Historia real copiada do blog punhetaradical.blogspot
Permanecer sem gozar até a data da viagem dele foi mais fácil do que eu imaginava. As longas punhetas que a gente batia em frente à cam nos mantinham não só sexualmente ocupados, mas também controlados. Quando um de nos dois chegava muito perto do gozo o outro mandava parar. Sempre funcionava. Antes disto era eu que tinha aquele vício inexplicável de sempre parar antes do gozo. Agora era outra pessoa que estava me ordenando a fazer isto. E funcionava muito bem. Eu sempre obedecia. O melhor de tudo era que eu também ordenava que ele parasse quando percebia que estava na hora. Ele soltava um gemido de desespero, fazia uma cara estranha, mas sempre tirava a mão da pica. Depois sorria e começava de novo.
Para garantir que o esquema funcionasse estipulamos que nenhum de nós iria bater punheta sem supervisão. Esta era a parte mais difícil. Durante o dia dava uma tremenda vontade de bater umazinha lá no banheiro do escritório. Quando eu estava em casa também. Mas eu tinha que aguardar o horário dos encontros cibernéticos combinados. Certo dia me flagrei esfregando a mão no pau durante o expediente de trabalho. E como se não bastasse, minha calça ficou manchada de baba. Sei que o pessoal reparou. Que vexame!
Até aí tudo bem, mas então chegou o dia da viagem. Ficamos muitas horas sem nos comunicar. Senti falta das videoconferências, do incentivo, do controle… Até tentei dar uma espiada em outros caras, mas não era a mesma coisa. Todos eles, ou gozavam, ou queriam que eu gozasse. Mulheres; sei lá. Eu as via. Mas não era nada daquilo que eu queria. Era a síndrome da abstinência talvez.
Não tinha jeito, tive que esperar o tal gringo chegar.
Continua..

