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Domínio total do negro – queria que não fosse verdade Parte 2

Estou aqui para novamente desabafar sobre como Max, o segurança da loja de materiais da minha família que eu gerencio, me fez de mulherzinha submissa e se tornou meu macho fixo.
Para desfazer a confusão, eu estava tão nervoso no primeiro desabafo que nem percebi queusei as palavras chaves como t´tulo do desabafo, o que pode confudir os leitores, mas o primeiro desabafo ficou com o título ‘Dominado, Negro, Submissão’.
Se eu voltar a desabafar aqui sobre novas experiência que tive com ele, eu vou usar este títlo de agora e vou diferenciar com números sequenciais da parte.
Mas deixa eu situar vocês. Max tnha desconfianças que eu poderia ser viado pelo meu físico e jeito delicado, mas mesmo eu dizendo que não era, Max conseguiu me comer no seu apartamento e eu admiti que não era tão convicto assim da minha heterosexualidade e hoje nem me imagino com uma mulher, apenas me vejo sendo passivo de outro homem e atualmente apenas de Max que me iniciou.
Mas, no sábado passado, Max me procurou no escritório e disse que estava precisando que eu fosse no seu apartmento depois que a loja fechasse.
Corri na farmácia e comprei camisinha e um tubinho de Ky-gel, pois já sabia que havia um alta probabilidade dele apenas uerer me foder de novo.
Aproveitei após fechar a loja as 12:00 daquele sábado, para ir ao banheiro e eu tinha esvaziado o instestino mais cedo por sorte e aproveitei o chuveirinho e fiz uma bela higiene.
Fui para o apartamento dele, ele gentilmente pediu que eu entrasse e ao entrar ele perguntou como eu estava. respondi que bem.
Ele ficou em silêncio e veio andando na minha direção. Quando estava próximo a mim, eu olhei aquele gigante negro e de repente veio um tapa na cara que me fez cair nos pés do sofá.
Não entendi nada, apenas olhei pra ele e perguntei o que é isso?
Ele me olhou de volta e apenas com uma voz firme de macho, de forma imperativa, disse: Que puta é você que não procura pelo seu macho, fazendo eu ter que ir pedir pra você vir na minha casa?
Eu sem acreditar naquilo, respondi, que isso, não precisava fazer isso. Eu não sabia que podia vir aqui sem você convidar, é mei jeito.
Pois você fique sabendo que se quiser ser minha puta, vai ter que acostumar a pedir por pica todo dia e acostumesse que sou eu quem decide se vou te comer ou não.
Eu incrédulo, apenas o olhei e nada falei.
Ele continuava a me encarar, então eu sem graça desviei o olhar. Ele veio pra cima de mim, me pegou pelo braço, me levantou e lascou mas um tapa na cara.
Me senti um lixo e comecei a chorar. pedi pra ele parar de e bater.
Ele virou meu rosto pra ele e disse que eu ia aprender a não ignorar mas o meu macho.
Eu chorava e ele mandava eu parar com aquela frescura. Eu não conseguia parar e pra piorar eu comecei a tremer todo.
Max vendo que meu estado piorava, ele falou rispidamente, que eu não tinha que ter medo do meu macho, apenas respeitar ele como meu homem.
Eu temendo outro ato violento, balancei a cabeça afirmativamente quando ele perguntou se eu tinha entendido.
Ele soltou meu braço e mandou eu sentar no sofa. Perguntou se eu aceitava uma água. Falei que sim e ele me trouxe. Tomei e ele aproveitou que eu tomava a água, e começou a afrouxar o cinto da calca e abrir o botão e o zíper.
Em seguida arriou  a calça e eu novamente estava diante daquele pau preto, enorme e grosso que havia me fodido a quase dois meses atrás.
Max se aproximou com o pau perto do meu rosto e tomou o copo de água da minha mão. Punhetou o pau, fazendo a cabeça do pau sair de dentro da pele e comecou a bater com ele na minha boca.
Eu virei um pouco o rosto, pois é um pau pesado e doía quando ele batia sobre meus lábios.
Isso o irritou muito. Logo ele pousou a mão sobre minha cabeça e a virou na direção do pau e mandou eu abrir a boca.
Eu não abri de imediato, mas ele desferiu novo tapa na cara. Voltei a chorar copiosamente e acabei obedecendo a Max e abri bem a boca pra receber a pica já bastante ereta.
Ele enfiou até que apenas as bolas e os pentelhos ficassem pro lado de fora, o resto escorregou até o fundo da minha garganta.
Fiquei com ele entalado na garganta até Max retirá-lo. Eu quase vomitei quando ele tirou o pau. Mas logo ele enfiou tudo de volta.
Estava tão assustado com a violência gratuita, que não ousei mas demonstrar nenhuma reação que pudesse transparecer minha indignação. Passei a tentar me controlar e demostrar aceitação e total submissão a Max, mostrando que o reonhecia como o único macho dentro daquele apartamento.
Eu chorava apenas por dentro, mas não demostrava descontrole diante dele, mas estava muito fragilizado.
Max fodia minha boca com requintes de crueldade, me asfixiando até o ponto de pré- desmaio.
Eu estava todo babado, minha camisa em petição de miséria, nem sabia como iria embora depois. Lacrimejando, as secreções do pau de Max misturado a minha saliva escorriam pela minha boca e eu enquanto tinha a boca fodida por ele, comecei a me despir para preservar minha roupas para poder ir embora depois de ser fodido por ele.
Max parece ter gostado de me ver mesmo em estado deplorável, me esforçar pra tirar minha roupa.
Fiquei apenas de cueca e tendo a boca fodida por ele. Mas Max aproveitou minha exposição e mesmo me fodendo a boca ele conseguiu reclinar-se sobre mim ealcançou minha cueca e a puxou pro lado.
Abriu uma das bandas da minha bunda com violência e usou seu dedo médio para tocar a entrada do meu cú.
Isso me fez reagir e eu me retraí. Por reflexo eu acabei fazendo o pau do Max sair da minha boca e ele ficou furioso.
Tomeiuma sequência de tapas na cara que me desorientaram e me fizeram cair deitado no ch[ao aos pés do sofa.
Max me olhou e falou: Sua bicha de merda, se fizer isso de novo sem eu mandar, vou te mandar embora e nunca mais você vai receber minha pica dentro desse rabo.
Eu demorei pra percebr o sentido daquela ameaça, e pra minha surpresa, minha reação foi totalmente contraditória.
Eu assim que aquilo fez sentido, incoinscientemente fui engatinhando até Max, e procurei por sua pica e voluntariamente a peguei, dei algumas punhetadas e em seguida dei alguns beijos naquela cabeça e lambi sua extensão inteira até suas bola e as coloque dentro da boca e fiquei chupando alternadamente enquanto olhava fixo em seus olhos.
Max parece ter aprovado meu comportamento submisso após sua ameaça. Colocou a mão sobre minha cabeça, tirou o saco da minha boca e conduziu a pica de volta e fodeu ela feito louco.
Dessa vez me deixei conduzir e novamente ele me levou a quase desmaiar asfixiado varias vezes. Ao fim de mais uma sessão eu estava num estado deplorável mesmo. Jogado aos pés de Max, desfalecendo, como rosto coberto pela mistura das minha lágrimas, saliva e dos liquidos que vertiam do pau de Max, eu estava um lixo humano.
Max de forma impiedosa, me pegou pelo braço e me conduziu para seu quarto. Ainda estava sem muita clareza do que acontecia.
Corpo fraco, com tremores e confusão mental, Max me jogou na cama. Caí meio delado, meio de bruços, e ouvi Max dar uma cusparada na mão e em seguida senti ele abrir novamente as bandas da minha bunda e besuntar a entrada do meu cú.
Eu reagi por reflexo e contraí a bunda. Max estava muito sensível às minha reações que ele se refere como frescuragem. Então desferiu meia dúzia de tapas muito fortes que deixaram minha bunda queimando.
Em seguida eu relaxei e deixei ele brincar como quisesse com meu cú, nada podia fazer. Max é um comedor muito experiente e sabe amaciar uma carne.
Logo eu já estava colaborando deliberadamente, melhorando a posição para que ele pudesse explorar meu cú.
Eu comecei a fazer um escandalozinho, ainda que contido. Para me conter, os sons eram parecidos com gemidos afeminados. Acontece quando tentamos conter ou abafar os sons.
Max se posicionou com o pau ao lado do meu rosto e continuou a explorar meu cú, só que agora enterrou ele lá no fundo e começou a raspar as paredes como se procurasse algo, de repente ele fez um xoque percorrer minha coluna. Ela havia tocado minha prostata.
Eu dei um pinote e soltei um gemido mais trêmulo e arrastado>

Desgraçado experiente sabia e ali se dedicou e logo eu tentava escapar daquele dedo que me fazia sentir aquelas sensações. Era inútil, eu mexia a bunda de um lado pro outro  e a apertava, me arrastava pela cama tentando fazê-lo para com aquilo, mas elecontinuava.
Meu desespero continuou e alcancei um travesseiro e o mordi e soltei um grito desesperado. Ao abrir os olhos vi a pica de Max ao alcance das minhas mãos e no meio daquela loucura me veio uma vontade de pegar nela, que loucura.
Resisti para não dar mais cinfiança ainda para o Max. Mas eu olhava a pica pulsante ali do meu lado e aqueles sensações que seu dedo me causavam e após muita luta mental, eu fui com minha mão esquerda e peguei seu pau. Punhetei ele devagar e logo depois o abocanhei e mamei como um bezerro.
Chupei tanto aquela pica que soltava aquela secreção farta de pré gozo, mas Max não quiz gozar na minha boca, interrompendo bruscamente minha chupada.
Tirou o dedo do meu cú e foi pro meio da cama, me virou bruscamente e pegou minhas pernas e as levantou e jogou por cima dos seus ombros.
Me pegou pela cintura, ajeitou me centralizando em relação ao seu pau. Cuspiu nos dedos de uma das suas mãos e levou ao meu cú e lubrificou mais a entrada.
Com os mesmo dedos, forçou o pau pra baixo fazendo ele deslizar da região abaixo do meu saco até a cabeça do pau encaixar na entrada do meu cú.
Ahhhhh! Agora ia começar a festa e o meu desespero. Não dá pra receber uma pica daquela no cú, mesmo cheio de tesão como eu estava, sem a gente gritar e se contrair até quase desmaiar.
Quando Max começou a enfiar a pica, procurei seus braços e me agarrei neles.
As suas mãos na minha cintura garantiam que eu não fugiria durante a penetração e eu sabia que não conseguiria. Então me apoiei em seus braços meio que por reflexo, buscando aopio no meu próprio algoz para suportar aquele sofrimento.
Estrnho, mas mesmo sabendo que ele é quem me provocava aquele sofrimente, eu reconhecia nele um homem de verdade e qeria sentir seu apoio de alguma forma e aquilo me confortava um pouco.
Muito estranho esta confusão de sentimentos. Max ao mesmo tempo me fodia e eu buscava nele a proteção que um homem de verdade pode oferecer.
Enquanto sentia as dores que Max me provocava ao me penetrar impiedosamente, eu o olhava e o desejava dentro de mim. Mas a dor não era aceitável e por vezes soltava seu braço e tentava freiar a penetração.
Max não gostava da minha reação e prendia meu braço as vezes. Quando ele soltava eu sabia que não podia tentar empedí-lo, então eu voltava a me agarrar aos seus braços.
Senti enfim seus pentelhos encostarem na minha bunda, eu tinha todo seus pau cravado dentro do meu cú.
Assim passamos o próximo minuto. Max teve seu momento humano também, ao ver as lágrimas rolaram pelo meu rosto, ele levou uma das mãos e as enxugou. Aquilo foi um alento e me fizeram começar a admirá-lo como homem.
Eu não estava sendo fodido por um mosntro total, ele demonstrou ter algum afeto por mim, me deixando acostumar com a penetração antes de começar a foder  e por enxugar minha lágrimas.
Eu então soltei seus braços e ele soltou minha cintura. Ele começou a se deitar por cima de mim, passou a mou por trás da minha nuca e a apoiou, circundou ooutro braço por trás da minhas costas na região lombar, como ele já tinha feito na primeira vez.
Sabia que estava sendo estabiizado antes da foda começar de vez. Eu me preparei, envolvendo o corpo de Max com meus braços entrelaçado na altura do seu pescoço e as pernas cruzada na sua pelve para evitar movimento muito brusco, que aumentariam o poder das suas estocadas. Já tinha passado por isso antes e assim eu controlei o vigor das penetrações e retiradas do seu pau.
Tudo pronto e Max começou a retirar a pica quase todos do meu cú e a enterrar tudo de volta. Sempre com rítmo lento e cadenciado e aos poucos aquilo ia aumentando até se tornar uma foda violenta, barulhenta com seus urros de macho e meus gemidos contidos sempre que eu podia, com alguns escandálos inevitáveis.
A cama parecia que ia partir ao meio, assim como eu também. Era isso mesmo, Max estava me rachando ao meio.
Max é um homem muito grande mesmo e ele resolveu girar comigo engatado em seu pau e sem tirar de dentro eu fui passadopra cima e recebendo ordens de cavalgá-lo, aos tapas comecei a sentar na sua pica como uma amazona.
Eu deixava a pica sair a vezes e recebia tapas na bunda e ordens de voltar a engolir ela. Eu rapidamente a pegava e conduzia de volta e recomeçava a cavalgada.
A pica dele parecia que ia estourar de tanto que pulsava.
Quando eu cansava, Max mandava eu continuar mas sem forças eu apenas rebolava o cú na pica dele e ele aceitou aquilode boa e gostou muito de me ver rebolando na sua pica.
Max mandou que eu virasse de costas para cavalgá-lo e eu obedeci. Quanndo eu stava de costas e encaixou a pica e mandou eu ir sentando devagar, sempre me controlando pela cintura. Eu levantava o quadril até a pica quase sair e ele controlava a volta e ficava vendo meu cú engolir a pica toda lentamente.
Comecei a levar tapas na bunda enquanta sentava de costas pra Max. A cada tapa eu soltava um Aiiiiiieeeeeeê! Max adorava e me xingava de puta.
Depois de algum tempo, Max mandou eu levantar e ficar em pé na beirada da cama e eu o obedeci.
Ele ficou em pé no chão em frente a cama e me pegou pela cintura e me fez ir agachando com o cú até o pau dele. Assim que ele percebeu que a cabeça encaixou ele mandou eu me pendurar no seu pescoço e entrelaçar as pernas na sua cintura. Me suspendeu com facilidade em seu colo e lá fomos nós até a parede do outro lado do quarto.
Que vergonha, eu no colo de Max sendo conduzido espetado em seu pau por todo o quarto, fui encostado contra a parede e comecei a ser fodido violentamente até sentir que estava gozando pelo cú enquanto era jogado pro alto e escorregava pelo pau dele.
Quase desfalecido fui arriado na cama dele e colocado de quatro pra ser fodido por mais uns vinte minutos e en fim ouvir o urro de Max despejando seu leite dentro do meu cú.
Ficamos deitados na cama até o pau de Max escorregar de dentro de mim e me deixar com aquela sensação de vazio.
Saí dali apaixonado por Max de vez e aprendi que eu devo procurá-lo sempre para saber se ele me deseja como sua fêmea.
Vou desabafando quando acontecer novamente, até lá.

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Escrito por Patrão submisso

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