Eu confesso que isso são os fatos que se sucederam depois dos relatos 114440, 114926 e 115398, os dias que sucederam nossa visita ao senhor meu corpo se transformou em um vulcão. Quanto mais o dia se aproximava, mais tinha certeza do desejo de me entregar àquele homem. Enquanto caminhávamos em direção à sua casa, já estava toda úmida, sentia minha xaninha “vazando”. Quando entramos em sua casa a decoração estava mudada, havia apenas um sofá, ele havia se desfeito das poltronas. Como sempre ele estava de calção e com uma camiseta regata surrada. Nos convidou para sentar no sofá e buscando uma cadeira se sentou a nossa frente, instintivamente meus olhos já procuravam pelo seu pinto. Abrindo um pouco as pernas já percebi que ele estava sem cueca, pois podia vislumbrar seu pinto que aparecia pelo lado do calção. Minha amiga conversava com ele intensamente, como se nada estivesse acontecendo. Eu já inteiramente perdida nem me dava conta do que ela estava falando com ele, não conseguia tirar os olhos do seu pinto. Quase dei um pulo quando ele vi ele dando uma balançadinha. Foi somente ai que minha amiga percebeu o que estava acontecendo comigo, parecia hipnotizada pelo que teimava em aparecer pela abertura do seu calção. Nesse momento sua voz mudou e chegava a gaguejar. Nisso ele já dono da situação tomou uma decisão inusitada, levantou-se e deu um passo na nossa direção só parando bem próximo de nós, seu pinto fazia um volume enorme no calção. Postando-se ali a nossa frente ficamos paralisadas sem reação alguma, sei apenas que eu estava morrendo de excitação. Sentou-se entre nós duas, segurou nossas mãos e enquanto falava palavras para mim ininteligíveis, as em direção ao seu pinto. Sentindo a firmeza do seu gesto, apenas fechei os olhos e senti minha mão sobre um “negócio” extremamente duro. Dai pra frente quando, somente voltei à realidade quando senti o calor do seu pinto diretamente na minha mão. Abri os olhos e vi aquela imensa “anaconda” entre meus dedos e minha amiga acariciando sua barriga e ele os seios dela. Tirei minha mão do seu pinto e numa atitude desesperada levantei me e chamei minha amiga para irmos embora, que estávamos loucas e sai em desabalada carreira da casinha dele. Parei somente quando já estava sem fôlego e somente ai percebi que minha amiga não tinha me seguido. Parei e refleti alguns minutos e decidi que se ela não tinha me acompanhado é por que tinha resolvido ficar e fui caminhando trôpega e tremula para minha casa. Cheguei em casa e fui direto para a cama, evitando meu marido, me sentindo a mais culpadas das mulheres, mas ao mesmo tempo um conflito dentro do meu ser, que um lado me dizia que eu deveria ter ficado.
No outro dia minha amiga me contou o que tinha acontecido depois que eu sai.

