De vez em quando venho aqui pra desabafar. Não tenho conta, desisti de criar. Sempre é sobre o mesmo assunto. Pra quem não leu ou não se lembra, sou casada, trabalho num arquivo municipal, eu e um colega, é há alguns meses, começamos a ter um caso.
Da última vez que postei, alguém questionou minha honestidade e isso mexeu comigo. Mas vou dar um exemplo do quanto é difícil ser tão certinha.
Passei o último sábado cuidando da casa. Nosso apartamento é pequeno, mas havia muitas coisas pra fazer. De manhã, roupa na máquina, saí pra fazer compras e o meu marido saiu pra jogar futebol. Quase duas horas depois, retornei, pendurei as roupas, guardei as coisas e parti pra faxina. Limpeza dos móveis, da casa, da louça…quase três horas depois, tudo pronto, pausa para um lanche. Hora de passar roupas. Meu dia acabou por volta da 16 horas, exausta. Meu marido chegou, hálito de cerveja, tomou banho, foi assitir TV.
Eu dormi cansada, o que me fez apagar até que o dia amanheceu. No meu quarto, vejo os primeiros sinais de luz por volta das 5:15 da manhã. Durmo no canto, encostada na parede. Acordei com uma mão me tocando. Imaginei que alguma coisa tinha acontecido, perguntei o que era, ele respondeu “nada, vem cá”. Hã?
Eu durmo de camiseta, sem nada por baixo. Meu marido acordou cheio de vontades, começou a me bolinar e eu, ainda exausta, fiquei quieta na expectativa que ele me deixasse em paz. Não deixou. Continuou me bolinando, se esfregando, em fim, colocando o dedo seco na minha vagina. Na cabeça dele, estava me “excitando”. Depois passou a esfregar o pinto na minha bunda, me dando beijos nas costas, respirando perto com aquele hálito vencido.
Não dá pra ficar excitada numa situação dessas. Ele não se importou, colocou o pênis na minha vagina e tentou me penetrar. Desconforto total, me recusei a permitir. Ele se levantou, pegou um pouco do meu óleo corporal e se lubrificou. Voltou a ação, dessa vez com sucesso.
Durante uns cinco minutos ele me penetrou, gemeu, apertou a minha bunda e finalmente gozou do lado de fora enquanto tentava colocar o pinto no meu ânus. Se levantou, pegou um pedaço de papel higiênico e me entregou. Não se dignou em limpar a sujeira que fez. Em seguida, se deitou e em minutos estava roncando novamente. Me limpei, levantei, tomei banho, escovei os dentes e fiz meu café. O meu domingo começou antes das 6 h.
Fui pra sala, deitei no sofá, abri meu celular e fui dar uma olhada nas mensagens. O “Marcelo” havia mandado um “oi” no meio da madrugada. O que será que ele queria?
Na sexta-feira, 15 de novembro, aproveitamos uma chance rara. Uma amiga saiu de viagem e me pediu pra cuidar de umas coisas no apartamento dela. Coincidiu que a esposa do Marcelo tinha viajado para a cidade vizinha a trabalho e, desse modo, tivemos algumas horas juntos.
Tomamos todos os cuidados imagináveis e fomos para o apartamento. No caminho, ficamos distantes como desconhecidos, mas quando entramos e viramos a chave, nos entregamos. Ele estava de jeans e camiseta, o que arranquei na sala. Minhas roupas ficaram pelo chão também. Nem conferimos o apartamento. Se tivesse alguém lá, teria nos dado o maior flagrante.
Eu o levei para o quarto de hóspedes, que havia sido preparado para mim (minha amiga sabe de tudo). Ele me jogou na cama, se deitou sobre o meu corpo, nos beijamos, a boca dele foi descendo, o coração acelerado como nunca. Tirei o restante da roupa dele, aquele pau duro e enorme, saltou pra fora. Parece uma coisa de confeitaria, um tipo de doce cor-de-rosa, feito para uma criança gulosa. Eu sou gulosa.
Fazia um bom tempo que queria fazer aquilo, então pedi licença e me fartei com pau e bolas muito bem depiladas (acho maravilhoso. Homens, se depilem, não raspem com gilete, apenas cortem baixinho). Estava tão bom, mas eu não queria um orgasmo dele ainda. Me sentei na cama, puxei uns travesseiros pra ficar mais sentada e me ofereci. Ele se ajoelhou e me fez aquele favor. É de revirar a alma. Pedi pelo pau dele, queria gozar nele. Ele até lembrou da camisinha, mas falei que não queria. Lembrei que a gente já tinha feito sem ela outras vezes.
Usei minha mão e guiei o pauzão dele. Não precisou de óleo ou qualquer lubrificação extra, só um pouquinho de paciência e jeito. Pra ele, toda vagina é apertada. Tive que afastar meus lábios vaginais com os dedos pra não serem empurrados juntos. E quando a glande passa, rola aquela sensação boa de que “agora vai”. E vai, e continua indo, até que toca no fundo. Passei as pernas nas costas dele e deixei ele trabalhar.
Um prazer imenso, eu queria gozar, mas ele não deixava, parava, me fazia respirar, me chupava os peitos, tirava o pau, chupava minha vagina, a minha bunda, me lambia as pernas, colocava novamente e me socava até eu virar os olhos, e outra vez parava. Até que me virou de bruços, me puxou pela cintura, abriu as minhas pernas e me ajustou como se eu fosse uma boneca sexual. Fiquei de pé, debruçada na cama. Eu estava suada, derretendo literalmente. Mandou eu mostrar a minha bunda pra ele, queria que eu ficasse ainda mais oferecida. Afastei as nádegas e me exibi. Ele de pé, me olhando e se masturbando.
Mandei me comer. Ganhei uma chupada que foi da vagina até a minha nuca. Depois, ele se ajustou por trás, senti o cabeção na minha vagina, fuçando que nem bicho do mato procurando uma toca. Quando achou, me penetrou quase de uma vez só. Ele se agarrou aos meus quadris, mãos cruzadas, segurou firme, senti a força dele em cada estocada. Meteu forte por alguns segundos, mas passou a cadenciar. Colocou o dedo naquele lugar, fez carinho e introduziu o polegarzão, depois dois dedos. Sabia o que ele pretendia. Estava me laceando… Com todas aquelas sensações, gozei tanto, que quase desfaleci. Ele continuou dentro de mim, eu me debrucei e subi na cama pra me deitar. Ele veio junto e ficamos quietos, enquanto se mexia devagar, quase imperceptível.
Respirei fundo várias vezes, meu tesão não foi embora. Ficamos de ladinho e continuamos. Ele falou que queria gozar no meu bumbum, igual da última vez. Naquela, foi meio na marra, mas, em fim, não dava pra parar. Ele escorregou pelo lado, foi empurrando devagarinho, mas escorregava…rsrs. Ele se cansou, levantou da cama e me puxou pra quina. Fiquei sobre os joelhos, sentada nas panturrilhas e ele no chão. Me mandou mostrar a bunda novamente e colocou os dois dedos, socou, esticou, colocou mais um… Apertado ainda.
Quando achou suficiente, passou saliva e colocou lá atrás. Estava no limite da tolerância quando começou a entrar. Respirei fundo, me sentindo como se eu fosse uma bota e alguém com um pé dois números maior tentava me “calçar”. Uma “eternidade” depois, senti minhas entranhas sendo socadas por aquele pintão. Sensações boas e dolorosas se alternaram. Nada é fácil com ele, mas acabei tendo sensações maravilhosas, especialmente quando se deitou todo sobre mim, pesado, quadris pressionando a minha bunda e, como dizem, entrou até o talo. Com o relaxamento, “aceitei” melhor e ele conseguiu dar umas bombadinhas. Depois daquilo, meu furico nunca mais foi o mesmo.
Foram poucos instantes, minutos talvez, mas ele logo gozou. Ele tem aquele gozadão que parece um esguicho de xixi. Gozou, tremeu, me apertou como se eu fosse uma amoeba. Depois que acalmou, senti o pau dele relaxando dentro de mim, diminuindo a pressão. Quando ele tirou, eu fui pingando esperma para o banheiro . Tomamos banho juntos, sentamos na cama, descansamos um pouco, respondemos mensagens no celular, falamos quase nada. Aproveitei pra segurar no pinto dele, brincar um pouco. No trabalho não tínhamos esse tipo de liberdade. Masturbei e fiz oral, sempre quiz fazer isso com calma e fiz. Ficou duro novamente e voltamos a transar noutras posições. No começo do segundo round, não achei que conseguiria, mas foi ficando quente e gostoso e pedi pra sentar no colo dele. Fiz caber dentro de mim, me movimentei até que gozei maravilhosamente. Ele não parou e falou que também iria gozar. Tirei rápido e dei a ele uma nova experiência.
Coloquei a glande na boca, segurei succionando e masturbando com as mãos. Ele ejaculou quente, vários goles, gosto de nada, levemente adocicada. Ele adorou, desmaiou. Tive uma leve vontade de vomitar depois, mas felizmente passou. Estragaria tudo.
Enquanto me lembrava disso, ainda deitada no sofá, comecei a me tocar e gozei sozinha enquanto meu marido roncava no quarto. E não é que temos uma vida ruim, não é sempre do modo como foi. Fosse, não estaríamos juntos até hoje. E também sei que ninguém trepa com a esposa como o Marcelo trepou comigo. Isso é coisa de amantes. Ele já me disse que com a esposa, é muito mais frio. Por tudo isso, não tenho a pretensão de mudar de vida, não mais do que já mudei.
Não pretendo escrever mais sobre isso. Cansada. Vou levar minha vida e cervate onde consigo lidar com essa situação.


Que maravilha de foda! Você entrou na pica com vontade, né safada!
Eu adoro quando minha mulher faz isso com os machos dela e volta pra casa gozada arregaçada e feliz.
Não tem nada melhor do que uma mulher bem comida.
Tem homens que não sabem valorizar a mulher que tem! Você parece ser uma mulher bonita, gostosa, cheia de tesão e seu marido não sabe, e nem se importa, em te excitar, em te seduzir.
Já o amante te faz ir às nuvens. Aproveite, goze e seja feliz!
O que falta é diálogo..este teu casamento..vc tá colocando a culpa na rotina! Em vez de conversar com. Teu marido prefere trai-lo..! Sem pensar mas consequências! Seu marido tá no automático! Pq vc tbm..tá..o erro tá em vcs dois . conversem..! Exija peça mudança, se ele não mudar se separe..e este teu amigo.amante..logo tbm..vai enjoar de te comer..e vai meter o pé na sua bunda..por enquanto tá bom..mas o tesão de vcs dois… vai passar..e só no começo..! Isso ai..falo por experiência propia
Pena seu marido não saber aproveitar essa femea, realmente voce merece ser tratada como o Marcelo te trata, sempre acho que o ideal mesmo é o marido ser cumplice e compartilhar a femea com outros machos, mas sei que poucos são assim, fico feliz que voce tem o Marcelo uma ótima valvula de escape para essa sua vida .
Olá Samantha !!!
Parabéns pelo seu relato, muito bem escrito e com detalhes bem sensuais fiquei muito excitado aqui !!! Esse Marcelo de fato é um cara de sorte, ter encontrado uma amante igual a vc … com todo esse cuidado e esse bom senso é difícil…. Seu marido infelizmente peca igual 90% dos maridos …. E esse bando de idiotas que te criticam devem ser iguais a ele …
Ou ao menos tão babaca quanto !!! Viva sua vida o melhor possível, pois o tempo passa !!! Mas como vc disse a vida a dois nem sempre são rosas, mas temos que fazer o melhor possível !!! Desejo muita sorte a vc … ah me indique sua amiga que te ajuda kkkkk também quero uma amante para momentos diferentes já que aqui em casa tudo também caiu na rotina !!! Bjs e boa sorte a vc !!!
Amigo, vivo a mesma situação, amo meu marido, mas tenho muita vontade de provar algo diferente. Infelizmente não tenho coragem. Ele me faz gozar, mas quero mais !!! Acabo me satisfazendo sozinha mesmo!!!
Sou casado e vivo uma situação parecida.
Vamos conversar
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