Esse relato é real e ocorreu esse ano, em Junho. Tenho 22 anos, sou de fora de São Paulo, mas fiz uma transferência da minha faculdade pra São Paulo ano passado, e esse ano comecei a fazer estágio na zona sul da cidade. Sou bonito, corpo legal, 1.78m, branquinho mais pra liso. Sempre fiquei com meninas, tive namorada, mas sempre tive também uma curiosidade grande em ter alguma parada com outros caras, ficava com muito tesao vendo na internet, tinha essa fantasia forte de chupar o pau de um cara dotado, mas nunca tive coragem. Achava que podia ser bi, mas não aceitava muito isso.
Aqui em São Paulo minha vontade aumentou, instalei um conhecido app de pegação gay no celular, e às vezes ficava de papo com uns caras, mas na hora de marcar pra desenrolar eu dava pra trás, sumia, enfim. Até que finalmente aconteceuem Junho. Eu estava indo pela manhã pro meu estágio, estava no ônibus já a caminho quando recebi uma mensagem avisando que não era para os estagiários irem pela manhã naquele dia, mas somente a partir do meio-dia. Fiquei chateado, porque já estava com mais da metade do caminho passado, então não valia a pena voltar pra casa pra ir de novo.
Saltei então na região do aeroporto de Congonhas pra fazer uma hora. Fiquei sentado numa praça perto do aeroporto e, como estava vazio, comecei a olhar no app de pegação os carinhas na região. Encontrei um muito tesudo, com uma foto de peitoral forte, moreno, definido, muito atraente. O cara dizia que queria ser mamado sem compromisso, tipo “chupa e vaza”, e que era dotado. Entrei em contato com o cara, e ele falou que queria pra agora, que estava com muito tesão, e mandou até foto da rolona dele, cabeçuda, bem grossa. Fiquei com muito tesão em matar minha vontade. Mandei umas fotos de corpo minhas, o cara pediu de rosto. Era raríssimo eu mandar, mas acabei enviando. E aí o cara ficou botando muita pressão pra eu ir lá naquela hora, mandando fotos do pauzão. Eu fiquei com tesão demais, disse pra mim mesmo que tinha que experimentar só pra matar a curiosidade, e falei pro cara que ia. Eu não disse pra ele que era a primeira vez que eu ia fazer qualquer coisa com outro cara, mas falei que eu era muito discreto e só curtia paradas completamente no sigilo, que tinha que ser segredo total. Ele concordou e me passou o endereço e tal, era mais ou menos perto dali, no Campo Belo. Tinha que caminhar um pouco, então fui indo, meio que já esperando que pelo caminho eu ia mudar de ideia e desistir. Só que continuei seguindo.
Cheguei no prédio do cara, passei pro porteiro o nome que eu tinha inventado e falado pro cara pelo app, e ele mandou subir. Nessa hora fiquei muito nervoso, esperando o elevador. Busquei esvaziar a cabeça e não pensar em nada, senão ia dar meia volta e ir embora. E subi pelo elevador. Quando cheguei no andar, o cara já tava me esperando de porta entreaberta, de camiseta e bermuda – e eu de social total porque tava indo pro estágio. Ele era forte, um pouco mais alto que eu, tronco bem largo, e tinha uma cara tipo de árabe, com uma barba rala e rosto bem sério.
Eu o cumprimentei, e entrei no apartamento. No que eu passei pra dentro ouvi a porta fechar e ele me agarrou com força por trás, e começou a beijar minha nuca e me apertar o peito, a bunda, tudo. Eu dei uma travada, mas deixei ele fazer tudo. O cara foi me empurrando através da sala em direção ao quarto do apartamento enquanto me apertava e me sarrava por trás. Nesse caminho, me soltei um pouco e dei uma apalpada na bermuda do cara, e senti aquele volumão impressionante na mão. Aquilo me deixou doido de tesão, e ele também se empolgou mais ainda. Chegando no quanto tirou a camisa e exibiu aquele peitoral imenso, com alguns pelos e uma tatuagem com umas meia-luas cobrindo o peito esquerdo, indo até o ombro e o braço dele. E em seguida ele veio pra cima de mim e tirou toda a minha roupa com muita rapidez e alguma brutalidade, camisa, calça, sapato, cueca, tudo atirado e espalhado pelo chão. Fiquei só de meias, pelado na frente dele, muito excitado. E escutei ele dizer, me olhando nos olhos: “viadinho encubado tesudinho voce hein? Foi só pegar no meu volume pra ficar de pau todo durinho né? Vem chupar o pauzao do teu macho então, vem putinho”. E me puxou.
Eu fui me soltando e fui descendo apalpando o peitoral do cara, e lambendo os mamilos dele. Quando finalmente fiquei de joelhos, puxei a bermuda do cara pra baixo, e o pauzao dele pulou. Era exatamente como da foto que ele tinha mandado, só que ainda não tava 100% duro, e ainda assim me pareceu imenso, mega grosso e com um cabeção que de verdade me deu inveja. Dei uma segurada e apertei, e senti muito tesao, perdi o controle, e comecei a me punhetar com uma mão e o pauzao dele com a outra. Ele me fez parar, disse “mama porra”, botou a mão na minha nuca e puxou na direção do seu pau. Abri a boca e senti o gosto salgado da pica, que gostoso. E comecei a mamar com vontade aquele pedaçao de carne grosso e quente. Imitava tudo que tinha visto tantas vezes em vídeos na internet. O cara às vezes se empolgava, me segurava a cabeça e começava a foder a minha boca, só que eu engasgava. Numa dessas eu caí pra frente, meio de 4. Quando fui levantar pra ficar de joelhos de novo só vi o cara de olho fixo na minha bunda (ela é bem branquinha, firme e totalmente lisa). Ele se inclinou, deu uma apalpada e passou um dedo com força lá no meio do meu rego, o que me arrepiou. Eu deixei, mas pra ele não ter nenhuma ideia voltei rapidamente a chupar o pauzao dele.
Não demorou muito e o cara falou que ia gozar, e me mandou ficar parado de com a boca aberta e língua pra fora. Fiz como ele disse, e ele começou a se punhetar com violência enquanto segurava minha cabeça firme pelo cabelo com a outra mão, até que vi um jatão de leite sair com força daquele cabeção e melar meu rosto. Imediatamente depois ele enfiou o pauzao na minha boca e descarregou o resto do leite lá dentro. Eu estava estático, meio paralisado, mas com tesao demais. Ele arfava enquanto os últimos jatos saíam do pau. Tirou de dentro da minha boca e me falou assim, enquanto continuava segurando meu cabelo com a outra mão: “agora engole tudo e agradece, viadinho”. Fiquei olhando pra ele, sem saber o que fazer. Ele repetiu, agora num tom mais alto. Engoli o que estava na minha boca, e agradeci falando obrigado. E ele: “não, agradece direito, fala obrigado, macho”. E eu repeti: “obrigado, macho”. Ele então soltou meu cabelo.
Me levantei devagar e fui no banheiro que tinha visto logo antes de entrar no quarto pra lavar a porra do meu rosto e que tinha ido um pouco no meu cabelo perto da testa, que era mais difícil de tirar. Era um banheiro grande, com uma pia numa bancada de mármore branco bem larga e um espelho que ia de um lado a outro do mármore. Enquanto eu me lavava, vi o cara entrando no banheiro e me rodeando, com o pauzao meia bomba balançando enquanto ele ficava me olhando as costas e, sobretudo, a minha bunda. Continuei me lavando. Eu tava com uma mistura de medo e tesao do caralho (eu continuava de pau duro porque não tinha gozado ainda, fiquei tão vidrado na mamada que nem me punhetei). O que aquele cara queria? Ele tinha acabado de gozar… Não ia rolar mais nada ora.
Terminei de lavar o rosto e uma parte do cabelo, e quando me levantei pra pegar a toalha senti o cara atrás de mim e aquele picao inchado e duro que nem pedra de novo encostando na minha bunda. Como era possível aquilo? O cara tinha gozado não tinha nem 10 min… Fiquei parado sem ação. E o cara falou no meu ouvido: “agora inclina na pia e empina esse rabo pra eu torar esse teu cuzinho, seu putinho encubado sigiloso, não é isso que você quer”? Nessa hora eu tentei argumentar, ele me ignorou e falou firme: “inclina aí seu gostoso, você é viadinho obediente, lembra? Inclina agora!”. Fiquei parado uns segundos olhando pra ele pelo espelho sem reação. E aí tomei a decisão que provavelmente vai definir o resto da minha vida, e obedeci. Me inclinei, olhando pra ele pelo espelho. E ali mesmo perdi a virgindade do cu, com aquele macho pauzudo me arrombando sem nenhuma pena, socando com violência no meu rabo, enquanto eu gritava de dor – mas ao mesmo tempo sentia um tesao foda, inexplicável, enquanto eu via pelo espelho a cara daquele macho cheio de tesao comendo minha bunda. Depois de um tempo que parecia interminável, ele deu umas estocadas com mais força ainda, deu um urro e gozou.
Graças aos céus, vi nessa hora que ele tinha posto uma camisinha antes de me enrabar (nunca imaginei que fosse me colocar numa situação de risco, mas a verdade é que fiquei completamente vendido e aturdido naquela , nem lembrei de checar ou pedir pela camisinha). Então quando vi ele tirando a camisinha e jogando no lixo do lado do vaso, foi um alívio – apesar de ela estar um pouco suja de sangue, o que me assustou um pouco. Eu tava sem forças, meio acabado, e mais uma vez não tinha gozado. Mas o cara falou que tinha que sair naquela hora, e pediu pra eu vazar. Peguei minhas roupas no quarto e me vesti rapidamente, enquanto sentia uma dor ardida no cu. Saí quase que correndo, sem dizer nenhuma palavra. Fui andando pela rua, até um ponto de ônibus, e fui pra um shopping ali perto, sem conseguir ainda processar o que aconteceu. Chegando no shopping, fui num banheiro, me tranquei no vaso e finalmente me punhetei até gozar pra tudo quanto é lado, liberando todo o tesao que tinha sentido. Logo depois passei um papel higiênico no meu cu pra avaliar o estrago, estava ainda um buraco ardido, e o papel saiu um pouquinho sujo de sangue. Tive que ir de lá para o estágio e trabalhar naquela situação, obviamente com a cabeça em outro lugar.
Desde então, voltei lá já nos últimos meses duas vezes pro cara me comer de novo no caminho pro estágio (na última eu entrei, ele só baixou minhas calças, me inclinou no sofá da sala e me enrabou assim, comigo vestido – e depois que ele gozou me mandou ir embora, levantei as calças e saí). Tenho muito medo ainda que alguém descubra, mas acho que não tenho mais nenhuma dúvida que sou gay. Que diferença alguns meses fazem na nossa vida…

