Com relação a minha confissão anterior nr 139662, relato agora como foi meu chifre.
Recentemente, durante uma transa, minha esposa confessou que havia me botado chifre a muito tempo atrás. Na época nós morávamos em São Paulo/SP, ela tinha 23 anos e estava casada comigo ha um ano e meio. Cursava o segundo ano do colegial numa escola particular no período noturno. Havia um professor que a paquerava desde o primeiro ano, e ela diz que ele era muito bonito, simpático e bonzinho.
Certa vez ela foi pra escola que era à noite, matou aula, ele deve a ter convidado, e foram no carro dele para o apartamento onde ele morava. Disse ela que era um ótimo apartamento, ficava no bairro Aclimação. Nesse dia ela tirou a aliança e guardou na bolsa.
Diz ela que já no elevador começaram a rolar beijos e abraços. O apartamento era do amigo dele. Naquele dia o amigo estava lá, depois o amigo saiu.
Uma colega da escola a incentivou a sair com o professor. Dizia a colega: Vai… Uma veizinha só, aproveite, não seja boba. Se fosse eu não perdia a oportunidade (era um tanto galinha, essa amiga).
Eles ficaram na sala do apartamento conversando um pouco. Depois que o amigo saiu, voltaram a se beijar e a se abraçar e a coisa foi esquentando. Eram beijos de língua bem quentes, disse ela que ele beijava muito bem.
Dali foram para o quarto dele, continuaram os malhos, beijos e abraços na cama. Ele tirou a roupa dela e continuou com os beijos e carinhos. A coisa estava muito quente. Ela diz que ele a chupou e ela que ela gostou muito, porem ela não o chupou. O pinto dele era de tamanho parecido com o meu, segundo o que ela disse.
Dai então, chega o momento. Ele põe uma camisinha e ela deitada de costas na cama, ele vai por cima (tradicional papai-mamãe) e mete o pinto na sua buceta. Continua com muitos beijos, metendo, metendo, por um bom tempo até que ele goza.
Ela diz que gostou muito, mas não chegou a gozar, Diz ela que ela estava um pouco nervosa por ser a primeira vez que me traía. E a única, segundo ela diz. Diz que foi uma única vez, Será? Por enquanto não sei.
Em dado momento durante a transa ela diz que ele pediu para ela ficar deitada de bruços e ele foi por cima dela e meteu na buceta por traz. Ela diz que gosta muito dessa posição, até hoje, sempre fazemos, ela diz gostar muito desse jeito.
Ela disse que eles transaram com a luz acesa, e que não tomaram nenhuma bebida, também não havia música nem TV ligada. Então foi só silencio e gemidos. Durante a transa ele dizia para ela que ela era linda.
Ela diz que não foi demorado, o que dá para estimar que ela tenha ficado cerca de 1 hora no apartamento, e a transa no quarto tenha sido em torno de meia hora, talvez um pouco menos.
Perguntei, se depois que ele gozou, ele continuou, deu mais uma. Ela diz que não, depois que ele gozou eles pararam. E sexo anal? Não teve sexo anal. Ela diz que ele nem tentou e nem pediu.
Ela não tomou banho lá no apartamento dele, e também não se limpou no dibê. Conforme ela disse, apenas se limpou com papel higiênico, para secar a vagina.
Ele levou minha esposa embora pra casa de carro e a deixou em uma rua perto do nosso prédio. Na despedida teve um último beijo na boca.
Ela afirma que foi uma única vez. E que depois disso o professor queria ficar com ela. Ele disse para ela no dia seguinte: Viu como a gente se encaixa bem. Vamos ficar juntos. Ele queria que ela abandonasse o casamento para ir morar com ele. Ela ficou apaixonada por ele e pensou em me abandonar para ficar com ele. Mas ficou comigo.
Eu me lembro que naquela época, ela comentou comigo sobre um professor do seu colégio. Lembro-me vagamente que ela disse que ele era muito bonito. Não me lembro se ela disse que ele a paquerava. Antes de eu saber, ela disse que ele tinha cantado uma outra colega de classe que era casada e que parece que havia conseguido comer essa colega. Acho que essa “colega” era ela mesma.
Ela confessou tudo isso, mas parecia ter um pouco de vergonha de falar, não queria falar muito sobre o assunto, mas com jeitinho fui conseguindo. Fui garimpando um pouquinho de cada vez. Sempre durante nossas transas, que é quando ela ficava mais excitada e mais favorável a contar esses detalhes.
Fiquei muito feliz por saber disso tudo, amo ainda mais minha esposa. Eu tinha desejo de ser corno e finalmente sei que fui, adoro isso. Ainda mais porque foi uma metida com muito amor e carinho. Ele deu um ótimo trato na minha esposa e a tratou com respeito, com muito amor e carinho. Agradeço a esse professor por tudo isso. O meu primeiro e único chifre. Se eu descobrir que tem mais chifres, ótimo. Amarei mais ainda minha esposa. Sou de opinião que a mulher deve fazer aquilo que sentir vontade, independente do seu estado civil.
Gratos pela atenção,
Roberto

