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Eu só queria excitar o rapaz. Nada mais.

Eu confesso que o sobrinho de meu marido veio estudar na cidade onde nós moramos. É um moço vistoso, corpo atlético, mas um pouco tímido.
O quarto em que foi hospedado fica em frente ao meu. Uma vez, quando eu estava distraída, de porta semi-aberta, trocando de roupa, percebi que ele me observava pela fresta.
Eu sentia afinidade por ele e sinceramente gostei do que estava acontecendo. Sempre é bom para uma mulher sentir-se desejada. A partir daí, passei de propósito, quando me vestia a deixar a porta semi-aberta e observei que toda vez que ele estava no quarto procurava me ver trocando de roupa. Eu sentia prazer em excitá-lo.
Certo dia, simplesmente conversando, contei-lhe que, quando eu era jovem como ele, eu fui esportista, tendo praticado dança e tendo sido iniciada em judô. Ele contou que, antes de vir morar aqui, também estava começando a aprender judô.
Foi aí que, de brincadeira eu lhe disse que poderíamos lutar um dia. Ele sorriu e disse que estava pronto para quando eu quisesse. `
À tarde do mesmo dia, estávamos só nós dois em casa. Eu perguntei se o momento era oportuno para brincarmos. Ele respondeu que sim.
Não tínhamos quimono, mas eu providenciei um roupão para mim e o de meu marido para ele. Estendi um tapete em um quarto, que serviria como tatame. E querendo excitá-lo, sempre que ele me puxava pelo roupão, deixava aparecer parte de meus seios. Eu só queria excitá-lo, nada mais, mas também estava ficando excitada.
De repente, sem que eu imaginasse, ele me aplicou um golpe e eu caí sobre o tapete. E ele, penso que intencionalmente, caiu deitado sobre mim. Naquele momento, tanto o meu roupão, como o dele se abriram, nossos corpos ficaram justapostos, o que se encaixou não foi propriamente um golpe e nossos lábios se colaram.
Inevitáveis os movimentos e só paramos, simultaneamente, quando chegamos à exaustão. Eu gozei como nunca gozara com meu marido e no final ele inundou o interior de meu ventre.
Quando terminou caí em mim e na bobagem que eu fizera. Não conseguia olhar para a cara do sobrinho de meu marido e nem para ele, quando chegou do trabalho. Passei a ter medo de me engravidar. Aquele rapaz não mais poderia continuar em nossa casa, pena de tudo poder se repetir, agora intencionalmente.
Agora estou na dúvida entre duas soluções.

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Escrito por Anônimo

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