Esse relato é mais curto que o anterior…
Estávamos em viagem de fim de ano no litoral. Acampamos de trailer num parque de barracas, chegamos mais cedo que o pico de movimento. Nosso trailer não tem banheiro, por isso usamos o do parque.
Ficamos numa área mais para trás onde era mais aberto, assim ficamos longe do pessoal das barracas que estavam em área com muitas árvores. Nós ficamos na parte aberta e até aquele momento só tinha mais 2 trailers no local, sendo que um deles a família nem estava. Eu na época com uns 17~18 anos, gordo, virgem e sem comer ninguém. Minha mãe, uns 45 anos, casada com meu pai. Enfim, depois desse resumo, vamos aos fatos:
Na primeira noite fomos tomar banho e eu e minha mãe, íamos juntos até para cuidar um do outro. O banheiro era da seguinte forma. uma quadrado pequeno sem reboco bem precário, não tinha porta, somente uma cortina roxa que cobria o chuveiro. Era tão precário que não tinha pia e nem vaso. Por isso íamos juntos. Na primeira noite foi normal, mas quando vi o banheiro comecei a pensar besteira.
Na segunda noite, minha mãe e eu fomos tomar banho. Ela entrou primeiro, tirou o roupão e me deu, depois a calcinha pela abertura da cortina e eu pude ver a coxa dela. (Íamos da seguinte forma: ela de calcinha e o roupão e eu de cueca e roupão, assim só precisávamos levar uma cueca/calcinha para trocar e pronto).
Enquanto ela foi tomando banho, deu um ventinho e abriu bem de relance a cortina, ficando um pouquinho a mostra, nada demais. Eu abri o roupão, baixei a cueca e fiquei me masturbando, criei coragem e espiei por baixo da cortina, que ia até abaixo do joelho. Vi minha mãe de costas e fiquei admirando a bunda dela, mas não pude ver mais porque se ela virasse poderia me ver (veria meus pés virados na direção da cortina e poderia achar estranho).
No outro dia de tarde voltei no banheiro e furtivamente quebrei duas argolas da cortina, assim, de um lado ou de outro haveria um buraco maior.
De noite voltamos, e ela percebendo que não dava mais para fechar não teve nenhuma reação. Quando percebi pelos pés dela que estava de costas, voltei a olhar a bunda dela e fiquei logo excitado. Como agora a visão era bem melhor, pude admirar melhor. Quando foi minha vez de tomar banho, fechei a cortina e quando liguei o chuveiro ela disse:
– Agora sim, com essa janela ficou bom. E do nada, apertou minha bunda. Eu disse sai fora e continuei a tomar banho. Comecei a bater punheta, devo ter demorado e minha mãe perguntou porque eu tava demorando tanto, e disse que iria apertar minha bunda de novo. Eu respondi:
– Depois não reclama, agora eu tô de frente….. continuei a me masturbar até que ela virou de frente para o buraco na cortina, talvez para espiar. Não deu de ver o rosto dela porque a cortina tinha uma fresta que só se eu me abaixasse poderia ver se ela tava me espiando. Com essa ideia e muito tesão continuei, parava de vez em quando para admirar meu instrumento balançando ele.
No último dia, aproveitei e quando ela começou a tomar banho apertei a bunda dela e ela não reclamou. Quando minha mãe virou de frente espiei a buceta dela, e era muito legal, peluda mas muito legal. Ela não percebeu que meus pés estavam virados pra ela ou não questionou. tomado pelo tesão abri o roupão abaixei a cueca e comecei a bater uma olhando pra buceta dela. Criei coragem, fui de frente para o buraco, mas meio longe, de uma distância que eu via nitidamente a pomba dela e fiquei batendo punheta….
Na minha vez de tomar banho, levei a gilette e comecei a depilar o pau e do nada ela disse:
– Seu porcalhão, vais deixar esse banheiro sujo. Eu ri e falei ué, como tu sabe que to me depilando, tais olhando aqui dentro por acaso. Minha mãe respondeu dizendo que podia porque era minha mãe e eu disse relaxa que já teve troco. Com meu pau na mão comecei a bater de novo e disse:
– O dia que apertei tua bunda também dei uma olhada nela, bem bonita por sinal. Minha mãe me chamou de sem vergonha e eu falei que era injusto porque ela olhou meu pinto, e eu retribuí olhando a bunda dela. Ela disse que não era injusto porque meu pinto saiu dela e teoricamente eu pertenço à ela, eu disse rindo:
– É, mas naquela época não era desse tamanho ou era? E ela abriu a cortina, olhou e disse…. não, não era, termina isso e vamos logo. Fiquei ali batendo até gozar sem me preocupar que ela visse. Fomos embora no outro dia.
Esse é a minha primeira experiência incestuosa com minha mãe, aconteceu alguns anos antes do meu outro conto.
Depois desse dia me tornei viciado em pornô da categoria incesto, mãe e filho e essas coisas.
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