Eu confesso que odeio o kioto. Um garoto que despertou um sentimento que eu sequer imaginava existir e descobri – quando ele partiu da pior forma que alguém pode partir (aparentavelmente e socialmente bem) – existindo em mim. Eu o odeio como nunca odiei alguém. E odeio a sua inércia, seu ceticismo, o fato dele ser bonito, odiava o fato de ficar insegura ao lado dele e sua covardia de não lutar por um amor que sei q ele sentiu. Odeio ele te me levado os amigos e a paz. Mas odeio especialmente o fato de não consegui odiá-lo. E de, depois de tudo, toda a traição moral, escrotisse e falsidade, continuar o amando. Eu odeio não consiguir para de pensar nele e nunca conseguir desejá-lo algum tipo de mal. Tbm odeio a idéia dele achar q vai conseguir superar a dor me procurando em outras pessoas! P q eu acho isso? Não sei! Só sei q odeio e amo! É paradoxo! Sei…

