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Éscorregay na juventude 2

Um verão depois, voltei a passar uns dias na casa do Carlos. Era uma época mais quente do que o normal. As tardes ficavam pesadas, abafadas, e à noite a gente suava até sem se mexer.

Numa tarde, ele sugeriu irmos até o rio, um lugar mais afastado, tranquilo, onde os vizinhos raramente apareciam. Levamos toalhas, algo pra beber e descemos a trilha no meio do mato. O som da água correndo misturado com o canto dos pássaros dava ao lugar uma calma que escondia a tensão que já borbulhava entre nós.

Chegamos ao rio. Ele tirou a camisa primeiro, depois o short, e ficou só de cueca. O corpo dele estava mais definido, bronzeado. Não consegui esconder que o olhava. Ele percebeu e sorriu de canto, sem dizer nada.

Tirei minha roupa também e entramos juntos na água gelada. O contraste do frio com o calor do nosso corpo aumentava o tesão em silêncio. A água batia na cintura, e às vezes, os nossos corpos se esbarravam de leve — um toque rápido, uma pele que roçava sem querer, mas que dizia muito.

Em um desses esbarrões, o pau dele encostou na minha perna. Ele não recuou. Ficou olhando nos meus olhos, respirando fundo, o pau crescendo, rígido, marcando sob a cueca encharcada.

— Vem cá… — disse, a voz rouca, baixa, mas firme.

Me aproximei. Ele tirou minha cueca debaixo d’água com força, jogando-a na margem. Depois puxou a dele também. Ficamos ali, pelados, frente a frente no meio do rio. A correnteza era suave, mas nossos corpos já estavam agitados.

Carlos me virou devagar e me encostou numa pedra lisa, molhada. Passou as mãos pelas minhas costas, desceu pelos meus quadris e apertou minha bunda com firmeza. Começou a se esfregar ali, seu pau deslizando entre as minhas nádegas, grosso, duro, quente.

— Você me provoca, sabia? — sussurrou.

— E você demora pra agir… — respondi, arfando.

Ele me empurrou um pouco mais, e eu apoiei os braços na pedra, empinado, o cu exposto. Sentia cada gota d’água escorrer, o frio da pedra no peito e o calor dele por trás.

Carlos cuspiu na mão, passou na cabeça do pau e me abriu devagar. Mesmo já acostumado, a entrada sempre arrepiava. O pau dele foi entrando com firmeza, mas sem pressa. Estava com sede de mim. Começou a meter fundo, devagar, depois acelerando, enquanto segurava minha cintura com força.

O barulho da água escondia nossos gemidos. O som dos corpos se chocando fazia eco entre as pedras.

— Isso… rebola pra mim — ele dizia, quase sem ar.

Eu obedecia, empinando mais, sentindo ele entrar e sair com vontade. Me masturbava ali mesmo, água escorrendo, gozo preso na garganta.

Ele gozou primeiro, enfiando até o fundo, tremendo, gemendo rouco no meu ouvido. Sentia o esperma quente se espalhando por dentro de mim, o corpo dele colado ao meu, pesado, saciado.

Eu terminei logo depois, gozando forte nas pedras, enquanto ele me segurava firme, ainda dentro.

Ficamos um tempo assim, ofegantes, pelados no meio do mato, como se o mundo tivesse parado ali com a gente.

Quando saímos da água, ele me lançou um olhar sério — daqueles que dizem sem palavras: “isso não é só tesão”. Mas nenhum de nós falou nada. Nos vestimos, voltamos pela trilha e, mais uma vez, agimos como se fosse só mais uma tarde comum.

Mas eu sabia. E ele também.

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Escrito por ricmanso

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Um Comentário

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amo novinhas de maior de 18 claro né

Pergunta besta rsrs