Eu confesso que Livra-te das amargas lembranças que te prendem aos escuros caminhos do passado.Não te detenhas a examinar a própria aflição, imbuído de pessimismo e invalidade.É inútil a água que repousa no lodo e ineficiente o trabalhador que não produz. Vale-te do ensejo e tempo disponível para aprofundar considerações otimistas de atividade e renovação. Não lamentes, afirmando: “sou infeliz”. Não anules o apelo, dizendo: “quem sou eu para ajudar?”. Quem decreta a própria inutilidade se desconhece. Estás no lugar certo, no momento exato e com os recursos exigíveis. Movimenta o interesse paralizado e experimenta recomeçar. Recupera a alegria e deixa que a esperança ilumine o céu sombrio de tua alma. Ninguém atingirá as Alturas Espirituais sem a movimentação do sacrifício, nem se justificará no fracasso apresentando a desculpa :”eu não pude”.

