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ELA PROMETEU E CUMRPIU

Eu confesso que:
O que vou relatar aqui vai destoar da maioria das confissões desta seção. Para mim uma experiência traumática, mas com um final inesperado. Para entender bem o que houve, recomendo a quem estiver interessado, ler a confissão nº 54529 que postei domingo passado. Mas vou reprisar: Sou casado com uma mulher maravilhosa, linda, e dedicada. Inspirado pelos relatos desse site, comecei a fantasiar com ela tendo uma experiência extraconjugal. Quando transávamos sussurrava ao seu ouvido que ela merecia experimentar outra pica, tamanho era o prazer que ela me dava. De tanto insistir nesse devaneio, ela começou a gostar da brincadeira e a fantasia começou a ser sua também e sem eu saber começou a ter sonhos relacionados a ela. Ela sempre me contou tudo, mas, como ela sempre foi uma mulher séria, dessas que nem olham para o lado quando anda na rua, achei que não era para valer. Me enganei. Somos casados a 8 anos, mas um cara que foi paquera dela há mais de dez anos, nunca se conformou pelo fato de não a ter levado para a cama e vinha assediando ela há anos. Ela nunca tinha dado chance para o sujeito, nem tinha me falado, pois achava irrelevante o assunto. Pois bem, a minha fantasia acendeu o desejo nela. E num belo dia ela disse: vou realizar a sua fantasia. Gelei na hora, mas ainda assim achei que não ia dar em nada. Então, sempre quando estávamos naqueles momentos ela ia falando como estavam os preparativos… Aquilo me parecia uma brincadeira do mesmo jeito que eu fazia com ela, na hora que fazíamos amor. Ela ia me contando os passos: “já escolhi o cara que vai ser meu amante”; “ele quer que seja um momento inesquecível”, “Já estamos marcando a data”… Cada vez que ela falava – e perguntava se eu estava de acordo, eu, sem saber que aquilo era sério, dizia que sim. Até que um dia ela deu a sentença final: “já comprei as passagens para daqui a 20 dias, vamos de Azul, partimos de Campinas direto para Ilhéus (BA), de lá vai ter uma van nos esperando para o hotel, que fica a 70 km, em Itacaré… vamos passar o feriado de 1º de maio… Nesse momento acendeu uma luz amarela na minha testa. Desconfiei. Era detalhe demais, então perguntei: Você está falando sério? Ela apenas sorriu, levantou-se da cama, pegou sua bolsa, abriu, retirou uma passagem de avião e o voucher do hotel. Era sério. Quase desmaiei. Quis protestar, mas ela me mandou ficar calado, pois se era o que eu queria, era o que ia ter. Nos dias que antecederam a viagem, fui ficando cada dia mais azedo, inseguro, mal humorado. Pensei até em separação. Para resumir a história, eles viajaram sábado passado e nesses 4 dias experimentei um sentimento horrível, insuportável, um gosto de jiló na boca o tempo todo. Acho que paguei todos os meus pecados. E ainda para minha revolta ela mandou uma msg de texto pedindo para ir busca-la no aeroporto. Vôo 4447 com previsão para as 06:30 da manhã. Tive que levantar às cinco da madruga, pois moramos a 150 km de Campinas. Fui, mas fui azedo. Na chegada ela estava com um sorriso enorme nos lábios, mas estava linda, a diaba. Na viagem de carro, eu não disse uma palavra, mas ela não se abalou com a minha cara feia. Deixei ela em casa e fui trabalhar. No trabalho fiquei arquitetando o que ia fazer, como ia me vingar. Quando voltei, estava decidido separar. Ela me chamou no quarto assim que cheguei e foi com aquele jeito meigo, me fazendo carinho, foi me “desarmando”, não consegui falar nada do que tinha ensaiado. Acabamos fazendo amor. Quando terminamos eu era outra pessoa, todo aquele sentimento nefasto sumiu do meu peito como num passe de mágica. Então eu falei: Bem, fantasia realizada, bola pra frente. Ela me respondeu: Sim, bola pra frente, mas agora ele é meu amante. Nós vamos continuar… Pronto, aquele sentimento voltou.

Bem, pessoal, desculpem o jornal, mas estou escrevendo para alertar os homens que como eu, tem essa fantasia. Esse assunto é muito gostoso quando se está fantasiando, mas quando é pra valer, vocês devem estar preparado para enfrentar a barra. Não é fácil suportar o gosto de jiló na boca e nem podemos culpa-las, se foi a gente quem começou a brincadeira. Portanto, muito cuidado. Se for pra fazer mesmo, é preciso um diálogo franco, deixando claro o que pode e o que não pode, para não haver ressentimentos. No meu caso, ainda não sei o que fazer. Eu adoro essa mulher, mas não sei se agüento, ela tendo um amante. Não sei. Estou meio perdidão, essa é que é a verdade.

Abraço a todos
Ricardo
[email protected]

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Escrito por Anônimo

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adriana gostosona de ciço malota.

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