Eu confesso que aceitei e estimulei a fantasia erótica do meu marido, de brincarmos de papai e filhinha, foi muito prazeroso bancar a filha gostosa de um pai excitado.
Recentemente refizemos a excitante encenação, e ele me surpreendeu agindo como se fosse exatamente o meu pai (e não mais um papai fictício), inclusive se referindo ao meu marido como outra pessoa. Eu então agi como eu mesma, filha de um e esposa do outro, só que com liberdade para ceder aos apelos e dar prazer ao pai, e ao mesmo tempo sentir a reação de extase do marido.

