Continuarei contando algumas sapecagem que eu e meu amigo Eduardo fazíamos quando eramos criança.
Eu não consigo lembrar por quanto tempo essa coia aconteceram. Ma acho que foi por pouco mais de um ano.
Em certo momento, sempre que ficávamos sózinhos, Eduardo e eu nos beijávamos e nos chupávamos. O pai dele ficava fora de casa por boa parte da manhã e tarde, então nesse período só ficávamos nos sarrando muito.
Então um dia o irmão dele nos flagrou. Estávamos no quarto, na cama, só de cueca, e ele entrou. Não percebemos ele chegar, só paramos de beijar quando o irmão dele falou bem alto algo como “que merda é essa????”
Nisso ficamos assustados, no afastamos e fomos por a roupa. E aí ele começou a dar aquela bronca na gente. Lembro que uma da coisa que ele disse foi “fazendo coisa de viado”. Foi a primeira vez que eu ouvia essa palavra nesse contexto.
Ele me mandou embora, na promessa de contar pro meu pai o que ele tinha visto. Mas só ficou na promessa mesmo.
Fiquei uns dias sem ir na casa do Eduardo, pois o irmão dele estava agora vigiando ele. Tentamos dar uns pega na minha casa, mas sem condições. Não tínhamos privacidade lá, então só demos uma pegada no pau e paramos.
Aí um dia o Eduardo me falou que eu podia ir na casa dele, que o irmão dele não ia contar nada pra ninguém. Anda que desconfiado, eu fui.
O irmão dele não estava lá, então pudemos brincar um pouco. Nesse dia ele ficou passando o pé dele no meu pau, depois pediu pra eu fazer massagem (acho que nesse dia me descobri podólatra rsrsrsrs), e depois ele pediu pra eu ficar de 4 na beirada da cama. Com o pau duro, ele foi brincando com a portinhado meu cu, mas sem enfiar.
E depois invertemos. Era sempre troca troca, então era minha vez de ficar encostando o pau na bunda dele.
Então o irmão dele chegou, mas fomos ligeiros. Não estavamos de cueca, estavamos vestidos. Então só guardamos o pau dentro da bermuda e ficamos no chão, conversando.
O irmão dele nos viu, falou qualquer coisa do tipo “sem brincadeira de viado hj né?”
dissemos que sim, sem brincadeira de viado. Ele foi pra sala fazer qualquer coisa que eu não me lembro.
Passou alguns minutos, ele nos chama na sala e fala:
“Aqueledia lá, quem era a mulher?”
Não respondemos nada pq não tinhamos isso definido. Era só beijo e chupada. Ai ele falou diretamente pra mim:
“Vc tava por baixo, né? então acho que vc era a mulher”
Eu dei o ombro, sem entender ainda. Ai ele fala:
“Vamo lá, faz aí no sofá oq vcs tavam fazendo”.
Nessa hora fiquei meio em pânico. Na minha cabeça e a gente fizesse, ele ia contar pro meu pai.
“faz aí pra eu ver, faz aí” ele disse.
Então deitamo no sofá e fizemos e que sempre fizemos. Enquanto isso ele ia dizendo coisas tipo “parecem adultos” e “coloca a perna pra cima”.
Aí do nada ele colocou o pau pra fora da bermuda. Exibindo o pau duro e grande, ficou punhetando de leve.
“o de vcs fica desse tamanho?”
Dissemos que não e ele continuou
“quando vcs crescerem vai ficar desse tamanho. Aí vcs já vão poder enfiar numa bucetinha”
Aí só ficamos olhando, então ele disse:
“vem aqui, faz aqui o que vc faz com ele”
Quando ele disse aqui, apontou pro próprio pau. E quando disse ele, apontou pro Eduardo.
Meio sem graça eu fui. Coloquei na boca e tentei fazer igual fazia no Eduardo. Mas claro que ele entendia mais do assunto.
“Usa mais a lingua, assim… usa a mão também, sem medo. Tenta por tudo na boca. Agora olha pra mim, enquanto deixa tudo dentro da boca”. Confesso que nessa hora eu tentei fazer o meu melhor. Tava bom demais aquele pau de adulto na minha boca.
Caralho,só de lembrar disso eu fico de pau duro. Era tesão demais nessa hora. E lembrando hj, o irmão do Eduardo era um gostoso do caramba.
Enquanto isso o Eduardo só ficava olhando. Mas aí ele colocou o pau pra fora também.
O irmão dele olhou e falou “Deixa mais duro, aí ele faz em vc tbm”
Querem que eu continue? Comentem aí
Lembrando que quem quiser falar putaria, manda uma dm.
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EU NESSA IDADE AINDA BRINCAVA DE BONECA RSSSS
Fiquei de pau duro lendo aeu relato. Também vivi situações assim. Vou mandar DM.
É.. tua infancia foi mais divertida que a minha. Quero ver a continuação desse desabafo.