Eu confesso que Eu confesso que amo um padre. Agora AMO, diferente de paixão. Somos muito próximos, mas nos vemos pouco, moramos em cidades extremas. Ele já foi de minha paróquia, não tem nada de atraente e nem eu era daquelas mulheres que iam paquerar os padres na missa. Pelo contrário, eu nem gostava tanto dele. Até que um dia sonhei com ele e já se passaram 5 anos e percebi que isso tudo foi crescendo. Houve um tempo em que eu não tinha certeza, mas eu passei por momentos difíceis e ele surgiu do nada para me confortar e acalmar minha mente e não há dúvidas de que ele está em meu coração agora. Não estou carente, pois homem não falta para mim, não o amo por ele ser um padre e pelo modo de se comportar na Igreja. O amo pelo bem que ele me faz, e antes de tudo ele é um HOMEM. Não tenho certeza se sou correspondida, mas cada novo encontro as coisas ficam mais intensas, carinhos mais intensos, beijos no rosto, mãos, testa, afagos, olhares, um tratamento diferenciado, mas não na frente de todos. Temos uma sintonia muito boa, mas não sei se devo me declarar. Não me vejo com ele futuramente, pois eu o quero livre e jamais vou interferir em sua vida, no que ele escolheu. Não estou iludida, pelo contrário, com ele sinto-me mais viva e radiante. Ele me faz muito bem.

