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Estou me odiando por ter feito sexo com meu desafeto

Meu desabafo é uma autocrítica por ter permitido que meu desafeto declarado que vou chamar aqui de Silva, como é conhecido no escritório no qual trabalho.

Silva é conhecido como o grande comedor de viados. Apenas no meio frequentado por homosexuais. Sua fama é grande pelo seu estilo dominador e sádico.

Suas proezas estão espalhadas aos quatro ventos no meio. Eu sempre odiei ele pelo que ele fez a um grande amigo meu, destruindo a carreira profissional e não somente deste meu amigo, mas muitos outros que ouvi por muitas bocas.

Ele é arrogante. Seu estilo é destes ratos de academia, bombado, de fino trato e frequentador da alta sociedade, mas barbariza os viados que caem na sua lábia.

Eu tive o desprazer de frequentar um evento em que ele estava e por poucos instantes me vi na mesma roda de bate -papo com ele.

Foi o que bastou para o babaca me humilhar na frente de todo mundo. Não vou me ater muito para não prolongar meu desabafo, mas no fim da noite ele me encostou no canto e falou que não me encheria de porrada pra não se envolver em confusão com um colega de trabalho mas estava pensando em foder meu rabo de um jeito que eu jamais me esqueceria.

Eu fiquei muito indignado pela forma que ele falou, como se dependesse apenas de sua vontade e o desafiei a tentar.

Vou pular o desenrolar dos fatos, mas antes do final da festa ele me encurralou no banheiro e praticamente me conduziu ao jardim onde impôs através do seu físico avantajado que eu tomasse uma decisão.

Eu deveria escolher entre tomar uma surra ou deixar ele me foder. Não foram estas as palavras exatas , mas estava implicito isto.

Eu não acreditando o peitei dizendo que o comportamente dele era ridículo e que não me sentia ameaçado por ele. Ele não pensou duas vezes e me desferiu 3 tapas no rosto.Eu mal consegui me esquivar.

Eu disse: Que é isso cara? Ele veio pra cima e me impressou contra a parede. Senti o volume do pau dele contra minha barriga. Ele era muito maior que eu.

Ele falou, como é, o que você prefere? Eu nada falei, apenas estava em choque. Ele vendo minha falta de atitude, me pegou pelo braço e me conduziu ao seu carro.

Quando fui jogado ao banco do carona, eu já me tremia todo, não tinha mais reação. Ele deu a volta e sentou. Antes dele ligar o carro, vi ele retirando o celular do bolso e reparei como seu pau devia estar duro, quase estourando a calça e devia realmente ser um pau muito grande.

Sua fama o precedia e eu senti que ele tinha grande prazer em se impor sobre as outras pessoas.

Ele então disse o que ia fazer e mandou que eu não bancasse o engraçadinho, pois naquela altura o prazer de me comer ou me dar uma surra, seria o mesmo.

Vi que ele falava sério e me deixei levar pra onde ele tinha planejado. Fomo para um prédio que devia ser sua residência ou um lugar onde ele comia seus viados.

Eu estava suando frio e com uma sensação de mal estar tão grande que minavam toda minha vontade de realgir.

Então Silva estacionou, entramos no elevador e subimos até o apartamento. Silva teve que me auxiliar, pois eu estava tendo ansia de vêmito e fraqueza extrema, parecendo que ia desmaiar.

Antes de entrar pedi para ele não fazer aquilo, mas ele me ignorou por completo.

Entramos e ele foi bem rudi, mandando eu para de frescura e ir tirando minha roupa. Eu estava tão confuso e sem ânimo para reagir. Acabei indo muito devagar tirando minhas roupas e fiquei somente de cueca.

Ele também foi tirando sua roupa e eu vi como era atlético, diferente de mim que sou franzino. Quando vi seu pau meia bomda percebi que tudo que falavam dele era verdade.

Seu pau era grande e grosso. Ainda não tão rígido, a brutalidade daquilo era compativel com seu tamanho e compleição física.

Assim como seus braços e pernas eram cheios de veias calibrosas saltadas, o corpo do seu pau também.

Ele mandou eu tira a cueca também, eu pedi pra ele não fazer aquilo comigo, mas ele veio na minha direção e com o pau roçando na minha barriga de novo, ele me envolveu passando os braços por trá do meu corpo e cravou minha cueca no meu rabo.

Gritei com ele, Para com isso porra!, mas ele me olhou e me desferiu outro tapa no rosto. Eu falei, que isso cara, para de me bater, eu não te fiz nada.

Ele voltou a me envolver com os braços e agora começou a tirar minha cueca e ao final levei dois tapas na bunda.

Cheguei a dar um salto pra cada tapa que levei devido sua força. Logo imaginei levar socos daquele brutamontes.

Eu comecei a sentir ele alisando minha bunda e afastando ambas as bandas. Senti até um ventinho entrando no meu cú que se abria quando ele as afastava.

Me senti tão humilhado nessa hora , mas não tive reação para impedir. Eu não colaborava com ele, mas não tinha coragem de me defender.

Ele abria minha bunda e um dedo dele tocava na entrada do meu cú. Apesar de odiar estar passando por aquilo, meu cú estava tão sensível ao seu toque que logo reagiu com pequenas contrações.

Aquilo o animou e ele começou a fazer movimentos circulares que faziam meu cú acelerar as contrações. A sensação contraditoriamente era boa, em relação ao meu sentimento de indignação por estar sendo forçado a aquilo.

Silva desferia mais tapas na minha bunda e em certo momento me conduziu para o quarto do apartamento.

Lá tinha uma cama de casal e ele me colocou sentado nela e posicionou-se a minha frente com o pau a uns 20cm de distancia do meu rosto. Eu não acreditava que Sila ia me fazer chupar seu pau. Não demourou nada para ele bater com aquele monstro algumas vezes no meu rosto e direcioná-lo até minha boca.

Não abri de imediato, mas depois de algumas palavras firmes e intimidantes e outro tapa no rosto, eu abri a boca pra ele enfiar seu pau até alcançar o inicio da minha garganta.

Era tão grosso o seu pau que meus labios quase rasgaram. O toque nas paredes da minha garganta a irritaram logo de cara e eu comecei a tossir por reflexo. Agora veriam lagrimas dos meus olhos e secreções da minha narina e boca.

Seu pau saiu todo babado da minha boca para logo em seguida adentrar novamente na minha boca. Ele iniciava um movimento de foda nela.

Eu me senti tão humilhado, sentado a beira da cama com Silva fodendo minha boca com seu pau.

Ele pra me humilhar, falou: Seja uma boa bicha e brinca com meu pau um pouco. Ele tirou o pau da minha boca e ficou ali balançando ele na minha frente.

Eu olhei pra ele e ele comum sorriso de deboche me olhou de volta. Eu não sei porque, peguei o seu pau com uma de minhas mãos, abri a boca e abocanhei o pau dele, Com a outra mão, alcancei suas bola e comecei a acariaci-a-las.

Ele teve a certeza que eu estava dominado e colocou a mão sobre minha cabeça, pegando meu cabelo e começou a fazer eu engolir por completo seu pau.

Senti o pau se transformando dentro da minha boca. Aquilo estava muito rígido e pulsante. O ritmo era tão alucimante que achava que ia levar uma gozada dentro da boca a qualquer instante.

Ele era sádico e me humilhava a todo instante. Seu prazer aumentava quando ele me desferiar um tapa na cara e me xingava de bicha, mulherzinha, puta, sempre se referindo a mim no feminino.

De repenpente ele começou a bater no meu rosto sem para e gritando mandava eu pedir pra levar pau no cú.

Eu jamais ia pedir isso, pois sabia que não ia aguentar o tamanho do seu pau dentro do meu cú, mas a surra e a humilhação foram se estendendo e num dado momento eu comecei a cair na real.

Sabia que ia ser fodido por ele de qualquer forma, querendo ou não e para parar comuero pica no cú….! Quero pica no cú….! Me dá pica no cu por favor….!

Ele se mantinha me espancando e depois de eu praticamente implorar para ele para e me dar pica, ele finalmente me atendeu.

Me liberou e me ajudou a me posicionar de quatro na beira da cama. Não estava preparado pra levar pica em meu cú e estava com muito medo.

Minha postura estava retraída, mas ele começou a pincelar a cabeça do pau no meu cú. A sensação por incrível que pareça foi gostosa. M eu cú reagiu como ao toque do seu dedo. Controções como se fossem esparmos musculares e um calafrio começaram e me dar uma sensação de tesão, até meu pauzinho murcho reagiu, mas sem crescer.

Ele mandou eu continuar pedindo pica e eu obedeci debaixo de tapas nas nadegas. Ele batia e eu pedia pra ele meter a pica no meu cu.

Ele pincelava e meu cú ia reagindo mais intensamente. Eu ia aos poucos perdendo aquela postura retraída e ia empinando aos poucos minha ancas. Minhas pernas iam se afastando gradativamente e eu consequentemente ficando mais exposto pra ele.

Enfim eu estava todo aberto e empinado levando tapas na bunda e pinceladas no cú enquanto gritava mete no meu cú por favor Silva.

Ele ria abertamente e enfim começou a forçar a grande cabeça. Meu piscava e impedia a cabeça de penetrá-lo, mas suas mãos fixaram minha cintura e ele forçou continuamente e meu cú começou a ceder.

Pedi pra ele parar, mas ele já estava num ponto de não retorno e continuou forçando mesmo diante das minha queixas. Senti meu cú ceder por completo e a parte mais grossa da cabeça do pau dele ultrapassar os limites do meu esfíncter anal.

Lógico que algumas pregas anais foram arrebentadas, deu pra sentir como se fibras estourando. Mal a cabeça se alojou ele afastou mais as bandas da minha bunda e foi empurrando. Comforme os centímetros de pau invadiam meu cú, as paredes anais pareciam estar pegando fogo.

Uma ardência enlouquecedora me arracaram grunidos estéricos. Ele falava, para com isso bicha fresca, aguenta pica do seu macho. Ma pra ele era fácial falar isso, mas eu estava sentindo o sofrimento daquele monstro me penetrando firme e continuadamente.

N ão sabia quanto tempo aquela penetração ainda levaria até eu receber o pau dele inteiro dentro do meu cú, mais pela forma arrastada ainda sofreria por um tempo.

Procurei então aprender a aliviar o sofrimente encontrando posições que me favoreceriam. Comecei a ir pra frente quando ele empurrava a pica pra dentro. Relaxar quando ele parava também ajudava no alívio da dor.

Usar minhas mãos para freiar o movimento da penetração para indicar que seu pau estava me machucando. Mas foi ai que ele se indignou e falou rispidamente: Não faça mais isso sua bicha escrota, deixa seu macho decidir quando parar de te foder.

Ele então tirou o pau de uma vez, me empurrou me derrubando de costas na cama. Me desferiu outros tapas no rosto e sem dizer nada, apenas com seu olhar intimidador me fez procurar uma posição para ele voltar a me penetrar.

Olhando em seus olhos, fui me arrastando, posicionando a bunda na beirada da cama e na direção exta do seu pau. Afastei as pernas e as suspendi. Ele vendo que eu tinha compreendido, pegou minha pernas e as apoiou em seus ombros.

Pegou a pica e a levou até meu cú e empurrou voltando a profundidade que estava quando interrompeu a penetração.

Segurei o lencol da cama e o torci para aliviar a tensão durante a pentração. Ele começou então a empurrar devagar a pica e eu retorcia o lencol e soltava um arrastado Aaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiii! até ele decidir parar.

Eu fazia uma espécia de respiração que as gravidas fazem ao dar a luz. Era extintivo para ajudar a suportar tanta pica.

Ele ia firme no propósito de enfiar aquele monstro todo dentro de mim e eu já pensava que seria uma melhor estratégia facilitar seu intutito. Então eu estendi os braços pra ele e o chamei para cima de mim.

Ele entendeu e veio se deitando por cima de mim. Senti seu peso e seu corpanzil másculo. Não podia respirar direito e levei as mãos até suas nadegas e indiquei que queria que ele voltasse a me penetrar.

Empurrava suas nadegas para que ele se enterrase mais dentro do meu cú. Seu pau estava latejando de tesão e senti ele vindo firme pra dentro de mim.

Eu queria que aquilo acabasse de uma vez, mesmo a custas de muito sofrimento. Então senti as lágrimas rolando pelo meu rosto e soltei um grito longo enquanto a resto do pau dele entrava rasgando os restos das pregas do meu cú.

Não podia deixar ele iniciar o movimento de foda como meu cú pegando fogo daquele jeito ao fim da penetração. Precisava de um tempo. Então comecei a acariciar suas nádegas, costas, cabelo e dar beijinhos em seu peito e ombro.

Por um tempo ele se deixou entregar aos meus carinhos, mas depois de um tempo ele voltou ao seu impeto de macho e começou a me foder.

Apenas tinha ganho um tempinho, mas meu cú ainda pegava fogo e foi inevitável gemer durante as estocadas que crescia em ritmo e força.

Não demorou nada para eu estar levando cravadas violentas dentro do cú enquanto soltava gritinhos desesperados. Isso o animava, me ver tentando conter os sons que era obrigado a emitir. Fazia eles falcearem, como se fossem gemidos femininos.

Isso durou até eu começar a suplicar para ele tirar o pau que ele estava me arrombando todo. Foram palavras de incentivo pra ele me foder cada vez mais forte.

Sabia que naquele ritmo ele ia me inundar de semêm a qualquer momento. Não queria passar por essa humilhação. Pedia para ele me foder mais devagar e por incrível que parece ele me atendeu.

Agora ele saía inteiro até a cabeça quase pular pra fora e depois enterrava todo pau de volta. Começo a ficar mais fácil receber sua pica inteira dentro do cú, até que pela primeira vez naquela noite eu comecei a sentir até prazer nas penetrações.

Meu pauzinho não cresceu muito, mas ficou meia bomda e pulsando e eu comecei enfim a soltar gemidos, revelando que sentia prazer em ter o pau de Silva dentro do meu cú.

Ele também gostou de me arrancar gemidos e se manteva mais carinhoso comigo.

Ele tirou de novo o pau e disse que queria me foder de pé. Eu não entendi o que era foder de pé, mas ele me puxou pelo braço e me conduziu para a parede e me virou de costas na posição de revista.

Se posicionou atrá de mim e voltou a pincelar a pica dura no meu cú por um brave tempo. Então encaixou na portinha e mandou eu pedir pica. Eu já estava louco de tesão naquela altura e com o cú piscando alucinado e emiti a frase: Mete a pica em mim Silva!, Me arrebenta todo meu macho…!

Ele já foi empurrando até as bolas baterem contra minha mundo. Eu alucinei e me empinei todo pra ele. Senti ele laçar minha cintura e começar a foder.

Eram estocadas tão fortes que eu saía do chão. Parecia que acabeça do pau batia no meu estômago. O pau dele estava tão duro que era como uma barra de aço e me feria com contudência. Sabia que ele estava memachucando pra valer por dentro.

Mas queria que ele me leitasse de verdade agora. E comecei a incentivá-lo: Goza dentro do meu cú Silva!, Me enche de porra meu macho!, Quero leite dentro do meu cú, por favor!

E ele falava: Pede sua bicha, pede pro seu macho te leitar! Quer leite de pica dentro do cú, quer?

Quando senti aquele leite quente comecar a jorrar daquela pica, eu me arrebitei todo e joguei a bunda pra cima dele e ele retribuiu, forçando a pica toda até o fundo do meu cú e nessa hora senti a pica grossa pulsar dentro do meu cú e fiquei curtindo aquela porra quentinha ser depositada até a última gota dentro de mim.

Ele ainda me fez voltar caminhando pra cama com o pau engatado no meu cú. Caminhei rebolando na pica dele de tanto tesão que eu tava. Ele nos conduziu engatados e caímos de ladinho na cama, comigo sentindo o´pau latejante ir aos poucos se acalmando e voltando ao estado normal.

O pau foi deslizando pra fora do meu cú aos pouquinhos e ao sair comecei a sentir o leite escorrer de dentro de mim.

Senti ele com seu dedo recolher os primeiros fluídos que ele tinha acabado de introduzir dentro de mim e levar o dedo lambuzado até perto da minha boca. Ainda tomado de tesão, entendi que ele queria que eu chupasse seu dedo.

Eu acabei fazendo o que ele queria e com a boca sorvi todo o semêm que ele havia recolhido. Ele não queria que eu desperdiçasse nada do leite que ele depositou em mim.

Não senti nojo daquilo, pois estava num estado de tesão imenso.

Não conversamos depois disso. Ele apenas me deixou tomar um banho e me dispensou me mandando embora do seu apartamento.

Ainda não nos encontramos no ambiente de trabalho e não seu como ele e nem mesmo eu reagiremos.

No fim, acho que eu estou sofrendo mais de incerteza por ter exercido o papel de fêmea, enquanto que para ele que exerceu o papel do macho deve estar sendo mais fácil.

Es estou me odiando de ter sido tão fraco diante do Silva, pelo fato de ele ser meu desafeto declarado, temo pela retaliação que sofrerei agora que ele tem esse trunfo nas mãos. Não sei como se dará essa relação de desafeto que temos um pelo outro.

Como vocês acham que eu e ele devemos nos comportar um para com o outro daqui pra frente?

Se ele se sentir no direito de voltar a me foder quando bem quiser, eu deveria tentar reprimí-lo?

Se ele me subjulgar mais uma vez, devo continuar me martirizando por sucumbir ao seu ímpeto de comedor?

E o fato de eu ter no final de tudo sentido tesão no final da minha submissão a ele, devo continuar me consumindo em culpa ou relevar minha fraqueza diante dele como um condição humana ligada a minha natureza mais passiva?

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Escrito por Transtornado

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