Na última quarta-feira o escritório fechou ao meio-dia por causa de uma reforma. Peguei o carro e fui direto pra casa, sem avisar Rosilene por causa da pressa. Estacionei na rua, já pensando no lava-jato, e entrei pelo portãozinho lateral dos fundos — a porta da frente ainda trava.
Pelo corredor já vinham sons estranhos: respirações pesadas, gemidos abafados, um barulhinho molhado e ritmado. Fiquei tenso, mas continuei andando devagar. Quando cheguei na área gourmet, vi tudo.
Rafael encostado na pia, calça e cueca nos tornozelos, pernas entreabertas. Rosilene de joelhos, rosto enterrado na virilha dele, chupando com uma fome impressionante. O pau dele era descomunal: comprido, muito grosso, veias saltadas, roxo, curvado levemente pra cima. Ela segurava a base com as duas mãos — os dedos nem se encontravam — e ainda sobrava bastante para fora.
Ela lambia devagar da raiz até a cabeça, a língua acompanhando cada veia pulsante, deixando tudo brilhando de saliva. Depois envolvia a glande com os lábios e sugava forte, engolindo fundo, até a garganta apertar. Quando recuava, o pau saía encharcado; ela cuspia em cima e voltava a engolir, engasgando e soltando gemidos roucos e longos de puro tesão. Uma mão massageava as bolas dele, a outra já estava dentro da calcinha, dedos rodando o clitóris rápido, depois penetrando a buceta encharcada. O som molhado da masturbação dela se misturava ao barulho da chupada. Rafael gemia baixo, rouco:
“Caralho, Rosi… assim… chupa tudo, porra…”
Os gemidos dela eram cada vez mais altos e descontrolados:
“Mmmph… hmmmm… aahhh… hããã…”
Cada vez que engolia mais fundo, saía um gemido abafado e vibrante contra o pau, como se ela estivesse implorando por mais. Quando engasgava, o som virava um “hrrrmph… aaaaahhh…”, quase um ronronar de prazer misturado com desespero.
Ele gozou rápido.
“Ahhh… ahh… não aguento… vou gozar…”
Ela acelerou a boca e a mão na própria buceta. Ele explodiu em jatos grossos: primeiro na língua, depois no céu da boca, escorrendo pelos cantos. Rosilene não recuou — continuou chupando, gemendo alto enquanto o sêmen pingava no rosto, no queixo, nos peitos. Os gemidos dela viraram gritos abafados de êxtase:
“Aaahhh… hããã… mmmph… aiii… tá quente… aahhh…”
Ao mesmo tempo, os dedos dela entravam e saíam frenéticos. Ela gozou junto, o corpo tremendo ajoelhada, soltando um gemido longo e rasgado:
“AAHHH… AAAAHHHH… CARALHO… TÔ GOZANDO… AIII…”
Depois que ele amoleceu, ela limpou o pau devagar com a língua. Ele se vestiu. Ela sussurrou:
“Obrigada por vir… quando puder escapar de novo, me avisa. Tô precisando muito disso.”
“Eu que agradeço, princesa. Semana que vem eu te chamo”, ele respondeu, antes de sair pelos fundos.
Ela entrou, foi pro banheiro. Ouvi o chuveiro. Me escondi no quarto de hóspedes. Pelos gemidos que vinham misturados com a água, dava pra saber que ela se masturbava de novo lá dentro — gemidos mais agudos, quase chorosos de tanto tesão:
“Aiii… hãã… mais… aahhh…”
Quando saiu, ainda pingando água, pegou o vibrador na gaveta da sala.
Jogou-se no sofá, abriu bem as pernas. Começou devagar, espalhando o mel que ainda escorria, gemendo baixinho:
“Mmm… hummm… que delícia…”
Depois ligou no modo mais forte e enfiou tudo de uma vez. O gemido veio rasgado:
“AI CARALHOOOO… AAAAHHH!”
Ela começou a bombar com violência: entrava e saía rápido, a outra mão pressionando o clitóris em círculos frenéticos. O corpo se contorcia inteiro. Os gemidos foram ficando cada vez mais intensos, mais desesperados, quase gritos:
“Aiii… aaiii… ahhh… hãããã… tá muito fundo… AAAAHHH!”
“Não para… não para… AHHH… MEU DEUS… AIII!”
“Eu vou gozar… eu vou gozar… AAAAHHHH… CARALHO… TÔ GOZANDO DE NOVO!”
Ela apertava os peitos com força, unhas cravadas, deixando marcas vermelhas. As coxas tremiam violentamente, o sofá rangia, o líquido escorrendo pelo vibrador formava uma poça grande. Mordia o travesseiro, mas os gemidos escapavam mesmo assim, cada vez mais altos e quebrados:
“AAAAAHHH… SOCORRO… AIII SOCORRO… PUTA QUE PARIU… TÔ GOZANDO MUITO… AHHH… AHHH… NÃO AGUENTO… AAAAHHHHH!”
Gozou uma, duas, três, quatro vezes seguidas. Cada orgasmo vinha com um grito mais longo e animalesco, o corpo convulsionando inteiro, olhos revirando, boca aberta num êxtase quase doloroso:
“AAAAAAAAAHHHHH… TÔ GOZANDO… TÔ GOZANDO DE NOVO… CARALHO… AIII… SOCORROOO…”
Só parou quando as pernas cederam de vez e o vibrador escorregou pra fora, ainda vibrando no sofá. Ela ficou ali alguns segundos, ofegante, gemendo baixinho de satisfação:
“Hummm… hãã… que delícia… meu Deus…”
Depois voltou pro banho. Eu saí escondido, entrei no carro e dirigi sem rumo, o pau latejando tanto que doía. Voltei no horário normal, fingi que o dia tinha sido comum. À noite transamos — eu pensando nela gemendo daquele jeito, se entregando completamente, gozando como louca — e gozei como nunca na vida.
Meu pau de 11 cm nunca deu conta dela. Agora entendo por quê.
E isso me deixa louco de tesão. Sou corno e tô adorando.
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Cadelinha deliciosa.
Essa loira de lingerie deve ser maravilhosa.
Posta uma foto desse espetáculo de.mulher de lingerie.
Ola tens fotos dela amigo corno gosta de ver [email protected]
Se ela gostou do amigo, você verá ele várias vezes ou outros amigos farão parte da rotina da sua esposa. Vamos conversar? Gostaria de conhecer sua esposa. E-mail: [email protected]
É com 11 cm, ela precisa de um dotado msm
Pelo visto você ficou tão vidrado com a ferramenta alheia que foi capaz de descrever os detalhes do “brinquedo” que fez a alegria da esposa.
Olha o cu deste piranha.. maravilhosa 🤤🤤😋😋.este puta exala sexo..se na foro desse pra sentir o xero deste rabo..muito gostosa , chuparia muito este cu dela e buceta este de comer..ela..! Mas d vdd..tá parecendo mais um conto dia que real..mas fantasia sua..!
Que bela mulher.
Seu relato me deixou daquele jeito
Vamos fazer contato quero te ajudar a dar a ela muito prazer chama não vai arrepender email [email protected]
Delicia de situação!!! É a sua esposa na foto? que Cavala gostosa! Merece mtas rolas!