Sou casada há quase dois anos. Éramos o casalzinho símbolo de nossa cidade, de famílias tradicionais e namorávamos desde a adolescência. Meu marido era, e ainda é, o rapaz mais lindo da cidade e eu era muito invejada pelas outras garotas. Foi a ele que dei minha virgindade e, por inexperiência minha,acabei engravidando. Nosso casamento foi apressado e viemos para São Paulo ter minha filha e fugir assim dos falatórios de cidade pequena. Rodolfo (nome fake) foi trabalhar nas empresas de seu pai e eu continuei meus estudos em outra universidade.
Porém, nossa vida sexual era muito ruim. Meu marido me penetrava, gozava, e se retirava, sem me dar atenção. Eu achava muito normal que fosse assim, mas sentia muitas dores na penetração e passei a ter uma certa aversão ao sexo. Não me envergonho de dizer que nunca havia sentido orgasmo.
Na universidade, fiz poucas amizades, apenas umas duas garotas. Eu sou bonita, os rapazes me assediavam, mas nada queria com eles e os evitava. Eu só tinha olhos para Rodolfo.
Numa vez, saindo da casa de uma amiga após fumar um baseadinho (não sou viciada, apenas experimento), encontrei um de meus professores, justamente o de Literatura Brasileira, meu assunto predileto. Ele se aproximou e nos beijamos no rosto, normalmente. Acho que ele sentiu o cheiro da erva em mim, mas apenas franziu a testa, e nada mais. Como estava muito calor, me convidou para uma cerveja num barzinho em frente e eu aceitei.
Ele é um senhor de cinquenta e tantos anos. É negro, com os cabelos muito brancos e todos o chamam de Professor Pai Tomás. Mas é muito culto e agradável, e por isso, gostava muito de conversar com ele e tirar minhas dúvidas.
Mas eu estava muito mal. Meu casamento, minha insatisfação sexual e afetiva, meu marido distante e indiferente, tudo aquilo estava me esmagando. E perdendo a inibição com a cerveja, contei-lhe tudo.
Me surpreendendo comigo mesma,ia detalhando a ele os aspectos mais íntimos de nossa relação. Falei-lhe da falta de prazer, das dores na penetração, e ele foi me fazendo perguntas sobre detalhes como lubrificação, preliminares, sexo oral, coisas assim. E eu me surpreendi excitada.
Ele está longe de ser atraente. É até feio, meio barrigudo, mas naquele momento estava muito carente. E ao sentir suas mãos segurando as minhas, o beijei. Ele ficou assustado, mas correspondeu e passou a me tocar sob o vestido, o que me deixou louca de desejo. Havia dois meses que não era tocada pelo meu marido.
Me ofereceu carona, e eu aceitei, não me surpreendendo ao parar num motelzinho ali perto. Trêmula, deixei-me conduzir para o quartinho e ele começou a me fazer carícias que me enlouqueciam. Explorou minha vagina com os dedos, porém sem me despir. Beijou meus seios, me beijou, e quando me penetrou, quase morri de excitação. Ainda vestida, ia me surpreendendo com o prazer que sentia. Ele era delicado, experiente, e aos poucos foi entrando mais em mim. Quando ele ejaculou, achei que o sexo tinha terminado, mas ele passou a me fazer um sexo oral tão maravilhoso que gozei pela primeira vez em minha vida.
Sim. Pode parecer incrível, mas meu marido jamais me levara ao orgasmo, mesmo quando namorados. Eu me tocava em meu quarto, mas nunca atingi o nível de prazer que atingira com ele.
Mas a maior surpresa veio depois, quando vi o tamanho de seu pênis. Como uma coisa tão grande podia entrar sem me machucar?
Passamos a nos encontrar toda terça e quinta, pois saíamos mais cedo. Ele foi me ensinando a relaxar, a me soltar mais, a me tornar mais exigente na cama. Ele me apresentou a brinquedos que eu nem supunha existir. Consolos, dildos, e as bolinhas tailandesas que se tornaram um vício para mim. Percebi então, que existia muito mais do que o pinto de meu marido egoísta, para me dar prazer.
Mas minha vida com meu marido melhorou muito. Aconselhada pelo meu professor de sexo, passei a ousar mais, a oferecer mais a ele também, e nosso sexo melhorou muito. Ele apenas, as vezes, me diz que está me sentindo mais aberta, mais larga, e eu digo que é por causa do relaxamento. Mal sabe ele que o pintão do Pai Tomás esta me abrindo..rs.
Agora, estou experimentando o sexo anal com meu professor. Doi muito ainda, e eu não aguento mais do que uns minutos. Mas sou uma aluna aplicada e quero aprender para praticar com meu marido. Na verdade, ele está sendo beneficiado também.
Acho que todo marido ou namorado, não deveria se sentir ofendido se sua mulher experimentasse alguém mais experiente, que pudesse expandir seus horizontes, intelectual e sexualmente. Meu casamento hoje está muito melhor. Eu amo meu marido profundamente, o desejo muito, e estamos muito felizes.
Espero que esse depoimento permita abrir mais as mentes dos homens.

