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Estuprada

Sou casada ha uns dois anos, e meu marido é engenheiro sênior de uma construtora famosa. Há uns dois meses ele teve que inspecionar uma obra grande em um outro estado e me levou, pois ficaria lá uns vinte dias. Ficamos hospedados em um hotel , enquanto ele realizava seu serviço, e eu, na falta total do que fazer, passei a dar aulas de português para uns imigrantes na paróquia da cidade. Sou filha de franceses e católica, e por isso me voluntariei.
Meu marido teve que se ausentar para discutir alguns pontos com o escritório central e fiquei sozinha por ali, dividindo meu tempo entre as aulas e a piscina chinfrim do hotelzinho.
Na primeira noite que passava sozinha, tomei minha pílula para insônia, como faço há anos, e apaguei num sono profundo e irrequieto.
No meio da noite acordei zonza na escuridão completa do quarto , com um homem em cima de mim, tapando minha boca com a mão e me penetrando vigorosamente. Não conseguia concatenar minhas ideias, sentia meu corpo pesado da ação do remédio, mas estava excitada. Muito excitada. Em minha mente, terror, culpa e prazer se misturavam enquanto o homem me possuía e me preenchia como nenhum outro jamais o fez, com seu orgão que parecia ser enorme. Eu estava muito molhada, e de repente tive um orgasmo fortíssimo, o mais forte que jamais senti em toda minha vida. Meu estuprador também se contorceu , indicando que se satisfizera, e se retirou de mim em silêncio e um ruído indicou que fechara a porta e se fora. E eu, fraca do remédio e cansada do orgasmo , adormeci de novo.
No dia seguinte, nem consegui tomar meu café. Estava em dúvidas sobre o acontecido, pois parecia um sonho. Eu não tinha marcas de sêmen, e me convenci de que tudo aquilo não passara de um sonho erótico causado pelo remédio e pela falta de pelo menos um mês de sexo com meu marido.
Na noite seguinte, tomei meu banho, coloquei a camiseta de meu marido que uso para dormir e deitei . Mas , por ato falho ou não, esqueci de trancar a porta por dentro.
Já dormia profundamente quando de novo o estuprador apareceu. Acordei de novo com ele em cima de mim tapando minha boca e buscando afastar minha calcinha, e um grito de alarme se fez em meu cérebro. Ele era real, não era um sonho e assim lutei um pouco , porém sem exito algum. Ele era um negro grande, provavelmente um congolês ou haitiano, e sem nenhum esforço me dominou e me penetrou. Parei de lutar enquanto ele me possuía arfando ritmadamente com as estocadas que me dava, e de novo me excitei à loucura, trançando minhas pernas sobre ele e participando do sexo. Dessa vez tinha a consciência que era verdade e tive de novo outro orgasmo violento, forte, sujo. Ele gozou também e já ia se retirar quando o segurei. Duvidando do que estava fazendo, pedi para chupá-lo e tive que repetir três vezes o pedido, pois minha voz não saía direito. E ele colocou aquela coisa enorme em minha boca, enquanto eu retirava a camisinha que ele usava e fazia sexo oral nele, me masturbando freneticamente. E quando ele ejaculou , tive outro orgasmo fortíssimo. Quis acender a luz do abajur para ver meu ex-estuprador, para conhecê-lo, mas ele não permitiu. Delicadamente segurou minha mão me impedindo ,. e se foi.
Esses encontros se seguiram por todas as noites, cada vez mais ousados e cada vez mais deliciosos, até que meu marido retornou.
Eu amo meu marido, mas naquele momento, fiquei com raiva dele. Mal humorada, frustrada, e as vezes chorava escondida, de culpa e de saudades de minhas aventuras. Aquilo me rasgava por dentro e me recusei a fazer sexo com meu marido todas as noites que passamos naquele lugar.
Mas foi na véspera de nossa partida que descobri a identidade do homem misterioso. Estava fazendo minhas malas em meu quarto quando o bell-boy do hotel entrou. Era um dos congoleses que frequentava minhas aulas, era alto e bem apessoado. Ele trancou a porta, e nos atracamos em um longo beijo. E fizemos o sexo mais formidável que jamais fiz. Não neguei nada a ele, fiz de tudo mesmo, inclusive um sexo anal que quase me matou, mas que também foi inesquecível.
Voltamos para São Paulo. Minha vida entrou na rotina, mas muita coisa mudou em mim. Não tenho mais vontade de fazer sexo com meu marido, não me satisfaço mais com ele, apesar de amá-lo. E isso me desespera. Tenho crises de choro pelos cantos quando estou sozinha, tenho ímpetos de contar tudo a ele por remorso, e temo acabar com nosso casamento. Procurei o padre de minha paróquia para confessar, mas desisti na última hora. Como contar isso a alguém que me viu mocinha, que oficiou meu casamento e é amigo de minha família?
Realmente não sei mais o que fazer.

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Escrito por Anônimo

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