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Engravidei minha mulher de propósito.

Conheci a Bia no curso. Ela era minha aluna e já no primeiro momento em que a vi senti uma incontrolável atração. O curso foi desenrolando e eu sempre trabalhando e viajando muito. As coisas acabaram se esfriando em meu coração.
No entanto, lá por setembro, as coisas ficaram cada vez mais difíceis de esconder. Eu elogiava as outras alunas, mas ela não. Nao elogiava com medo de me trair, porque eu fui desenvolvendo uma grande paixão por ela. Uma das alunas e amiga da Bia percebeu meu interesse. Não me sinto assediador porque a Bia é adulta e tinha mais de 30 anos quando fui seu professor. Nossa diferença de idade é bem pouca.
As meninas ficavam encantadas comigo, querendo ficar perto de mim e me cantando. Nao sou feio. Tenho belo porte, bonitos olhos. Mas a Bia parecia não me notar como homem. Ela mantinha uma distância que me entristecia. Comecei a perceber que sentia muito ciúme dela, dos amigos que se aproximavam, das fotos e comentários no facebook. Eu vigiava de perto, à risca, fazia mesmo sem ela imaginar que eu marcava tudo o que ela fazia.
No final do curso, tomei coragem e fui me aproximando, cortejando e deixando claro meus sentimentos e o que queria. Bia se sentia confusa. Sou rico ela veio de classe social pobre. Nunca me pediu nada, só solicitou minha interferência uma vez, mas nada envolvendo dinheiro ou oportunidade. Ela estava perdida e precisava de auxílio para ir embora.Isso me encantava ainda mais na Bia, mas sabia que por seus princípios rla não ficaria comigo. Contei com a ajuda da outra aluna que ela adorava e que também ficou minha amiga. Ela interferiu e arrumou um encontro nosso. Nesse encontro me confessei abertamente. Ela me abraçou, nos beijamos. Ela disse que me admirava. Senti aí a diferença da proporção de nossos sentimentos. Por isso a minha insegurança…
Era início de dezembro quando eu a pedi para que ficasse um pouco comigo. Eu ia trabalhar na Europa por alguns meses, o que a fez hesitar. Mas fomos finalmente nos aproximando. Quis o que ha muito não tinha: beijo na boca, passeio na praia, cineminha. Apresentei-a aos meus parentes e conheci os seus. Fui pra Europa e continuamos o namoro à distância. Fui pra Europa sem termos transado e mesmo assim, fui completamente apaixonado. Não conseguia ter olhos pra nenhuma outra mulher, perto da Bia eram sem graça. E Bia sempre foi muito bonita, muoto gostosa mesmo e inteligente. Namorávamos por e-mail, facebook, zap, telefone e cartas. Eu tinha muita certeza do que queria com ela, mas me sentia inseguro. Ela linda, sozinha na nossa cidade, sendo cortejada… Ela dizia sentir ciúme também, mas acho que falava pra que eu me sentisse melhor ou mais desejado. Ela parecia realmente não se importar. E acho que realmente não se importava, por causa da segurança na forma de agir.
Finalmente voltei para passar uns meses na nossa cidade. Fiquei uns diasncom minha família e depois com ela. Fui tratado com minha carinho e doçura, me senti no céu. Passamos 48 h trancados fazendo amor. Depois disso não quis deixar Bia voltar pra casa dela, na comunidade. Quis que ela ficasse comigo, morando, sendo minha mulher, me cobrindo de carinho. Eu estava bem carente, mas realmente estava amando muito. Conversei com a mãe dela. Bia ficou morando comigo, mas exercendo suas atividades. Tinha uma amiga dela que eu odiava. Dei um jeito de arranjar uma.ocupação para Bia nos dias em que ela ia se encontrar com essa amiga. Uma menina que a levava pra beber, pra festas. Achava má influência. Um tipo vulgar que nada se assemelhava com a Bia, que, embora adulta, era inocente, tinha pureza, do contrário, nao a teria escolhido a dedo para mim.
Foi se aproximando o momento de voltar pra Europa. Pedi que Bia continuasse em minha casa, morando. Ela não quis. Eu teimei muito, fiz birra, briguei, fiz chantagem emocional até ela ceder. Ela cedeu, um pouco a contragosto. Confesso que seria a melhor forma de continuar vigiando a Bia. Com amigos de confiança por perto, meu motorista, família. E ainda pedi que visitasse a casa dos meus parentes aos fins de semana, uma forma a mais de controla-la. A Bia sempre foi muito independente. E nunca me avisava que ia fazer alguma coisa: ela ia e fazia. Eu admirava isso e igualmente temia.
Eu nunca fui um homem de compromisso. Já tive mulheres até com o peito mais empinado e mais bundudas do que a Bia. Mas nenhuma era a Bia e nenhuma me fez sentir o que a Bia fez. Depois desses seis meses vivendo com ela, voltar pra Europa foi doloroso. Ficava pensando nela em mim, fazendo amor comigo. Lembrava de como eu beijava seu corpo e de como ela gemia de forma erótica e sensível ao mesmo. Me dava muito mais tesão do que todas as mulheres que gritavam e falavam putaria. Gostava como homem, de falar putaria com as putas que passaram pela minha cama, mas com Bia não. Seu gemido e sua vagina completamente encharcada era mais erotico e me levavam a um nível de excitação muito alto.
Estava na Europa e Bia começou a fazer um curso de idomas. Não encrenquei. Seria bom pro seu mestrado. Passou um tempo, ela vislu que voltaria pra casa. Fiquei furioso. Reclamei, ameacei, até elogiar outras mulheres no face fiz, tentando abalar a autoconfiança dela. Nada. Bia foi pra casa. Fiquei com ciúme, fiquei sem saber como agir. Fui ficando tranquilo com o tempo porque ela continuou passando os fins de semana com minha família, mas meu controle sobre ela diminuiu.
Ela fez várias amizades. Todo mundo sabia que estávamos juntos. Desde o nosso primeiro beijo fiz questão de assumir publicamente que estava com Bia. Então todo mundo sabia que ela era minha mulher. Tinha um amigo dela que a toda foto que ela postava ficava chamando de linda. Sinalizei meu desconforto. Eu lá de longe sempre me mantive fiel. Não iria tolerar ser enganado. De fato o comportamento dela sempre foi lindo. Mas a cada dia eu sentia mais medo, mais inseguro, mais possessivo. E ela continuava a amizade com aquela mulherzinha desregrada q eu não suportava. Dizia que era preconceito meu.
Nova volta ao Brasil. Bia veio para ficar uns meses na minha casa. Ela só ia pras aulas com meu motorista e de lá voltava. Ele a vigiava para mim( sem q ela soubesse q ele estava fazendo isso). Mais de um dia saí enquanto ela dormia e deixei a casa trancada para ela não ir embora. Quando eu voltava ela estava chorando e querendo ir embora. Daí eu flava que tinha esquecido, que era o costume.
No sexo, eu gostava de dominar Bia porque sabia que não a dominava na vida, porque sentia que eu gostava mais dela do que ela de mim. Sempre posiçoes de dominação. Um dia ela forçou pra ficar em cima de mim, até conseguiu subir, mas a coloquei de quatro de a penetrei com muita força para puni-la, dei tapas violentos em sua bunda. Eu disse que era tesão depois de tantos meses longe. Mas não era só isso. Um dia estávamos no maior chamego, muito carinho, eu já tava excitado, ela toda molhada e gemendo bem gostoso doida pra fazer amor, e pedindo pra beijar os seios dela, o telefone da Bia toca. Não atendeu. Mas insistia. De modo que pedi pra atender. Ela atendeu e percebi que ficou constrangida. Perguntei quem era. Nao falou. Perguntei de novo. Não falou. Levantei com meus 1,90 e tomei o celular da mão dela. Era o amigo que cismou que poderia disputar comigo. Eu fiquei louco. Comecei a xingar, a Bia chorava e dizia que ele tinha noiva, que estavam combinando de estudar pra prova. Quebrei o celular na parede. Dei uns 3 socos na parede. Bia saiu correndo pra porta, fui atrás dela, puxei-a, ela começou a gritar, pedindo pra eu nao bater nela. Eu não bateria nela nunca. Fiquei na frente da porta e disse que ela não iria embora. Ela chorava demais. Eu também chorei. Pedi, implorei, ajoelhei. Nada. Continuei implorando e conversando mais racional, disse que estava louco de ciúme que iria melhorar, que me perdoasse. Ela foi cedendo. Eu de joelho sou quase do tamanho dela. A Bia é toda pequena, fiquei arrependido. Eu ia dessa vez para os Estados Unidos em uma semana, nao queria nada ruim entre nós. Nessa noite dormimos abraçados e chorando. Falamos o quanto nos amávamos.
Sempre usamos camisinha. A Bia exigia. Nao queria tomar anticoncepcional. Dessa vez que voltei perguntei se não poderíamos fazer coito interrompido, mas ela não aceitava. Eu ia trabalhar dessa vez nos Estados Unidos e o qe tinha se passado, minha furia de ciúme poderia esfriar a Bia em relação a mim. Nas nossas ultimas noites juntos, eu colocava a camisinha pra ela saber q estava fazendo isso, começava a penetração, parava, beijava sua barriga, lambia seu clitóris e nisso tirava a camisinha e voltava. Foram três noites gozando dentro. Na quarta dei duas ejaculadas em tirar.
Viajei dois dias depois. Se ela soubesse iria tomar pílula do dia seguinte. E eu queria que ela ficasse grávida mesmo. Assim ela seria minha e somente minha, sem amiga levando pro mau caminho e marmanjo dando em cima.
Dois meses depois Bia me confessava que estava grávida. Estava triste e nervosa. Confusa de como isso tinha acontecido se usamos preservativo. Eu tentei argumentar que pode ter vazado ou furado. Demonstrava pra ela o quanto estava feliz e isso foi causando aceitação nela.
Voltei para o Brasil antes do nosso filho nascer. Nos casamos e exigi que usasse meu sobrenome.
Sou um marido muito bom, fiel e dedicado. Um pai amoroso.
Mas o que eu quero eu consigo.

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Escrito por Anônimo

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