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Dominado, Negro, submissão

Não sei porque permitimos que certas situações acabem saindo do nosso controle e mesmo sabendo que é extremamente negativo para nossas vidas, parece que somos levados a continuar presos a estas situações que acabam nos degradando ao longo do tempo.

Vou chamar meu algoz de Max. Max é um cara negro, meio gordinho, mas muito forte, não é somente gordura, o cara é um gigante. Ele deve ter quase 1,90 de altura e uns 120 quilos.
Max faz segurança para uma das lojas da nossa família e mora no apartamento em cima de uma loja.
Temos lojas de material de construção a muito tempo.
Eu tenho 23 anos e gerencio exatamente esta loja onde max mora no andar de cima. Max sempre foi muito legal e tinha muita intimidade com a gente.
Um dia max veio com um papo querendo saber se eu era viado. Falei que não e ele duvidou pelo meu jeitinho delicado.
Morri de vergonha nesse dia, mas devido eu não ser muito energico com sua petulância, max se enxeu de razão e passou a ficar muito solto com sua forma de falar.

Era comum ele sempre voltar neste assunto, atéque eu me irritei um dia e o ameaçei. Ele ficou passado e eu otário fiquei com pena e fui consolar o cara dizendo que eu não devia ter falado com ele daquela forma, mas expliquei que ele estava me pressionando muito com aquele coisa de eu ser viado.
Ele se desculpou, mas disse que não era cula dele, que eu parece viado mesmo, poor ser muito delicado. Acabamos acalmando um ao outro, e no meio da conversa, Max perguntou se eu fosse viado se ele teria coragem de dar o cú pra ele.
Eu na inocência falei que se fosse viado não teria nenhum preconceito de dar pra ele. Eu curioso perguntei porque a dúvida dele, se era por ele ser preto? Ele falou que sim, pois viadinho brancos, não tem coragem de dar pra ele por causo do tamanho do pau dele.

Eu cai na asneira de perguntar se era grande e ele falou que os caras que ele já tinha comido não aguentavam levar pau não.
Eu falei, mas qual é, não é tão grande assim que os caras correm, não é possível. Ele falou que pior é que era mesmos muito grande, mais não era o tamanho, era o conjunto. apesar de grande era mesmo a grossura que atrapalhava.

Eu falei pra ele que isso cara, deixa de ser convencido. Ele falou, se quiser eu mostro pra vc e já foi sacando o pau. Dei um grito e mandei ele parar com aquilo e para não ser envergonhado ali na loja falei pra ele ir saindo e subir que eu veria lá em cima.
Queria impedir que alguém visse aquela cena dele me mostrando o pau e pra isso faria qualquer coisa.
Eu estava pensando em nem ir lá, ou ir pra dar uma bronca. Mas tinha que dar uma satisfação pro Ma. Pedi pra Martinha, assumir o balcão e subi pro segundo andar.
Bati na porta do apartamento do Max, ele me atendeu e pediu pra eu entrar e eu ia começar a dar a bronca que tinha planejado, mas ele foi mais rápido e já foi desabotoando a calça e arrinado e eu fiquei diando de algo que jaais pensei em ver.
Que pau era aquele. Não era bonito de ver não. Era um pau preto, nem tão grande quando comparado as proporções de Max que é um homem muito grande, mas a grossura era impressionante.

O bicho erra torto pro lado esquerdo e o saco era pesado e as bolas ficavam penduradas muito la embaixo, que saco enorme gente.

Eu congelei, não saiu mais nada da minha boca. Nem mover meu corpo se movia. Eu fiquei ali olhando pra que mostro.
Max deve tr ércebido meu estado e veio em minha direção. Me pegou pelo braço direito e me conduziu pro seu sofa. Ele me forçou pra baixo para que eu sentasse no sofa e ficou de frente pra mim.
Nossa distância era de menos de meio metro. Eu não podia parar de encarar o pau do Max. Ele ficou ali parado e seu pau começou a dar sinais, com pausadas pulsações que faziam que o pau aos poucos se erguesse para um estado de rigidez intermediário.

Eu via o pau do Max se transformar aos poucos e ele então se tocou e punhetou o pau na minha frente e a cabeça do pau saltou da pele que a recobria e lá estava ela, como um cogumelo roxo, brilhando contra a luz e entrou pelo meu nariz um cheiro que emanava daquela cabeça fantástica.

Eu fui hipinotizado de vez, a ponto de só perceber que Ma havia se aproximado de mim com aquele membro, restando poucos centímentros entre a piroca imponente e meus lábios.
Pra falar a verdade a pica estava tão dura que nem estava na altura dos meus lábios, mas sim quase tocava minha testa.

Max continuou a punhetar o pau e o cheiro estava no ar. Eu não seu o que sentia naquele momento, apenas estava com respiração e batimentos acelerados.

Eu olhava a exibição do pau que continuava sendo punhetado e via verter já um liquido espesso da cabeça do pau de Max.
Eu não podia fazer nada a não ser observar. Max percebendo que eu não reagia nem positivamente e nem negativamente, se encheu de confiança e encostou a cabeça do pau nos meus lábio. Esfregou a cabeça por toda a extensão, de uma ponta a outras, deixando a baba grossa espalhada por sobre meus lábio.
Quando ele desencostou a cabeça um fio de baba se formou e ameçou a partir-se. Quando ele rompeu, a baba voltou e se depositou sobre meu queio log abaixo dos meus lábio.
Não sei o que eu estava sentindo, masextintivamente, fui com minha lingua e percorri a região ao entorno da minha boca e limpei toda aquela baba e recolhi, trazendo o liquido pra dentro da minha boca.

Não sei porque fiz aquilo, mas Max aprovou e deu um sorriso vitorioso. MInha postura deu a certeza que Max precisava que se eu não era viado, pelo menos hetero convicto eu não podia ser.

Max, voltou a aproximar a pica da minha boca. Com uma das mão, ele apoiou meu queixo como se qusiesse estabilizar a posição da minha cabeça e com a outra direcionou a pica até a cabeça bater contra minha boca.
Senti que a pica pedia passagem e não sei proque achei que deveria conceder passagem a ela.Abria a boca e a cabeça começou a deslizar entre a minha lingua e o céu da boca.
Era mesmo muito grossa a pica de Max. Minha boca estava escancarada e ele ocupava todo espaço interno entre a lingua e o ceu da boca.
A pica foi escorregando atéo início da minha garganta que por reflexo me causou ansia de vômito.
Max percebeu meu desespero e retirou a pica do fundo da garganta.
A pica saiu muito babada, mas logo em seguida ele repetiu aquilo e foi ainda mais fundo. Novo reflexo, mas dessa vez Max demorou pra permitir que eu respirasse.
Quando eu me debatia no sofa, ele me liberou e eu tossindo desesperado coloquei a mão na sua barriga quado vi que ele já vinha para a terceira penetração. Eu não podia falar, mas me fiz ententeder que não estava preparado ainda pra mais uma penetração rofunda daquelas.
Max não gostou de ue ter parado ele e me pegou pelos cabelos e virou meu rosto pra ele e mandou eu abrir a boca.
Eu ainda asfixiado abri pra receber seu pau no meio da minha garganta. Dessa vez fui testado ao extremo, quando já estava escurecendo a minha vista Max me liberou. Eu tossia horrores e tentava pedir pra ele não fazer aquilo.

Mas a coisa se repetia com requintes de crueldade e minha resistência foi testada no limite, quando depois de quinze minutos, Max deixou eu ter um desmaio. Não deve ter demorado o apagão e quando minha visão voltava, eu estava no colo dele sendo levado ao quarto.

Vi Max me collocar sobre a cama e se afastar um pouco e tirar a camisa e a calça e a cueca que estvam ainda arriadas no seus pés.
Ele estava apenas de meias e assim permaneceu. Ele me deixou me recompor e quando eu finalmente tive condições de sentar ele ordenou que eu me despisse.

Eu não tinha condições de me defender, pois estava extremanete fraco depois das sessões de asfixia, corpo tremendo, respiração descontrolado, assim como os batimentos alterados.
Não seria páreo pra Max se ele resolvesse me agredir ali, então achei prudente obedecer a ele.

Enquanto me despia, Max voltou a punhetar o pau para mantê-lo ereto. E ele estava muito ereto quando eu tirei a última peça de roupa.
Max ao perceber que eu já tinha me despido por completo, veio na minha direção e me empurrou de costas no colchão da cama. Eu caí e no mesmo intante ele já pegou minhas pernas e as forçou para trás, ao mesmo tempo fou afastando-as.
Eu me senti tão exposto e por isso tentei fechar minhas nádegas, mas Max não gostou. Mandou que eu mesmo sustentasse as pernas pra tráz e as mantivesse afastadas. Temendo represálias, fiz o que ele mandou.

Max começou alisar minha bunda e se ajoelhou, aproximendo o rosto delas. Eu seguida levou os dedos da mão direita a boca e ensalivou eles, levando-0s em seguida até minha bunda, que mesmo contraídas não impediram os dedos de sua mão de deslizarem entre as duas bandas e chegarem ao meu cú.

Que merda, quando seus dedos tocaram meu cú, eu apesar de contrair fortemente minhas nadegas, não consegui sustentar minha postura por muito mais tempo. Eu comecei a me contradizer e peder a minha determinação.

Não sei descrever o que eu senti naquele instante, mas o toque dos dedos de Max ensalivados no meu cú, passou a me fazer refletir se eu deveria mesmo estar tão indignado por ter um homem tocando assim minha intimidade.

Max percebeu o instante exato que meu cú deu uma mordiscada no seu dedo mais atrevido que pedia passagem. Quando a cabeça do dedo médio da mão de Max venceu a contração do meu esfíncter, meu cú praticamente mordeu o dedo dele.
Eu não acreditava que tinha um homem negro enfiando o dedo no meu cú e eu praticamente quanse me arreganhei todo para que ele conseguisse seuintento.
Mas acordei neste instante e numa simulação, eu demostrei minha indignçãomandando ele parar e mexendo meu quadril pra dificultar a penetração.
Mas na verdade, o toque foi tão gostoso que eu quase soltei um gemido e me arreganhei todo pra ele.

Eu tinha que manter alguma dignidade, pelo menos por algum tempo até que não pudesse mais. Então eu comecei a me retrair e remexer meu quadril tentando impedir aquela dedada, mas Max era tão forte e convícto que ele coma mão sobre minha barriga, me estabilizou e continuou a forçar a penetraçãode seu dedo.
Eu fingindo indignação, tentava me debatar e pedia pra ele tirar o dedo, mas aquilo estava ficando muito gostoso e minha voz entregava minha falta de convicção e ele astutamente percebeu.
Eu estava tão confuso que nem percebi que ele tinha tirado a mão da minha barriga e manteve apenas os dedos em contato com meu cú e eu tinha toda possibilidade de fugir do seu toque mas continuava apenas a mexer o quadril quase que rebolando mas sem de fato escapar do toque ou mesmo atrapanhar, apenas mexia os quadris sem nenhuma acção de impedimento e ele rindo apenas continuou e com movimentos circulares a fazer que o dedo médio fosse penetrando meu cú.

Quando eu percebi que tinha o dedo médio inteiro dentro do cú, eu parei um pouco com o movimento do quadril e olhe pro Max e pedi pra ele tirar que estava ardendo muito e de fao estava, mas Max começou a faze um movimento de flexão que raspava meu canal anal por dentro com a ponta do dedo e não sei mas tocava alguma parte que me arrepiava todo.
Eu peguei o lencol da cama e o torci com as mãos pra não começar a gemer de tão gostoso que tava aquele dedo flexionado e extendendo dentro do meu cú.

Mas não ia aguentar manter aquela postura por muito tempo. Eu comecei a jogar a cabeça de um lado pro outro pra me dar a chance de me distrair daquela sensação maravilhosa. Flexionei as pernas , apoiando meus pés no colchão e usei pra suspender o quadril da cama pois fazia aquele sensação ser menos prazerosa e me impedir de começar a soltar os gemidos, pelo menos por um tempo maior.

Ele sabia usar aquele dedo pra me deixar louco de tesão e eu pensei que ele sabia o que eu estava sentindo. Resisti por alguns minutos até que ele acelerou o movimento e eu suplicando pra ele para com aquilo.
Cabeça sendo jogada de um lado prooutro, lencol já tinha se desprendido do colchão e meu abdomem extenuado fez meus quadris voltarem a repousar no colchão e então minha voz embargou, e meus pedidos para que ele parasse com aquilo, começaram a virar sussuros impossiveis de serem decifrados por ele, se parecendo mais com sons desconexos, eu fiz minhas pernas perderem contato com o colchão e soltei o lencol e usei os braços para sustentar as pernas erguidas, relaxei as nadegas e fechei os olhos.
Logo meus pedidos para parar cessaram de vez e apenas gemidos que pareciam choramingos ecoavam da minha boca. Max, percebendo minha entrega, retira rapidamente o dedo e em seguida retorna com dois dedos completamente ensalivados e volta a me penetrar.
Ele parece estar me laceando para consumar sua intenção de me penetrar com seu pau, as não sei se eu ia aguentar receber aquele pau dentro do meu cú.

Ele volta a flexionar os dedos dentro do meu cú como se fosse um gancho. Sua força é tão grando que chego a ser tracionado na sua direção pelo cú. Depois ele começou e me dedar fortemente e ai sou jogado aos poucos contra a cabeceira da cama.
Quando minha cabeça batia contra a cabeceira devido às fortes dedadas que levava dele, eu me virei de ladinha e assumi a posição fetal, meo encolhido para poder me proteger dos choques contra a cabeçeira de madeira, então passei a usar as mãos e os pés para reduzir o impacto do meu corpo tamanha a força das dedadas que eu levava no cú.

Eu tentava olhar pro Max virando meu pescoço e vi que aquilo tudo acontecia enquanto ele continuava punhetando o seu pau.
Ele me olhava de volta e via meu olhar desesperado mas não se comovia, continuava se punhetando e dedando meu cú violentaente.

Eu apenas gemias baixainho e tentava proteger meu corpo do impacto contra a cabeceira.
Quando senti ele diminuir a intensidade das dedadas, voltei a olhar pra ele e o vi cuspir na mãos e lubrificar o pau.
Percebi que a hora de ser penetrado pelo seu pau estava chegando. Me deseperei de vez quando senti sua mão laçar minha pena direita que estava acima, já que estava deitado de ladinho, mas com lado esquerdo do corpo apoiado na cama.

Ele é realmente muito forte e puxou meu corpo com muita facilidade. Eu segurei na cabeceira com mes braços, mas meus corpo foi virado com extrema facildade. Eu estav deitado posicionado com minha cabeça próxima a cabiceira e minhas pernas próximas ao corpo de Max.
Max ajeitou-me pelos quadris para que eu não ficasse torto na cama. Esta como corpo alinhado com o corpo de Max.
Bastão Max afastar minha pernas e se arrastar um pouco pra perto de mim e ele já estava com o pau alinhado e próximo a entrada do meu cú, a não se pelo fato do pau estar super duro e apontando pro teto.

Max me olhou e eu devolta pra ele. Vi ele usar os três dedos centrais da mãos esquerda para exercer uma pressão no próprio pau para fazê-lo ir delizando na região abaixo do meu saco até que a cabeça do pau posicionou-se exatamente sobre meu cú.
Ali um choque percorreu minha coluna até minha nuca e eu soltei um gemido. Quando percebi já tinha saído e ele riu de novo.
Eu senti meu cú começar a picar na cabeça do pau de Max e ele também. De repente eu olhei pra ele e ouvi ele dizendo, Tá gostando né safada.
Eu estav realmente excitado por sentir a cabeça do pau dele encostada no meu cú prontinha pra entrar, mas tenso também pois sabia que seria feito um estrago.
Max senti a dificuldade de fazer a cabeça vencer a resistência inicial do meu cú, mas usa saliva pra lubrificar mais a entrada e força para conseguir me penetrar, ignorando os sinais do meu corpo que aquela penetração está acontecendo em detrimento de muita dor.
Não consigo relaxar, mas queria poder pra dimunir meu sofrimento, mas não dá, e sei que serei penetrado dolorosamentemesmo assim.
Max força e me estabiliza não me deixando escapar da dolorasa penetração e quase que de forma piedosa ele tampa minha boca e afinda a pica dentro do meu cú.

Quase desmaio de dor e a sensação é que Max me rasgou. Uma ardência toma conta, quase que superando a dor e um grito abafado pela mão de Max fica preso e se mistura com as lágrimas que rolam dos meus olhos enquanto passivamente sinto o resto do pau de Max deslizar sem freio pra dentro de mim até o saco daquele homem negro colidi contra minha bunda.
Sou forçado a continuar soltar o grito que começões com o inicio da penetração e pedurou até minutos depois do final da primeira penetração.

Max percebendo que me penetrou inteiro, deitou seu corpo sobre mim, me deixando respirando com dificuldade e sem ar eu não consigo mais continuar gritando e ele libera minha boca e posso pelo menos soltar meu choro de forma copiosa e em soluços sinto uma das mãos de Max ser colocada por traz da minha cabeça, fazendo uma espécie de apoio. Seu outro braço froça passagem por debaixo do meu corpo na altura da lombar.
O pau continua cravado dentro do meu cú, eu choro copiosamente e ele alivia um pouco o seu peso sobre mim.
Sinto ele iniciar a retirada do pau e penso que ele vai me dar uma trégua. Eu não me oponho e até facilito o movimento do seu quadril.
Estranhamente a saída do pau me provoca uma sensação boa. Mas contraditoriamente, sentindo a proximidade da cabeça do pau de Max chegar ao esfincter, quase saindo de dentro de mim, meu cú deu uma forte contração, pois a cabeça grande como era, alargou o anel e ele reagui dando um forte contraída.
Isso serviu de sinal para que Max interrompensse o movimento e parasse. De repente senti a mão dele pressionar atras de minha nuca e o seu quadril movimentou voltando a enterrar a pica dentro do meu cú.

Novamente ele entra rasgando. Eu me retraio e minha reação foi e de me agarrar ao seu corpo, lacando as pernas e os braços nas suas costas. Isso parecia me fazer suportar a dor.
Ele vai até o fim quando sua bolas colidem contra minha bunda e logo ele começa a sair de novo. A saída continua me causando uma sensação boa, então eu relaxo e frouxo a pressão que minha pernas e braços fazem nas costas de Max.
Mas vem outra penetração identica às primeiras e novamente me atraco ao corpo de Max para conseguir suportar tanto pau.
Ja não suportanto tanta dor, já que estava apenas na terceira penetração completa. tento usar as pernas no colchão para mover o corpo pela cama, mas compreendi a posição dos seus braços na minha nuca e abaixo do quadril. Na verdade ele estabilzou meu corpo para não poder figir das suas estocadas.

Ele estava acostumado a foder um cú, não dava pra escapar daquela posição, eu tinha que tentar relaxar pra sofrer menos.
Nas penetrações que se sucederam eu procurei aceitar de forma mais passiva pra ver se seriam menos dolorosas. mas não foram, sempre eram muito doloridas.
Eu não sabia até quando ia levar pica naquela posição, então voltei a me abraçar fortemente ao seu corpo pois isso pelo menos me fazia desconcentrar da dor.

Eu fui comido nesta posição por uns 20 minutos. Meu cú estava em brasa, queimando. Eu estava tão maltratado que o desespero tomou conta e eu comecei a pedir pra ele para de foder meu cú. Eu precisava sair daquela posição, então passei a jogar o jogo do comedor e pedi pra ser fodido de quatro.

Max riu e foi saindo devagar de cima de mim. Quando me vi livre pensei o que podia fazer pra me livrar daquela situação. Pensei em gritar pra ver se alguem poderia me socorrrer, mas pensei na vergonha que passaria por ter sido comido pelo segurança da loja.
Descartei, e pensei em lutar com ele, mas isso estava fora de cogitação, tomaria uma surra e ainda sim seria comido.

Olhei pra ele se posicionando nos pés da cama, aquela pica apontando pro teto, ele cuspindo na mão e ensalivando a própria pica e nada me vinha a cabeça, então eu me vi forçado a momentâneamente colaborar com Max.
Então fui engatinhando pela cama até os pésonde Max estava, como passei com a cabeça perto do pau dele ele ainda me fez chupar seu pau por um minuto aproximeadamente. Depois tirou o pau da minha boca e meio desesperado foi me virando até que minha bunda ficasse virada pra ele e afastou minhas pernas, deu três tapas fortes alternado as bandas da minha bunda e falou: Empina essa bunda sua puta!
Com as bandas dabunda queimando eu empinei a bunda como ele mandou e repousei a cabeça no colchão esperando a hora da pica entrar rasgando.

Ele ensalivou novamente os dedos e lubrificou mais um pouco eu cú. Eu ainda gemi na hora que ele espalhou a saliva no meu cú, que merda. Senti ele descendo a pica fazendo ela deslizar do meu cox até a cabeça encaixar no esfincter. Ele segurou minha cintura pra garantir que eu não ia tentar uma fuga e empurrou.
Putz, entrou rasgando tudo. Que pica mostruosa, não parava de entrar, deslizando como uma anaconda preta.
Não adiantava tentar fugir, estava estabilizado e sendo puxado contra a pica de Max e entao puxei o travesseiro da cama e mordi e soltei um berro abafado. Entrou a pica toda e de novo tinha as bolas de Max colidindo contra minha bunda.
Ele ficou ali parado todo dentro de mim e mandou eu piscar o cú no pau dele. Lembro das palavras: O puta, pica essa raba no pau do seu macho. Eu não sabia fazer isso, mas percebi que nem precisava me esforçar pra fazer, bastava ele ficar paradinho com a pica dentro do meu cú ára que ele ficasse dando mordidinhas no pau do Max.

Ele adorou sentir meu cú piscando na pica dele enterrada no meu cú. Ele começou a retirra a pica até a grande cabeça ser freiada quando ameaçava sair de dentro do meu cú. Eu sempre sinalizava com meu cú mordendo a cabeça do pau do Max, quase dando um calro sinal que desejava que ele se mantivesse dentro de mim.
E ele interpretava assim, pois tão logo o cú mordiscava a cabeça do pau o homem enterrava sem dó a pica toda de novo.
Depois de umas dez estocadas meu cú não aguentava mais, eu volteia chorar na pica do Max e precisei realmente tomar alguma atitude pra para com aquilo. Fui me debatendo, falando sem para : Para Max, você tá me arrombando todo, para por favor! Eu não aguento mais, seu pau é muito grande, para por favor para!
Max não parava e eu chorando aos poucos fazia o que podia e ia me arrastando pela cama até conseguir segurar a cabeceira e com o apoio ainda tive forças pra puxar o corpo pra fugir do massacre, mas Max acompanhava e se mantia fodendo meu cú.
Encurralado, eu apoiei as mãos na cabeceira e colei o rosto na parede gelada que fazia a dor aliviar já que me concentrava na temperatura e esquicia um pouco a dor.
Max, ao me ver com o rosto colado na parede do quarto e as mãos na cabeceira, forçou meu quadril para uma postura empinada e lascou pica pra dentro.

Eu em certo momento já estava sem forças e arqueei mais o tronco, ficando mais exposto pro Max e a pica comendo solta. Sem energia, meu corpo foi escorregando pela cabeceira e eu acabei de quatro de novo. Numa última tentativa de fugir, virei o corpo de lado em relação a cabeceira. Max percebendo, pegou minha perna esquerda e colocou apoiada na cabeceira. Meu tronco arriou pois não tinha forças no braços para manter a posição de quatro apoiada, então Max passou a me foder sem resistência alguma, de quatro, com a perna apoiada na cabeceira, cabeça colada no colchão e apenas olhando passivo para Max entrar e sair de dentro do meu cú, levando tapas em ambas as bandas da bunda e charando de soluçar.
Sem forças apenas pedia baixinho para Max parar de me foder, mas eu pedia cada vez mais fraquinho, balbuciando olhando pra Max, aquela situação foi me fazendo olhar a postura imponente de Max com homem se ipondo sobre mim e eu aos poucos fou ficando mais passivo, e fui desencostando aos poucos a bunda da madeira e me voltando pro mei da cama, fui largando a cabeceira e me ajeitando pra facilitar pro Max. As forças do meu braço foram foi voltando e logo eu estava de quatro, na posição de cachorrinho, fui empinando a bunda, abrindo as pernas e de vez em quando, sem coragem pra admitir, mas já aceitava aquele castigo e fui balbuciando palavras: Fode Max, fode , fode, fode esse cú.
Max não ouviu direito, mas pediu pra eu falar mais alto. Morrendo de vergonha não quis repeti, mas ele disparou um tapa forte na minha bunda e falou> Fala putinha, o que você quer: Eu falei baxinho: Fode meu cú Max, vai fode meu cú.
Ele desferiu outro tapa e mandou eu falar alto. Eu faleu baixinho de novo e ele deu mais um tapa. Como eu não falei nada ele parou de foder e ameaçou tirar o pau de dentro do meu cú. Eu quando percebi o pau escapando, joguei rápido o quadril pra tras e meu cú engoliu a pica toda. Ele empurou meu quadril e retirou a pica do meu cú. Eu senti um vazio dentro de mim e fui me deslocando pra tráz buscando por pica.
Max não deixava a pica entrar de novo e desferia tapas na bunda e mandava eu falar: Eu me arrebitei e abri as érnas , olhei pra trás e falei bem alto>: Fode meu cú Max! Vem fode meu cú sem dó.
Max não me deu pica de cara, mas me dava tapas e mandava eu pedir: E eu pedia pica, Me dá pica Max, me dá pica. O que você quer putinha? Eu quero pica Max, eu quero pica dentro do meu cú. Quero dar muito meu cú hoje.
O que eu sou seu putinha: Você é meu macho Max. Você é meu macho!
Então putinha, você pediu pica e vai ter que cavalgar seu macho e tirar leite do pau do seu macho.
A putinha que leitinho do macho? Sim quero muito leitinho!
E vai tirar leite do p do macho? Sim, vou tirar todo leitinho do pau do meu macho.
Max deitou na cama e mandou eu subir sobre ele e ele me pegou pela cintura e segurou a pica durissima reta apontando pro teto e foi me guiando até o cú encostar na cabeça do pau.
Max me olhou e falou: Agora é com minha puta, arranca leite do pau do seu macho vai.

Eu iniciei a sentada, e senti a cabeça afastando o anel da minha raba foi uma sensação fantastica. Não vou dizer que não doeu, mas era eu que queria agora, então senti a cabeça passando e fui forçando o quadril pra baixo e fui engolindo a pica inteira.

Amacei a s bolas dele com minha bunda, mas engoli cada centimetro. Respirei fundo e comecei a cavalgar o pau de Max. Max apenas me olhava e deixava eu fazer tudo sozinho. Sentei tanto naquela pica que cheguei a pensar que não faria aquele macho gozar dentro do meu cú.
Numa última tentativa eu parecia uma máquina de foder pau, mas não durou muito e ele não gozou dentro do meu cú.

Parei com o pau dele todo encaixado, fiquei sentido a pica latejando dentro da minha raba. Assim que pude comecei a erguer o quadril até sentir a cabeça chegar ao esfincter e descia devagar engolindo todo pau de novo.

Bastou mais uns três minutos fodendo o pau de Max com meu cú nesse rítmo cadenciando, pro meu macho começar a leitar meu cú de u jeito que se eu fosse uma mulher ovulando, não ia ter chanche de ser engravidado naquele dia.

A quantidade de leite fez jus ao tamanho da pica. Max era uma homen fantástico e me deixou ficar com o pau enterrado no cú até ele sair escorregando lentamente por conta própria.

Eu fiquei deitado no sau peito por meia hora, sentindo a pica lentamente e latejante voltar ao estado normal.

Ao sair, ele disee que ia me comer pro resto da vida e eu seria apenas dele. Ele queria ser meu macho e eu seria sua puta com muito prazer. Na verdade isso aconteceu a um ano atrás e foi minha iniciação sexual, nunca estive com uma mulher na vida efui apresentado ao mundo do sexo por Max. não saberia o que fazer com uma mulher, meu prazer é estar na pica de Max
Max já me disse que não me deve fidelidade, mas não admite que eu tenho outros homens, mas eu nunca pensei em outro homem, meu prazer é dar prazer ao meu macho. Tenho ciúmes sim, não sou de gelo, mas compreendo que Max é muito homem pra ter apenas uma putinha como ele chama seus viadinhos.

Descupe ser muito extenso este desabafo, mas é o acumulo de um ano engasgado e que encontrei este espaço pra contar minha estória com Max.

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