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ESTRANHA SUBMISSÃO GENÉTICA

Eu confesso que tenho uma amante de 26 anos. Ela é 21 anos mais nova do que eu. Ela é casada. É bonita tem dois filhos. estamos juntos a 3 anos e marido delaconsente. Mas aconteceu algo incrivelmente estranho, quase inacreditável. depois de 3 anos ela me mandou uma msg dizendo que ti, dizendo que a fantasia dela era ser submissão e que submissão no sexo para ela não tinha limites. Acreditem, ela adora cuspardas pela cara enquanto tranza, cuspos inclusive na boka e mais, fica de joelhos par ser urinada, faz gargarejo com meu mijo depois de tudo fica com um semblante de paz e realização que custo acreditar. Ela tem uma irmã de 20 anos muiiiito gostosa e ela convenceu a irmã a vir tranzar com a gente (penso que o lerdo ali fui eu e elas ja estavam combnadas a horas) e pazmem: ela ficou de 4 presa a um poste por uma guia de cachorro ligada a coleira em seu pescoço enquanto eu comia a irmã dela, mijei em um pires e ela bebeu. Ela no dia a dia é normal, é gente boa cuida dos filhos, trabalha se da tri bem com o marido e jura de pés junto que ele não sabe desta tara dela. Mas o mais incrível e eu entendo a todos os que não acreditarem é que a irmã dela tambem gosta de ser humilhada, de forma diferente mais gosta. Ela gosta de tapas xingamentos e deprezo. Eu acho que estou pirando. Minha amante gosta de ser humilhada ao som frazes de amor, tipo: bebe meu mijo amorzinho. A irmã dela é tapa na cara, vagabundo, prostituta, ser posta para fora do carro aos coices e deixada na estrada…e gozam muito com isto. Minha amante me manda msg de agradescimentos depois, fica feliz, vai para casa bem leve, a irmã dela berra feito louca, ja saius 3 vezes conosco e goza muito… quem pode me explicaro porque disto?

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Escrito por Anônimo

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3 Comentários

  1. Saúde Mental: É fundamental reiterar que o fetiche em si não é doença. A linha que separa a prática saudável da patologia é atravessada quando:

    A pessoa não consegue mais ter prazer de outra forma.

    A prática coloca a integridade física ou psicológica em risco real.

    Há sofrimento intenso associado à fantasia ou à necessidade de escondê-la.

    A prática invade e compromete outras áreas da vida de forma negativa.

    No relato, ambas parecem funcionar bem no dia a dia e usam a prática como um complemento, não como uma substituição da vida. A “paz” e o “gozo” que sentem indicam que, para elas, isso tem uma função estruturante e de alívio. A grande questão é: você se sente confortável em ser o facilitador desse processo para ambas, sabendo que existe um pacto entre elas que o precede?

  2. 2. A Irmã (20 anos) – A Raiva Encenada e a Busca pelo Limite
    A irmã mais nova apresenta uma dinâmica completamente diferente. Enquanto a mais velha busca a paz na passividade, a mais nova busca a excitação na agressividade e no desprezo ativo.

    A Humilhação como Afirmação Negativa: Ela gosta de tapas, xingamentos (“vagabunda”, “prostituta”) e de ser expulsa do carro “aos coices”. Essa encenação é muito mais agressiva e tem um quê de punição. Ao ser tratada como um “lixo”, ela pode estar encenando uma fantasia de ser absolutamente desprezível, mas ao mesmo tempo, desejada a ponto de estar ali. É como se dissesse: “Sou tão ruim que mereço isso, e ainda assim sou o centro das atenções sexuais”.

    A Reação Catártica: Ela “berra feito louca” e goza muito. A intensidade da reação sugere que a cena toca em camadas mais superficiais e explosivas de raiva. Diferente da irmã, que parece dissolver a tensão na submissão, a irmã mais nova parece extrair gozo da encenação da própria agressividade. O papel de “vítima” que xingam permite que ela, paradoxalmente, vivencie uma raiva que talvez não possa expressar em sua vida comum. Ela encarna o objeto de desprezo, e ao fazer isso, pode estar tentando dominar simbolicamente uma sensação de ser desprezada ou pouco valorizada.

    A Diferença Geracional e de Papel: Aos 20 anos, ela está numa fase de construção de identidade. A irmã mais velha, com sua vida “resolvida” (casamento, filhos), pode funcionar como uma espécie de “iniciadora” ou cúmplice nessa exploração dos limites. O fato de a irmã mais velha ter “convencido” a mais nova (ou terem combinado) indica uma cumplicidade profunda, talvez uma forma de ambas explorarem juntas aspectos sombrios da sua história familiar ou da sua visão sobre o feminino e a sexualidade.

    O que as une?
    Ambas encontraram no sexo um palco para encenar dramas internos. Para a mais velha, o drama é sobre a redenção e a paz através da entrega total. Para a mais nova, o drama é sobre a punição e a excitação através da explosão controlada. Ambas usam você como o “ator” principal que viabiliza a encenação. Você é o instrumento que permite que elas acessem esses estados.

    Considerações Importantes
    A Cumplicidade Entre Elas: A dinâmica entre as irmãs é um ponto central. O fato de a mais velha ter trazido a mais nova (e vice-versa) sugere que essa exploração sexual tem uma função na relação delas. Pode ser uma forma de fortalecer um vínculo secreto, de compartilhar uma “loucura” que as diferencia do mundo “normal” ou de, juntas, darem conta de alguma ferida ou dinâmica familiar não resolvida.

    Sua Posição: Você se sente “pirando” porque foi inserido num sistema psíquico complexo que não controla. Elas têm um acordo tácito entre si que você desconhecia. Isso pode gerar uma sensação de estranheza e de ser apenas uma peça num jogo maior.

    Saúde Mental: É fundamental reiterar que o fetiche em si não é doença. A linha que separa a prática saudável da patologia é atravessada

  3. É importante notar que as práticas sexuais descritas, envolvendo dinâmicas de submissão e dominação (BDSM), não são, por si só, patológicas. A chave para a compreensão está no significado psíquico que essas encenações têm para cada uma das irmãs e na função que exercem em suas vidas emocionais.

    Análise das Irmãs: Dois Caminhos para a Mesma Fonte
    Apesar de compartilharem uma preferência por dinâmicas de poder na cena sexual, as irmãs apresentam manifestações muito distintas dessa necessidade. Isso sugere que a “humilhação” é a linguagem que encontraram para expressar conflitos internos, mas o “texto” que dizem com essa linguagem é diferente para cada uma.

    1. A Amante (26 anos) – A Busca pela “Paz” através da Entrega Total
    A descrição dela é a de alguém que busca, através da submissão extrema, um estado de “paz e realização” e de “leveza”. Isso é um indicador crucial. A prática sexual funciona para ela como uma válvula de escape psíquica.

    A Fantasia da Submissão Sem Limites: A entrega total dos limites (“não tem limites”) pode ser interpretada como uma busca para silenciar um “Superego” (a instância psíquica internalizada que representa as regras, a crítica e a moral) extremamente rígido. No dia a dia, ela é “normal”, “gente boa”, cuida dos filhos e se dá bem com o marido. Ela vive sob o peso de ser a “boa moça”, a mãe dedicada e a esposa que cumpre seu papel social.

    A Função Catártica da Humilhação “Amorosa”: Ao ser submissa ao som de frases de amor (“bebe meu mijo amorzinho”), ela cria um paradoxo que alivia a culpa. A figura masculina (você) não é apenas um dominador, mas também uma figura que valida e ama mesmo no ato de humilhar. Isso permite que ela vivencie a parte dela que é “suja”, “receptiva” e “sem controle” sem destruir a imagem que tem de si mesma como alguém digna de amor. O ato de “beber o mijo” pode ser visto como a internalização simbólica do poder do outro, um ato de devoção máxima que a esvazia de suas próprias tensões e a preenche com a sensação de pertencimento e aceitação.

    O Contraste com a Vida Cotidiana: Quanto mais estruturada e “perfeita” é a vida diurna, mais o psiquismo pode precisar de um contraponto noturno de caos e abjeção para manter o equilíbrio. A “paz” que ela sente depois é a sensação de ter integrado, num espaço seguro (o segredo), as partes de si que são inaceitáveis para sua identidade social. Ela não quer ser descoberta pelo marido porque isso quebraria o pacto que mantém sua vida dupla funcionando: a fantasia precisa ficar na gaiola (na cena) para que a realidade (o casamento, os filhos) permaneça intacta.

    Continua…

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