esfriou. Só eu e ele comemos ela. Não me arrependo. Repetiria tudo. Sou corno convencido e não me importa que saibam. Gosto quando ela mostra a calcinha, quando vejo um cara com a rola dura por causa dela. Ela já tomou banho pelada na frente do cunhado (marido da irmã). deitada e a calcinha de fora, não muda a posição se entra um cunhado, um primo, um sobrinho ou um amigo. Eu adoro isso. Tem um cunhado folgado que alisa as coxas dela, levanta a saia dela, pega na bunda. Eu não me importo. Gosto mesmo de ver um cara tirando casquinha nela, ou dançando e encoxando. Só nós dois comemos mas se ela quiser trepar cm outro, tá livre. Gosto de ser corno

