Quinze anos, ele 18, primos, viajávamos juntos, convivíamos por morarmos no mesmo bairro, em SP.
Sempre pensei na possibilidade de rolar algo, leve.
Ele sempre correspondeu, mas nunca tocamos no assunto, apenas sabíamos que rolaria. Numa viagem, ao interior, tinha uma prima maravilhosa e, molecão, bati uma punheta bem gostosa no banho, mas pensando que estava mesmo a fim de rolar algo, fosse como fosse.
à noite, dormimos no mesmo quarto ( aconteceu mesmo) e ele deixou um cigarro quase no fim no cinzeiro.
Estava excitado por qq coisa, e resolvi dar um trago. Ele epercebeu que curti e veio até minha cama, num papo do tipo ” quantas vc bateu pra sua prima? tá com vontade?” tenho mais cigarros, vc gosta? não conto pra ninguém.
Um domínio sereno mas com cumplicidade e ele perguntou se podia ficar ali comigo. Topei, simples assim.
Ele encostou e perguntou se eu queria curtir u pouco com ele.
Não sei bem como chegamos a isso, tão fácil, mas me deixei dominar.
Devagar, ele foi encostando, baixando meu short e encoxando.
Eu falei se aquilo era certo e ele disse, deixa acontecer, prometo fazer devagar.
Foi penetrando, abraçando por trás e simplesmente deixei, sentindo realizada minha vontade de um gozo quente atrás.
Ele foi bombando, já tinhamos ficado sem roupa, mas nada de acontecer, e chegara a hora.
Fui metido, abracei ele e ele esporrou gostoso, sem força, até o fim
Nos recompusemos e tratei aquilo como um fato normal, eu queria mesmo
Sem proteção ( naquela época, nenhum problema) e mantivemos um romance absolutamente sigiloso, ele sempre ativo e eu buscava isso.
Crescemos e invariavelmente eu o convidava à transa.
Oral, batia punheta pra ele em lugares perigosos e ele na dele, sem perder o controle.
Um dia, ele veio de frente, eu curtia muito meu primo, e transávamos gostoso, em baixo de cobertores, como um casal, e rolavam beijos gostosos, quando eu confessei: ” Eu te amo, pro sexo”.
Gozou muito dentro de mim e acreditem, eu tinha uma namorada, transávamos muito, fazíamos tudo mas meu corpo pertencia, parte dele, a ele.
Não me arrependo.
Foi legal rolar ativo com mulher e passivo com ele.

