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E o filme que iamos assistir?!

Era um belo dia, ou melhor já noitinha de domingo, sem nada de bom pra fazer resolvemos ver um filme,eu sentado na cama ela se deitou e colocou a cabeça em meu colo, enquanto procurava algo pra assistir eu fazia um cafune em seus cabelos, ela vestia um Sportinho leve e minúsculo que adorava, dizia que não gostava de se sentir apertada e ele era bem folgado, tanto que ela deitada com as pernas dobradas deixava sua calcinha a mostra, se ę que dava pra chamar aquilo de calcinha,  um fio irrisório enterrado e um pedacinho de pano minúsculo que não era capaz de cobrir sua bucetinha, apenas o famigerado grelo ficava as escondidas, os lábios carnudos e suculentos teimavam e forçar a saída e ficam quase que de todos de fora.

Mais ela em casa gostava de ficar a vontade, geralmente nem calcinha usava.

Ao achar um filme que pareceu interessante resolvemos assistir, mal dei play no filme ouvimos alguém chamando no portão.

Passei o filme e fui ver quem era o estraga prazer.

Qual não foi minha surpresa quando me deparei com o Zé Carlos,  um amigaço nosso, muito querido, disse que estava passando e com tempo livre resolveu nos fazer uma visita.

Ele é um mulato quase negro, um pouco mais alto que eu, corpo normal e muito simpático e brincalhão além de prestativo.

Falei pra entrar e quando ele chegou no quarto ela sorriu e pediu desculpas por não se levantar mais estava com um pouco de dor nas costas.

Ele disse que isso seja resolvido com uma boa massagem.

Me sentei e ela novamente colocou a cabeça em meu colo, falei que íamos ver um filme e ele disse que veria conosco.

Então resolvi fazer uma pipoca,  filme sem pipoca não tem graça.

Me levantei e fui, e ao chegar na porta do quarto olhei pra trás e a cena que vi me deixou de boca aberta de onde ele estava sentado dava pra ver perfeitamente o volume da buceta e os lábios salientes, ele tentava disfarçar  olhando a  tv mais eu sabia que era uma tarefa humanamente impossível.

Ela então grita pra mim na cozinha,

” Amor o Zé disse que uma massagem resolve a dor nas minhas costas, posso deixar ele fazer?

* pode amor,  enquanto eu termino aqui ele faz a massagem.

E continuei na pipoca por alguns minutos,  não pode largar pra lá senão queimaria o milho.

Quando terminei peguei as vasilhas de pipoca e fui para o quarto,  mais ao chegar na porta o que vi foi muito além do que o filme que esperava assistir, parei e fiquei observando já que estava atrás deles e eles não me viram chegar.

Ela deitada de bruços e ele sentado nas pernas dela massageando seus ombros as suas costas cintura e costelas.

Toda vez que ia até os ombros dela ele ia com o corpo pra frente forçando a piroca naquela bunda deliciosa, afastava e encostava de novo, com dando estocadas, ela apenas soltava gemidos quase inaudiveis denunciando o quanto estava gostando daquilo..

Ele esfregava as mãos depois dava uns tapinhas e voltava a deslizar as mãos suvelmente

 as mãos iam até bem próximas à bunda dela que estava praticamente exposta devido ao shortinho.

Então Ele apoiou as maos em suas nadegas e perguntou se ja estava bom.

“Não, aqui perto das cadeiras e nas coxas também dói um pouco.

se não fizer direito eu não pago, brincou ela.

Então ele voltou a massagem só que agora suas mãos passeavam de sua nuca até a altura da bunda, subia e descia chegando cada vez mais próximas às nádegas, ele era malandro,  estava testando ela pra saber até onde podia avançar.

Como ela nada disse logo suas mãos estavam percorrendo por completo aquelas nádegas indecentes, eu percebia os dedos dele adentrando o tecido tateando em busca da calcinha dela.

Foi para as pernas, e com muito tato percorreu de cima a baixo, principalmente entre as coxas encostando os dedos na calcinha dela,  e toda vez que subiam suas mãos acabavam por roçar naquela bucetinha.

Eu estava atônito, não tinha reação apenas observava imóvel.

Toda vez que ele roçava as mãos na bucetinha ela suspirava.

E como ela não esboçou reação nem reclamou ele soube que podia avançar.

Enfiou as mãos por dentro do shortinho dela massageando suas nádegas carnudas descendo até a altura da buceta onde seus dedos tocavam os grandes lábios e sempre que isso acontecia ela gemia baixinho.

– então quer que eu pare, ja esta se sentindo melhor,?

Perguntou ele em seu ouvido.

* nem pensar, agora que estou  começando a sentir os efeitos da massagem, continua. , murmurou baixinho.

– não seria melhor tirar o short?

Ela apenas fez que sim com a cabeça e ele com delicadeza puxou o short e acabou levando junto a calcinha minúscula.

Ela nada fez, nada falou, nem tentou segurar a minúscula peça, apenas permaneceu deitada enquanto ele sem cerimônia colocou as duas mãos na bunda dela e massageava procurando separar as nádegas deixando seu orifício anal completamente exposto.

Não demorou muito seu dedo já passeava por ali,  gemidos baixinhos dela , bunda cada vez mais empinada, as pernas ligeiramente separadas.

 e ele deslizando seus dedos com maestria do anelzinho aos grandes lábios da buceta, sobe e desce,  desce e sobe.

Ela empinou de vez e gemia descontrolada enquanto ele bolinava sua bucetinha, eu só ouvia seus gemidos dizendo pra ele não parar.

Ele então beijou sua bunda e pontilhou a língua naquele cuzinho que insistia em piscar, um mudo convite a que ele aceitou,lambia o cuzinho dela enquanto bolinava a buceta.

Desceu da cama e ficou ao lado dela continuando as carícias, ela sem pestanejar abriu a calça dele e puxou aquele monstro pra fora.

Fiquei surpreso e receoso, era enorme e tinha a cabeça feito cogumelo, achei que ela não aguentaria.

Ela abocanhou aquela coisa e enfiou o que pode na boca, mamava desesperada como bezerra faminta.

Foram longos e intermináveis minutos até que ele anunciou que ia gozar,  ela continuou chupando, ele então meteu o mais que pode e parou os movimentos.

Ela engasgou com os primeiros jatos em sua garganta, tirou a piroca pra recuperar o fôlego e um rio de porra escorrer de sua boca,  voltou a engolir aquilo chupou ate deixar completamente limpo.

Ele então tirou aquela coisa da boca dela , se posicionou atrás levantando um pouco a anca dela para dar altura, e então meteu,  de uma só vez até onde deu, e o berro que ela deu deve ter deixado muitos vizinhos preocupados.

ele socava sem dó segurando os cabelos dela enquanto dava tapas na sua bunda.

Era surreal contemplar aquela cena, mais ainda pelo fato de que era como se, pra eles eu não existisse.

Ela gemia, gritava, xingava e pedia mais.

Foi quase uma hora de surra daquela coisa que ela levou,

Até finalmente ele urrar dizendo que estava gozando, sinceramente eu achei que ela iria desmaiar pois eu nunca havia visto ela daquele jeito, ela tremia de êxtase.

Depois de gozar ele tirou a piroca,e pude ver aquela buceta abertinha e a pôrra escorrendo.

 Ele foi ate o rosto  dela e bateu com a piroca dizendo que ela era simplesmente a mulher mais gostosa que ele havia comido.

Desfalecida ela apenas se jogou na cama enquanto ele se dirige ao banheiro, pego uma toalha e levo pra ele.

Olhei pra ela ali desfalecida mais completamente saciada, depois de uma foda tão intensa e gratificante,

 seus lindos olhos  denunciavam culpa,  dúvida e   um misto de satisfação extrema que ela não conseguia esconder.

Joguei um beijo discreto a ela

E me dirigi a cozinha,  a pipoca desandou.

Ele, depois do banho evitando me olhar nos olhos apenas disse que o filme ficaria pra outra oportunidade.

Covcordei e fui com ele até o portão,  nos despedimos e ele se foi.

Fui no quarto pegar uma toalha e lá estava ela ma mesma posição, de bruços com uma perna esticada e outra levemente dobrada, pude ver um filete de porra escorrendo daquela bucetinha que eu adorava,  me fascinava e

enlouquecia.

Tomei um banho e fui me deitar,  ela ameaçou dizer algo, mais fiz sinal que não falasse nada.

Me deitei e apenas disse a ela.

*amor tá tudo bem, só precisamos descansar agora*

Ela entendeu e não insistiu, apenas se chegou a mim repousou  a cabeça em meu peito e logo adormeceu.

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Escrito por Meufetiche

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