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Dor nas costas

Genteeee! Obrigada pelos comentários na minha postagem. Recebi alguns e-mails também, agradecida pelos elogios. Mas hoje, que é segunda-feira, acordei com uma dor danada nas costas, quase travada e nem fui trabalhar. E eu tô aqui, pensando besteira.

Essas dores estão comigo há muitos anos. Já fui ao médico um tanto de vezes por causa disso e tudo que consegui até hoje foi um rim que funciona mal por causa dos remédios. A minha mãe me levou numa irmã da igreja que fazia massagem. Ajudou muito e ela viu que eu tinha um monte de problemas. Foi quando fui ao ortopedista e de lá, para fisioterapia. Era problema de “crescimento”, disse ele. Eu cresci muito alí nos 14 anos, e os ossos ficaram meio tortos.

Fui parar numa clínica perto de casa. O moço que me atendeu parecia outro médico, só que mais jovem e muito, mas muito gatinho. A minha mãe estava comigo nesse dia e ele me torceu, esticou, mediu, me abraçou e estalou os meus ossos igual macarrão quebrando. E eu tive que ficar quase pelada para ele me examinar. Fiquei de calcinha e de sutiã, mas ele abaixou a minha calcinha até o meio da bunda pra ver meu cóccix.

O tratamento era para meses, três visitas por semana. Eu estava num momento da vida onde eu queria dar pra todo mundo. E já tinha dado, mas não tinha sido uma coisa boa, sabem? Eram namoradinhos, coisa feita às pressas, os meninos não aguentavam nem um esfregaço. Nem sei como perdi o cabaço, porque foi tudo tão ruim.

O tratamento era feito com fisioterapia e massoterapia. A clínica dele funcionava numa casa onde ele e a mãe trabalhavam. Ela era uma senhorinha branquinha, a coisa mais gentil do mundo. Quando eu chegava, ela se derretia por mim. E quando o filho dela começava o atendimento, eu me derretia por ele.

A paquera era discreta, mas não passou despercebida. Eu era muito tagarela e ele mostrava interesse. Acabei confiando demais nele e falando sobre tudo. Especialmente falava bobagem na hora da massoterapia. Eu tinha que ficar de shorts e sutiã, mas acabava ficando só de calcinha. E quando ele passava as mãos nos meus “glúteos”, eu até empinava o bundão de tanta vontade. Um dia, na hora da massagem, eu gemi tanto, que ele perguntou se aquilo era “dor ou tesão” …kkkk

Eu não tinha vergonha na cara, e ele se mantinha firme. Mas, como diz o ditado… “água mole em pedra dura…”. E olha que eu não estava esperando nada naquela manhã de sábado. Eu estava em crise e ele foi me atender. A gente ficou sozinho pela primeira vez. Primeiro foram os ajustes. Ele me abraçou, me apertou, me esticou e torceu… Cada “crek” dos meus ossos eram seguidos de um gemido de alívio.

Por fim, muito melhor do que quando cheguei, fui pra mesa de massagem. Ele desatou meu sutiã como sempre, puxou minha calcinha para o meio da bunda e aplicou um spray de óleo em praticamente todo o meu corpinho. As mãos dele eram maravilhosas. Pressionavam os lugares certos, encontrando nós musculares, desfazia tudo. Aos poucos eu virava uma amoeba, toda mole. Queria tanto que aqueles dedos tocassem outros lugares.

Naquela manhã, porém, eu continuava tensa, rígida. Perguntei pra ele porque eu estava daquele jeito. A resposta: “falta de sexo”. Sentei na mesa, olhei pra ele em busca de uma risada, um indicativo de que estava brincando, mas ele ficou sério. Ele falou que era questão hormonal, que eu estava retendo essa energia há muito tempo e que isso era parte da causa. Chamou a atenção para os meus peitos, para os meus mamilos que pareciam chupetinha de criança, todos bicudos. E ele me tocou no seio, apertou levemente um mamilo, o que me fez sentir uma coisinha lá na periquita. Segurei a mão dele, pedi para não soltar. Eu estava precisando de uma piroka, mas como ser mais explícita?

Não precisou. Ele foi trabalhar de bermudas e, quando olhei pra ele, tinha um negoção lá. Quando nossos olhares se cruzaram novamente, rimos e não precisei fazer mais nada. 

Ele me deitou na maca novamente, passou as mãos no meu corpo, mas não era massagem. Senti uma outra energia, um ritmo totalmente diferente. Tocou na alça da calcinha, puxou para baixo e fiz questão de levantar os quadris. Pedi pra tirar. Deitada de bruços, nua, ele passou mais óleo, o que escorreu pelo meu rego. A mão foi lá, os dedos me penetraram e ele me perguntou se eu queria uma massagem especial. Abri as perninhas em resposta.

Depois de um pouco de contatos delicados, ele me fez descer da maca, tirou a camisa e pediu pra eu desabotoar a bermuda dele. A cueca branca, não esqueço. E o pau dele…Nossa…muito mais inesquecível. Maravilhoso, grandão, a cor rosada da cabecinha… hummmmm…

Eu nunca tinha chupado um pau, juro. Ele aproximou o pinto do meu rosto, esfregou a cabeça nos meus lábios, e eu abri a boca que nem porta de garagem automática. Chupar pirulito, todo mundo sabe. Mas um pau tem lá os seus segredos. Ele mandava, eu obedecia. E de pouquinho em pouquinho, foi quase lá na minha goela.

Naquela manhã, inesquecível, eu fui comida pela primeira vez. É assim que eu vejo as coisas. Eu não tava com pressa, não estava com vergonha, não estava com medo, nem sentindo nojinho, nada. E quando o pau dele veio para a portinha da minha buceta, o meu único pensamento foi: isso vai ser bom.

E foi. Ele me sentou na maca, abriu as minhas pernas e colocou lá. Vi entrando, devagarinho, apertado…E aquela sensação boa, quente, as ondas de prazer, vieram rápido, parecendo doença braba. E quanto mais entrava, mais eu queria. 

A gente passou uma manhã inteira transando. Ele me comeu no chão, na mesa dele, em cima de uma bolona, de pé, no banho…Sentei no pau dele só pra ver entrar. E eu só não dei o cu porque ele falou que precisaria de um tempinho para me alargar. Não aguentei nem o dedão, e se metesse lá, ia me rasgar. 

Eu passei a ir lá quase todo dia. Era pertinho de casa. Aos sábados, sempre. O pior é que ele era noivo e eu não podia falar pra ninguém. Só contei pra minha irmã. Ela é mais velha, sempre foi doida igual a mim e também dava pra um cara casado.

Com esse menino eu aprendi tudo que tinha para aprender antes dos 18 anos. A gente pouco se beijava, era só sexo mesmo. Ele me pegava e me fazia de trapo. Só gozava na minha cara ou no furico. Eu morria de medo de engravidar, mas ele nunca gozava dentro. Tinha vez que eu tava na minha horinha e ele tirava, ô raiva que me dava. A gente até usava camisinha, mas na época eu preferia no pêlo mesmo. Tempo bão. 

A gente ficou tanto tempo junto que deu prazo pra fazer a fisioterapia do furico. Ele sempre gozava lá, do lado de fora. Na hora, ele dava aqueles socos com a cabeça do pinto e foi assim que eu tomei uma entalada que tirou sangue. Lamentar pra que, né? Mulher sangra mesmo. E depois que sarou, tome pica no furico. Homem não fica sem um cu nem que tenha a melhor buceta do mundo, credo.

Era bom demais acordar de manhã, tomar banho e sair para dar. Mas a vida muda. Ele teve que casar e a mulher dele não saia de lá. A gente continuou amigo, mas perdemos contato. O bom é que não falta piroca nesse mundo.

E como eu sei que o povo aqui não dá muita atenção quando não tem foto… Tomaaaa… Recebaaaaaaaa! kkkkkkkkk

Aqui eu estava convidando o namorado para o jantar…

Aqui, matando a fome dele 🙂

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Escrito por Profa

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