Eu confesso que sou casada há dois anos. Tenho 29 anos e meu marido 33, e o amo apaixonadamente, apesar do que vou contar.
Viajei para São Paulo para ficar com minha mãe operada recentemente, e voltei a nossa cidade semana passada. A viagem é horrivelmente monótona, e sempre tomo um Dramin para evitar enjoos e dormir. E nessa não foi diferente. Cochilei e depois dormi como uma pedra.
Acordei uma hora depois recostada em meu vizinho de poltrona, que pacientemente me permitiu encostar nele. Era um homem grande, mulato, e eu, que sou pequena, parecia uma criança ao seu lado. Pedi desculpas, culpei o remédio, e começamos a conversar.
Ele me elogiava muito. Dizia que me achava linda, um docinho de menina , e eu sorria meio sem jeito, colocando a mão a suas vistas, deixando que visse minha aliança. Mas se ele notou, nada disse.
Eu passei a gostar da conversa dele. Reparei que olhava meu decote e a cada vez que me inclinava para frente, ele não desgrudava os olhos, vendo meus seios que são pequenos e isso me deu um calor gostoso. Que mulher não gosta de ser desejada? E o assunto ficou mais picante. Sem nem saber meu nome começou a se declarar para mim, a me xavecar, como se diz. E eu, certa de estar a salvo de tentações maiores, passei a participar do joguinho.
O ônibus parou por meia hora. Descemos e eu me dirigi ao banheiro, com ele fazendo o mesmo no dos homens. Quando saí, ele me pegou pela mão e disse me querer mostrar algo. Eu acendi meu cigarro e fui. Chegamos a uma loja fechada, vazia e escura. Ele abriu a porta e de repente segurou meu rosto e beijou minha boca. Eu não tive tempo nem de negar ou corresponder. Com seu corpo muito maior que o meu, me empurrou para dentro, fechando a porta. Eu estava tão surpresa que fiquei sem ação, mesmo quando ele puxou minha saia para baixo junto com a calcinha e me virou brutalmente de costas para ele. Protestei debilmente dizendo que era casada, mas ele nem ligou. Com uma estocada forte me penetrou e começou a copular como se eu fosse uma vaca. Eu confesso que estava adorando. O membro dele era grande, duro, me penetrava forte e acabei por ter o orgasmo mais rapido de minha vida. Ele por sua vez, ejaculou em mim em cinco minutos de sexo. Mandou que me vestisse e saiu da loja. Eu estava tonta, confusa, e saí dali o mais rápido que pude, mas o onibus já chamava para o embarque e sem ao menos me lavar, entrei.
O resto da viagem foi um embaraço só. Ele era arrogante, autoritário e me tratou como uma puta sem vergonha. Eu apenas respondia com monossílabos quando perguntava entre sorrisos se eu havia gostado, se o líquido dele estava escorrendo de meu útero e se eu gostaria de ter o neguinho que me plantou naquela noite. De vez em quando enfiava as mãos por dentro de minha blusa, apertando meus seios e zombava de minhas tentativas de negar. Mas o pior ainda estava por vir.
Ao chegarmos na rodoviária, meu marido me esperava. Eu não sabia onde enfiar a cara de vergonha e implorei a ele que fosse embora sem ao menos me cumprimentar. Ele riu e concordou.
Desci e me abracei ao meu marido. Ele me beijou e de repente chamou o homem por um apelido. Ele veio e deu um abraço em meu marido. Eram colegas de trabalho. De áreas diferentes, mas mesmo assim, amigos.
Ele ainda foi de carona conosco, e a todo instante que podia sorria maliciosamente para mim. Pedi a meu marido para parar na farmácia e comprei a pílula do dia seguinte, dizendo que era para enxaqueca. Minha calcinha estava molhada com o esperma que descia e aquilo me deixava envergonhadíssima.
Passaram-se tres dias. E de repente recebo um telefonema. Ele havia anotado meu número em meu celular durante a viagem, quando dormitei um pouco.
Tive ímpetos de xingá-lo. Mas aquela voz decidida de de cafajeste me dominou. Me sentí uma pomba atraída por uma cobra.
E tenho marcado com ele e desmarcado em seguida já por umas cinco vezes. Não tenho mais paz, fico indócil o dia inteiro pensando no que fizemos. Eu o desejo, quero ser usada por ele, mas tenho um medo horrível. Meu marido vai viajar a trabalho semana que vem e ele já me avisou que vem aqui me possuir.
O que eu posso fazer para não fraquejar? Me sinto atraída e ao mesmo tempo tenho respeito e amor por meu marido.. Mas não sei o quanto posso aguentar.

