Historia real copiada do blog punhetaradical.blogspot
Dizem que o amor é cego. Eu digo que o tesão também. Aquela fantasia maluca de não quere ejacular estava me fazendo bater punheta para um homem que eu nem conhecia. Logo eu que me achava tão macho e independente.
Uma ejaculação inesperada me libertou. Eu gozei bem na frente dos olhos dele, exatamente em um daqueles momentos em que ele estava me observando. Eu não queria, mas não consegui evitar. A porra simplesmente jorrou de dentro do meu corpo como um vulcão que expele a lava acumulada durante anos. Depois de tanto tempo vitorioso, foi uma derrota. Mas fazer o que? Gozei.
Imediatamente ele começou a escrever e escrever no chat. Mas quer saber de uma coisa? Depois de gozar não dá vontade de ler nada. Então eu desliguei o computador. Como sempre, durante os próximos dias aproveitei para tirar o atraso. Gozei, gozei e gozei. Nem me dei o trabalho de abrir o computador. Acho que passei umas duas semanas gozando todos os dias. Depois cansei e passei outros tantos dias sem nem tocar no peru.
Quando o tesão voltou, decidi verificar as mensagens. Lá estavam elas; centenas delas. O tal gringo havia ficado desesperado com a minha ausência. Foi então que eu percebi que não era o único dependente. Ele também necessitava alimentar seu vício. O feitiço se virou contra o feiticeiro. Eu ainda não estava com tanto tesão a ponto de perder a cabeça. Ele estava. Então aproveite para me vigar usando as mesmas ferramentas. Se ele quisesse me ver batendo punheta novamente teria que se mostrar, e muito. Da mesma forma como me incentivou a fazer. Nos mesmos horários, em frente à câmera, sem saber se estava sendo visto ou não. Ele topou de imediato.
O cara era um cavalo. Batia punheta feito um tarado. Quando estava quase gozando sempre dava aquela parada estratégica e começava tudo de novo. Minha alma gêmea; exceto pelo fato de ser gay assumido enquanto eu pensava ser hetero pervertido.
Continua…

