em

AMOAMO

Eu não aguentei a vontade

Meu nome é Rosilene, tenho 29 anos e moro aqui em São Paulo, na capital, com meu marido Anderson. Ele é um homem incrível, bem-sucedido financeiramente, e me trata como uma rainha. Mas há algo que ele não consegue suprir em mim: essa necessidade insaciável por homens pauzudos e safados. É como um fogo que queima dentro de mim, uma fome primal que me deixa louca. Quando vejo um homem forte, viril, com aquele volume marcando as calças em um lugar público, meu instinto de fêmea desperta. Minha buceta começa a latejar, pulsando entre as pernas, e eu fico perdida, ansiosa, irritada com tudo ao meu redor. As masturbações viram algo animalesco, violento, mas nada se compara ao prazer real de ser preenchida por alguém bem dotado. Anderson até tenta ajudar, trazendo amigos de vez em quando, mas é esporádico demais. Eu preciso de mais, muito mais. Então, às vezes, eu fujo e traio ele, porque essa vontade fala mais alto que qualquer coisa.

Semana passada aconteceu, mais uma vez. Anderson viajou a trabalho e ficaria fora por dois dias. Eu não aguentava mais. Meu corpo inteiro tremia de desejo, minha mente obcecada por essa necessidade de ser dominada por homens que pudessem me satisfazer de verdade. Liguei para dois amigos de confiança, daqueles que sabem exatamente o que eu quero: Marcos e Lucas, dois rapazes fortes, altos, exalando aquele cheiro de homem de verdade e, o mais importante, pênis enormes que me fazem perder o controle. Eles já me ajudaram antes em momentos de tensão, e nossas transas sempre são violentas, sem pudor, só voracidade pelo prazer.

Eles chegaram à minha casa por volta das 3 da tarde. Eu os recebi na sala, vestindo só um robe curto que mal cobria minhas curvas. Meu coração batia forte, e eu já sentia aquela pulsação entre as pernas só de olhar para eles. “Entrem, rápidos”, eu disse, trancando a porta atrás deles. Não perdemos tempo com conversa fiada. Eu os levei direto para o quarto de hóspedes, Anderson quase não entra nele. “Preciso que vocês me ajudem, vocês sabem…”, murmurei, deixando o robe cair no chão, revelando meu corpo nu, pronto para eles.

Marcos foi o primeiro a se aproximar, me beijando com força enquanto Lucas me pegava por trás, apertando minhas nádegas. Suas mãos eram ásperas, possessivas, e eu sentia o volume deles crescendo contra mim. “Meu Deus, como eu preciso disso”, gemi, puxando as calças de Marcos para baixo. Quando vi aquele pau grande, grosso, pulsando na minha frente, minha buceta latejou ainda mais. Eu me ajoelhei, pegando os dois ao mesmo tempo, alternando entre chupar um e masturbar o outro. O gosto salgado, o tamanho que mal cabia na minha boca – era exatamente o que minha necessidade pedia. Eu me sentia uma fêmea no cio, sem limites.

Eles me jogaram na cama, e Lucas se posicionou entre minhas pernas primeiro. Ele me penetrou devagar no início, mas logo acelerou, forte e profundo. “Aaahh, ai ta muito bom, ahhhh come minha buceta”, eu gritei, as unhas cravadas nas costas dele. Meu corpo inteiro tremia enquanto ele me preenchia completamente, algo que Anderson nunca conseguiu. Marcos se ajoelhou ao lado, enfiando seu pênis na minha boca, me sufocando de prazer. Eu cavalgava os movimentos de Lucas como uma louca, sem pudor, só voracidade. “Ahh cachorro, me come, ai me come”, implorei, sentindo o orgasmo se aproximando.

Então, eles trocaram de posição. Marcos me virou de quatro, me penetrando por trás com força, enquanto Lucas me fazia chupá-lo. Cada estocada era violenta, deliciosa, atendendo àquela necessidade imensa que me consumia. Minha buceta pulsava ao redor dele, latejando de tanto tesão. “Aaaii tá pulsando, ahhh meu Deus, me ajuda ahhhh me ajuda”, eu gemia, as palavras saindo descontroladas da minha boca. Eu me sentia completa, preenchida como nunca, traindo Anderson ali mesmo na nossa casa, mas não me importava – o prazer era tudo.

Lucas deitou na cama, e eu montei nele, cavalgando como uma selvagem, sentindo cada centímetro do seu pau grande me esticando. Marcos veio por trás, e por um momento, eles me tomaram ao mesmo tempo, um na frente e o outro explorando outras partes do meu corpo com as mãos e a boca. “Aaii eu vou gozar, aaahh filha da puta eu quero gozar”, eu urrei, o clímax me atingindo como uma onda violenta. Meu corpo convulsionava, pulsando, e eu gozei forte, gritando sem parar. “Ahhhh, tá muito gostoso, eu quero gozar de novo!”

Eles não pararam. Me revezaram por horas, me fazendo gozar várias vezes, atendendo àquela fome insaciável. Exausta, suada, com o corpo mole de tanto prazer, eu me ajoelhei no chão na frente deles. “Agora vocês… gozem em mim”, pedi, ofegante. Os dois se masturbavam rápido, olhando pra mim — nua, marcada, com o rosto vermelho de tesão. Marcos gozou primeiro, jatos quentes no meu rosto, escorrendo pelo queixo e pelos peitos. Lucas veio logo depois, gozando forte nos meus seios, cobrindo-os de porra quente. Eu sentia tudo escorrendo, o cheiro forte, e sorri, satisfeita. Aquela necessidade tinha sido saciada… por enquanto, eu sei que isso não vai durar. Essa necessidade vai voltar, mais forte, e eu vou precisar trair de novo. É quem eu sou – uma mulher dominada pelo instinto de fêmea, precisando de paus grandes, e homens cachorros para me sentir viva.

--- Criado com nosso formulário simples e amigável. Você já desabafou hoje?

Reportar

O que você acha?

Escrito por rosi

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor recarregue a página.

4 Comentários

  1. Nossa eu sou um desses cachorros cafajeste que quero as bucetas de todas femea cadelas mal comidas, eu tenho 40 anos e toda hora tenho vontade de fuder uma, as vezes estou com amigos vejo eles falar sobre sexo e quanto sao fraco devgar eu nem ouço falar por que eles falam que e mentira. entao fico na minha eu pesno se esses caras tiver uma mulher pervertida e tudo corno

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Em busca de uma resposta – continuando a parte 4

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

quero chupar uma boceta