Eu confesso que tinha vontade de jogar um colega de estágio gay pela janela do escritório. Não tenho nada contra o genero, é só um desabafo. Eu ia pro estagio de jornalismo e tinha esse colega que trabalhava comigo que era daqueles viados que ainda não sabem que tão maduros, que ainda não sabe que é viado. Ele falava de moda e fofoca com as outras estagiárias e com isso eu ficava só na revolta, porque elas nem me davam atenção querendo saber das últimas quentes do Tiago Lacerda que eram notícias altamente frescas de praxe do colega peroba.
Com isso eu passei seis meses no escritório, que ficava no 16o. andar de um prédio, ouvindo aquele viado com aquela voz enjoada contando as mais diferentes fofocas de qualquer ser que já teve seu nome veiculado pela mídia, mesmo aqueles com apenas seus 15 minutos de fama lá no escritório tinham uma hora de discussão, parecia uma roda de debate do canal gnt. E com isso meu passatempo preferido era imaginar as diferentes as diferentes formas de estrangular, picotar, jogar do prédio, aquele gay inescrupuloso desviador de atenções. Imaginava eu jogando ele pela janela e ouvindo aquele grito gay dele ecoando por entre os prédios numa descida rumo ao solo numa queda transviada rosa. Um dia ele chegou no escritório e seu cérebro de purpurina estava preocupado com seu futuro jornalistico, de certo na Contigo. Seu sobrenome é Pinto. Estávamos todos lá no escritório até que que ele disse, Haroldo Pinto, isso é o nome de jornalista? O que é que eu vou fazer com esse pinto? rs …E eu só pensando, enfia ele no c…. Confesso que ri muito.

