Eu confesso que adoro esperma. Tudo começou com uma namorada que eu tinha, em meados dos anos 90, ela adorava chupar meu pau e fazia questão de que eu gozasse na sua boca. Um dia ela veio pra cima de mim depois de uma gozada dessas e sem que eu me desse conta me tacou um beijo na boca. Eu cuspi tudo, mas o cheiro do esperma me deixou muito excitado. Comecei a gostar daí.
Alguns anos depois, já casado – com outra mulher – era comum eu ficar só em casa por semanas porque ela viajava para sua cidade natal duas ou três vezes ao ano, sem data certa para voltar. Aquilo me deixava louco. Eu comecei a me masturbar muito e gostava de terminar gozando na minha própria cara, o que envolve algum grau de malabarismo e de preferência uma barra daquelas de fazer ginástica, montada no batente da porta, mas mais baixo. Aos poucos fui me acostumando a acertar a boca e gostava de engolir o máximo possível.
Depois de um tempo comecei a transar com homens, casualmente, e uma noite, vagando pelas salas escuras da Station (um cruise bar de São Paulo) me deparei com um cara musculoso, ele acariciou meu peito e colocou minha mão no seu pau, no que eu imediatamente apertei com gosto para sentir o calibre. Era grande, grosso, duro e dava mesmo no escuro para sentir cada veia saltada naquele monumento. Foi só eu apertar aquele cacete e ele começou a jorrar porra como eu nunca havia visto: uma, duas, três, sete, oito, dez jorradas fortes, longas, grossas e consistentes. Até hoje me arrependo de não ter baixado na mesma hora para levar aquele banho na cara. Ele melou minha mão todinha, ficou toda encharcada, como se eu tivesse colocado num pote de melado. Imediatamente eu levei a mão ao rosto, curtindo o cheirinho daquela porra toda, e terminei me limpando como um gatinho, lambendo, lambendo, mas não tive coragem de engolir.
Muitos anos depois tive um macho que me pegava com certa frequência. Foi o primeiro a gozar na minha cara, eu pedia banho de porra na carinha de puta e ele dava, generoso. Cada transa era uma gozada na cara. Apaixonante. No nosso quinto e encontro, mesmo sem saber que era o último (perdi o contato com ele que se mudou de cidade), deixei ele gozar dentro da minha boca. Mostrei a porra toda pra ele e engoli como uma putinha.
Até hoje eu tenho tesão por levar gozada na cara e na boca, mas não confio em engolir o esperma de qualquer um, é preciso alguma intimidade. Como diria aquela namorada que me fez provar minha própria porra pela primeira vez: nunca engulo no primeiro encontro…

