Meu nome é Rosilene, e vou contar um capítulo do meu passado que ainda acende um fogo em mim até hoje. Espero que não me crucifiquem por isso. Foi com Roberto, meu ex-namorado: rapaz de boa família, futuro promissor, magro, com músculos bem definidos. O pau dele era perfeito para mim — 18 centímetros, grosso, veias saltadas. Nossas transas eram intensas, selvagens. Mas por trás da fachada de rapaz perfeito, ele carregava um fetiche profundo: uma sede por dor e submissão que despertou em mim o instinto mais cruel e selvagem.
Tudo começou como brincadeira. Uma “lutinha” em que ele guiou minhas mãos até o pescoço dele. “Aperta, Rosi”, pediu. Achei graça, apertei de leve. Ele gemeu de prazer. “Mais forte. Não solta. Eu aguento muito mais.” Meu coração disparou — medo misturado com excitação. Soltei rápido, mas ele insistia, implorava. Era o começo de algo perigoso, e eu me rendi ao poder que ele me entregava.
As transas “normais” continuavam acontecendo, mas o que realmente o incendiava era a tortura, o risco, a entrega total. Ele implorava, e eu, seduzida pela adrenalina, cedia. Lembro de uma noite em que ele estava deitado no chão, o pau já duro. “Pisa na minha garganta. Qualquer coisa eu faço o sinal”, disse (tínhamos combinado um sinal de emergência). Hesitei, mas uma onda de dominação me invadiu. Posicionei o pé sobre a traqueia dele, a sola pressionando devagar, depois com mais força. Ele se contorcia, o rosto ficando vermelho, enquanto a mão voava para o pau, se masturbando freneticamente.
“Nossa, amor, seu pau tá enorme! Mesmo quando sua mulher tá te matando, você precisa aliviar ele, né, safado?” — ri, numa gargalhada doce e cruel, vendo-o se revirar sob meu calcanhar. Ele tentou empurrar meu pé com as duas mãos, mas mantive a pressão, zombando: “Vai, amorzinho, tenta com mais força. Não quer respirar? Luta!” Seus músculos se contraíam, o ar escapando em golfadas roucas. Eu me sentia uma deusa pisando num bichinho indefeso. Quando finalmente soltei, ele estava exausto, ofegante, o pau latejando. Ajoelhei e chupei com voracidade até ele jorrar como animal selvagem, leite quente escorrendo pelo meu rosto.
Outras vezes eu o atacava pelas costas, como predadora. Enroscava as pernas na cintura dele, puxando-o para cima de mim no sofá ou na cama, apertando com força, comprimindo as costelas até o ar sumir dos pulmões. Ele se debatia desesperado, puxando minhas pernas, o rosto tomado de pânico puro. “Mais forte, amor! Se debate mais! Quanto mais você sofrer, mais excitada eu fico.” Eu ria alto, segurando suas mãos para impedi-lo de escapar, eu sentia o poder correndo nas minhas veias como veneno doce. Minha buceta ensopava a calcinha fio-dental. Ele gorgolejava, o corpo convulsionando em agonia, e eu adorava cada segundo daquela tortura “vai amor! tenta, mais força, se você apagar, vou trazer seus amigos para me comer aqui na sua cama”
Teve a fase do saco plástico. Ele implorou até eu topar fazer essa loucura. Selava a cabeça com o plástico fino, criando vácuo. Em segundos o ar faltava. Às vezes eu o masturbava, vendo o pau engrossar ainda mais sob o pânico. Outras vezes eu montava nele, cavalgando como assassina sádica. “Isso, meu macho! Luta pela sua vida! Se contorce mais, aaah! Com mais força, vai! Seu pau tá entrando fundo… eu vou gozar desse jeito!” Eu gemia enquanto ele se debatia embaixo de mim, mãos presas por mim, pernas buscando apoio no chão, o plástico impedindo a respiração. Gozava horrores, orgasmos me rasgando por dentro, o desespero dele me levando ao êxtase.
Houve um que eu realmente nem sei como fui convencida de fazer. teve noites em que eu prendia suas mãos pelas costas com enforca-gatos, colocava o saco na cabeça e o jogava no chão. Ficava no sofá, assistindo àquela cena linda: ele se contorcendo em desespero, implorando por ar, o pauzão duro balançando, batendo na barriga tanquinho e escorrendo aquele pré gozo. Eu me tocava freneticamente, dedos massageando o clitóris ensopados, olhos fixos nele, me acabando na siririca. Depois, quando o soltava — sempre no limite, nunca além —, cavalgava nele como ninfomaníaca até nós dois explodirmos em orgasmos.
Parecia arriscado, insano. Mas ele sempre pedia mais. Em público éramos o casal perfeito, referência para os amigos. Sozinhos, nos perdíamos no sadismo e na crueldade. Tanto eu quanto ele nos sentíamos realizados com essas brincadeiras perigosas.
Hoje, anos depois, eu tenho minha vida confortável e ele a dele, lá em Portugal. De vez em quando ainda sinto o gosto daquela dominação, o eco dos gemidos dele, e me pergunto se, lá no fundo, ele também se lembra.
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Ele não vai te esquecer, se nem você esqueceu isso te marcou e eu também porque o teu relado é inesquecível, parabéns. O cara que está com você é um cara de sorte adoraria uma namorada tão aventurera . 🫂
Deliciosa, impossível esquecer
Vc é mto linda!! Com certeza ele lembra sim!!!