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Embaraço e Tesão no Urologista!

Hoje fui ao urologista pela primeira vez! Estava morrendo de nervosismo, os minutos que passei na sala de espera da clínica me pareceram horas, os olhares que cruzavam o meu pareciam estar me julgando, cada um à sua maneira. Após "horas" na ansiedade, chegou a hora. Estava quase me rendendo a tentação de ir embora quando chamaram meu nome. Putz, agora não tinha mais volta.
Entrei na sala do doutor e ele foi super receptivo. Conversamos por alguns minutos e então fomos a área de exame físico, que era indispensável devido ao motivo de minha consulta. Foi aí que tudo aconteceu.
Tenho 25 anos, me considero comodamente atraente. Tenho 1,85 de altura e peso 98kg. Sou caucasiano, tenho cabelos castanhos e olhos verdes. Estou um pouco fora de forma, mas nada essencialmente importunante. O meu problema é "mais embaixo". Não sou bem dotado… Pelo contrário, meu amigo deixa a desejar em quesitos de tamanho. Mas eu sempre tive consciência disso, e sempre evitei exposições desnecessárias, para evitar o constrangimento. Bom, até agora.
O doutor, também alto, caucasiano, de cabelo grisalho, barba por fazer e em forma, aparentava ter no máximo 32 anos. Ele foi super profissional enquanto conversávamos e tirou todas as dúvidas que apresentei. Ele então me direcionou ao divã comumente utilizado por médicos, e me pediu que abaixasse as calças e cueca até a altura do joelho. De costas, ele esperou até que eu me despisse e que me deitasse e então, se virou.
Ele não pôde conter a cara de espanto (ou decepção?). Quando ele se virava e caminhava até mim, parou e encarou diretamente o meu "amiguinho". Sua boca se abriu, mas nenhum som saiu. Enquanto eu estava ali, experimentei o estado de maior exposição que um homem pode enfrentar em sua vida. Deitado, despido e totalmente vulnerável, me senti como a pessoa mais exposta na face da terra. Do jeito que vim ao mundo, sem poder me cobrir ou fazer qualquer outra coisa para evitar aquele olhar penetrante. Ficamos nessa situação por aproximadamente 6 segundos, até que o doutor se recompôs e "conseguiu" voltar a falar. Estranhamente, não me senti humilhado, mas pelo contrário: senti um tesão imenso na hora! Mas, devido ao momento e a nervosidade, só fui perceber a tensão sexual quando cheguei em casa, horas depois.
Após o "climão" do momento, o doutor seguiu com o exame normalmente. Foi mágico quando, sem luvas, com os dedos polegar e indicador, em formato de pinça, ele pegou meu instrumento e começou a manuseá-lo. Talvez eu não tenha conseguido disfarçar esta minha reação ao toque… Mas novamente, devido ao momento, não tive ereção. Meu colega ficou ali; murcho, vulnerável, exposto e pequenino como sempre, permitindo-se ser tocado e explorado pelo doutor.
O exame seguiu. Ele pediu que eu removesse totalmente as calças e cueca, mas mantendo os sapatos (embora eu soubesse que não era necessário, e que “talvez” ele só quisesse me deixar em uma posição de maior exposição, eu o obedeci, sem questionar.). E, por mais vários minutos, ele ficou ali, sem tirar a mão do meu pau por um único segundo, encarando, sorrindo, explicando e conversando super descontraidamente e, é claro, mexendo. Ao final do exame, ele pediu que eu me sentasse no divã, ainda sem vestir as calças. Obedeci, é claro. A este ponto, eu já era totalmente submisso às ordens do doutor.
Não gosto muito de me sentar nu nesta posição (sem encostar os pés no chão e com as pernas abertas), pois, como já disse, meu pênis é pequeno; especialmente nesta posição. Desta vez, ainda sem luvas, ele "acariciou" o que restava do meu pênis e saco para fora do corpo, apenas com uma mão, e colocando seu corpo e rosto bem perto dos meus, enquanto me encarava, sorrindo de uma maneira tímida. E então deu o diagnóstico.
Não havia nada de errado. Tudo ok. Exceto é claro, o tamanho do meu amigo. E ele fez questão de deixar isto claro. Mostrei que isso não me incomodava desde que não houvesse problemas clínicos, os quais não havia. Então, o doutor encerrou o exame e pediu para me vestir, mas desta vez ficou olhando até que eu fechasse o zíper. Ao colocar a cueca, deixei-o “pendurado” para fora, segurado pelo elástico, enquanto eu colocava as calças. Fiz questão de deixa-lo exposto o maior tempo possível, sem encarar o doutor enquanto o fazia, querendo passar uma impressão casual. Por fim vestido, o doutor me conduziu a sua mesa e me recomendou uma pomada para a leve irritação na área da pube, motivo pelo qual tinha ido visitá-lo. Só para provocá-lo um pouquinho mais, perguntei se não tinha nada a ser feito em relação ao tamanho. Ele me respondeu com estas exatas palavras: “Você é alto, encorpado, musculoso e peludo. Isso tudo indica que seu nível de testosterona está normalizado. Talvez seu pintinho (ênfase na palavra “pintinho”, e no tesão imenso que senti nessa hora) tenha esse tamanho por questões genéticas e, neste caso, não há nada a ser feito.” Por fim, ele encerrou a consulta. Ao nos despedirmos, ele segurou meu aperto de mão por vários segundos a mais do que seria o normal, e sorriu durante todo o tempo. Agradeci e, quando me virei para abrir a porta, ele não pôde conter uma risadinha, quase inaudível, mas somente quase. Virei-me de volta enquanto saía, para mostrar que tinha ouvido. Ele apertou os lábios e encarou o chão, antes de olhar de volta para mim. Despedi-me com uma piscadela, para mostrar que estava tudo bem e que eu tinha curtido muito tudo aquilo.
Descobri que tenho predisposição bissexual e que adoro um SPH. Agora minha vida sexual talvez se torne mais selvagem e ativa, “sem medo de ser feliz”. Pretendo voltar ao consultório muito em breve!

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Escrito por Anônimo

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