A minha companheira teve de viajar às pressas para a cidade onde mora sua irmã, para ajudá-la, por conta de problema de uma cirurgia inesperada.
Aproveitei a oportunidade e combinei uma diária com uma trans com quem já saí algumas vezes, para realizar de forma demorada um fetiche que tenho vez por outra: a submissão. Combinamos o cachê para o sábado todo e foi o que ocorreu: cheguei às 9 da manhã e só saí no domingo às 6 da manhã (o combinado era até as 9 da noite do sábado, mas estendemos o negócio).
Simplesmente eu cheguei de pau duro para passar o dia como putinha e doméstica de LARA (nome fictício da trans), que tem um cacete até grande mas fino e retinho, uma delícia.
Pensei que a gente ia dar uma trepada de entrada para esfriar os ânimos e começar a fantasia programada, mas LARA soube me matar de tesão: começou me dando ordens, depilou meu cu (pedi a ela que não passasse disso, para minha mulher não desconfiar, pois LARA queria depilar muito mais), me botou uma calcinha fio dental e um avental, me maquiou, colocou um lacinho na cabeça e tive de trabalhar muito para a primeira trepada.
Dei banho em LARA, me molhei todo (ou toda, no caso), lavei os pratos, vari a casa, arrumei o quarto, tomei banho, ela me maquiou de novo, e foi então que transamos. Gozei litros com ela me pegando de todo jeito.
E o dia foi todo assim, eu sendo a empregada-escrava dela, do tipo nem poder comer na mesa com ela, nem me sentar no sofá (fiquei no chão, alisando as pernas dela), morrendo de medo que os vizinhos de prédios me vissem com aquelas “roupas” (me dava tesão também, até porque não há prédios muito pertos), enfim, uma loucura. Levei muita tapa na cara, na bunda, ela cuspiu na minha boca, golden shower, tudo sem violência ou muita força, mas sempre eu sem poder escapar. Ela me penetrou umas oito vezes ou mais; não, ela não gozou todas essas vezes, mas, por exemplo, eu estava lavando os pratos do almoço e ela veio por trás, afastou a minha calcinha e ficou me comendo um tempo, me destratando, me chamando de puta safada e tirou o pau antes de gozar. LARA fez isso durante todo o dia. Eu gozei 4 vezes e não comi LARA.
Quando deu umas dez da noite, a gente cansado, eu com o cu ardendo e dilacerado, a bunda vermelha de tanta tapa, tomamos um banho juntos no clima de namorados e, sem combinar, deitamos para descansarmos e dormimos. Acordei bem cedo, paguei o combinado e fui embora o quanto antes, pois não queria ser visto saindo por ninguém. LARA ainda me fez chupar o pau dela…
Até hoje LARA me cobra outro dia desse e eu quero, mas acho difícil, pois levei uns 4 ou 5 dias para as marcas sairem do meu corpo e assim somente se minha mulher viajar de novo.
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