Eu confesso que eu queria gritar no meio daquela igreja “Deus não existe!”, mas eu não tinha um megafome. Eu deveria ter subido ao púlpito e ter arrancado o microfone do pastor, não antes de ter-lhe dado um soco e gritar pra todo mundo ouvir “Irmãos!, Deus não existe! Deus não existe! Deus está morto!”, usando os mesmos gestos retóricos e marciais que aquele pastor usava e que ele aprendeu nas faculdade de teologia, com a professora gostosa de neurolinguística!”

