Estou passando por um momento complicado. Há oito anos, me envolvi com uma pessoa de outro estado, que veio morar comigo. No começo, era tudo maravilhoso: muito sexo, intensidade, carinho. Com o tempo, fomos prosperando na vida, mas, junto com isso, vieram mais responsabilidades, trabalho e preocupações. Não temos filhos.
Com essa mudança, ela começou a se distanciar, tanto emocionalmente quanto fisicamente. No início, eu compreendia – diminuímos a frequência sexual de duas vezes por semana para uma, depois para uma vez por mês, até que chegamos a dois meses sem sexo. Agora, já se passaram quase seis meses.
Ela até diz que quer, às vezes até sugere que eu tome a iniciativa, mas me negou tantas vezes que perdi a motivação. Muitas vezes, prometia fazer algo, como sexo ou sexo oral, mas sempre aparecia uma desculpa: estava cansada, brigamos por algo, ou simplesmente adiava para outro dia. No começo, eu não me importava tanto, me masturbava pensando nela e seguia em frente. Com o tempo, parei de fantasiar com ela e comecei a recorrer a vídeos – o que sei que não é ideal, mas foi a única saída que encontrei.
Ela costumava marcar os encontros íntimos para os sábados, algo que já acho estranho dentro de um casamento. Só que, quando chegava o sábado, adiava para o domingo. No domingo, dizia que à noite, e à noite, dizia que estava cansada. Esse ciclo se repetiu por meses, até que, em um determinado momento, percebi que não fazia sentido continuar implorando por sexo e simplesmente deixei de insistir.
O problema agora é que, embora eu continue achando minha esposa bonita, atraente e uma ótima companheira, aquele desejo intenso que sentia por ela se foi. Tenho até receio de sugerir algo, pois, quando ela tenta, acabo não sentindo a mesma vontade e até perco a excitação. No entanto, sei que não sou broxa, pois continuo me excitando normalmente quando me masturbo.
Já tentei conversar com ela sobre a importância do sexo na relação, mas o ciclo de promessas sempre se repetia. Hoje, percebo que continuo com ela mais pelo fato de estarmos longe da família dela. Se morássemos na mesma cidade, talvez o término já tivesse acontecido.


Já teve uma conversa franca pra entender se ela ainda gosta de você?
Se sente atraída por você?
Pergunte objetivamente se ela sente desejo por outro (s) homem(s) ou mulher(és).
Ninguém deixa de sentir vontade de transar, as vezes, cai na rotina e isso faz com que o desejo vá diminuindo até sumir completamente.
Se quiser conversar melhor [email protected]
Proponha a ela um casamento liberal, se ela disser que não diga que se não votarem a transar via ser liberal sim. E cada um se satisfaz como quiser. E bola pra frente.
Valeu por contar sua situação que e um pouco parecida com a minha. No meu caso, foi inevitável arranjar outra fora.