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Estou realmente em apuros

Eu confesso que estou realmente em apuros. Sou casada a 8 anos, casei-me com 18, tenho atualmente 26. Estou morando no Rio a 3 anos em função do trabalho do meu marido que trabalha embarcado 14 dias e 14 em terra, somos do Acre, norte do país.
Sempre que ele embarca tem um senhor de sessenta e dois anos que mora num andar embaixo do meu que conversa muito comigo, um verdadeiro homem gentil, e meu marido também gosta muito dele. Somos Testemunhas de Jeová e sempre fazemos arranjo para que quando o meu marido está em casa, ministrar o estudo da bíblia para ele.Ele é viúvo, culto e muito respeitador. Os filhos moram em outro estado, são militares. Acontece que devido a minha solidão, sempre converso muito com este senhor, anda e vira ou estou no serviço de campo ( pregação de porta em porta), ou de alguma forma perto dele, ou por telefone, ou levando um bolo, enfim, é difícil para mim falar por causa da vergonha. No início pensei que eu tinha um carinho de filha, pois gosto muito quando ele me chama de “filha”, e o meu marido de “meu filho” também, e ele é muito sincero. Semana passada ele passou mal, e eu levei ele de carro ao hospital, ele tem pressão alta e ficou por lá umas 3 horas até o médico libera-lo com um monte de recomendações sobre pontualidade dos remédios, mandou urgente ao cardiologista e tudo o mais, e eu, prontamente falei que era filha dele e assumi a responsabilidade, embora ele tenha plano de saúde, é aposentado da União, mas muito só. Enquanto estava lá no hospital, devido a um certo medicamento, ele urinava de 5 em cinco minutos, eu o acompanhava sempre ao banheiro próximo a porta, até que comecei a notar o tamanho do membro dele, de verdade, nunca tinha percebido, embora admito que ele tem uma mistura de amigo, pai afável com uma pele muito receptiva.Teve uma hora que eu vi pela calça sem cuecas, uma coisa que ía até o meio das coxas, fiquei pertubada… mas, levei ele para casa. Passado o susto da hora, deitei ele na cama, isso já eram umas 3 horas da manhã, e voltei para o meu apartamento. No outro dia de manhã ele estava bem, fiz ele tomar os remédios logo as 8h, ele estava de banho tomado e me agradeceu. A noite as 20 h voltei, para lembrar-lhe dos remédios, mas eu mesmo estava diferente, não sei explicar. Cheguei a sonhar no pouco que dormi de como seria aquela coisa enorme daquele senhor respeitável e ficava toda úmida instantaneamente. Logo uma pessoa que eu mesma junto com o meu marido, pregava a esperança de um novo mundo, onde a vida eterna pode ser adquirida mediante exemplar conduta moral. A noite ele completamente recuperado, sentei-me ao lado e dei-lhe os remédios, e durante a conversa me deitei ao lado e…de verdade? Fingi que peguei no sono! Estava de vestido preto tipo caseiros, mas justinho, sem calcinhas, sem soutien, sei que ele também me olhou com um olhar diferente. E fingindo dormir uns 20 minutos depois abraçei-o, e me encostava nele de bunda. Pude ver o quanto ele é honesto e eu a puta mesmo: ele dizia: fulana, acorda minha filha, você dormiu! E eu completamente fora do juízo, começei a chamar pelo nome do meu marido, pedindo para ser comida, sussurrava coisas, que o homem ficou totalmente sem jeito. Quando consegui encostar a minha bunda em cheio no membro dele, senti mesmo flácido que era muito volumoso. Levantava o vestido e encostava a bunda na pele nas coxas dele, no pau, e ele tentava me acordar, dizendo que não era meu marido até que por fim, beijei-lhe na boca de supetão, ele resistiu um pouco, mas meteu a língua na minha boca e a mão na minha bunda, mão pesadas, másculas, nos meus peitinhos, tudo. Ainda fingindo que estava dormindo e chamando o nome do meu marido, arranquei o que sobrava de vestido, desci e meti a boca naquilo que eu posso chamar de um membro gigante, deve ter uns 23 cm ou bem mais. Do meu marido é 16 e parece que é a metade, além de fino perto do dele. Lambi, aos poucos e estava já tentando engolir o que mal cabia na boca, primeira vez na vida que chupava um pênis. Ele gemia, e num ímpeto abri as pernas e fui comida com tanto carinho, ele trepou em cima de mim e aos poucos me enfiou aquilo tudo, eu gemia e gozava feito uma mundana. Estava tão lubrificada que a minha vagina embora doendo engoliu aquele salaminho gigante e relativamente duro, meu útero foi pela primeira vez na vida empurrado. Nessa hora eu não “acordava” de vergonha, e ele não parava de me fazer gozar, enfiando os dedinhos no meu anûs, e eu, deixava, nossa, que vontade de experimentar!. Acabei dormindo de verdade. Acordei um pouco depois, nada falei e fui para casa de fininho, acho que ele quem fingiu que dormia. Já fazem 6 dias isso. Meu marido está para desembarcar. Estou evitando falar com o meu vizinho. E nesses 6 dias foi “bom dia” 2 vezes e ninguém tocou no assunto, e sinto que não sei quem tem mais vergonha…mesmo assim ele está com um olhar bondoso, querendo conversar…eu estou fugindo, estou toda machucada na vagina. Sou obrigada a relatar o meu pecado aos anciãos, senão vou ser destruída no armagedon. Serei obrigada a contar ao meu marido. Não sei o que vai ser, pois casei virgem com ele e me trata como uma rainha…ele merece alguém melhor. Devo ser desassociada, pois fiz sexo desnatural (oral), além do que o meu marido, além da decepção, poderá biblicamente se separar oficialmente de mim, e casar com outra se quiser, também poderá me perdoar mas mesmo assim será horrível. Devido na ele ter um salário razoável, algumas irmãs mais jovens ficam tudo dando bola para ele, pois ele é bonito também. Não conheço ninguém aqui no Rio, não posso confiar em nenhum irmão, senão se antecipam e me “deduram”. Achei bom desabafar aqui. E o pior: mesmo com esse turbilhão na cabeça, estou apaixonada e o meu vizinho.
Obrigada ao site, foi muito bom desabafar!

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Escrito por Anônimo

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Um momento de fraqueza, uma vida em pecado.