Minha primeira transa foi com uma casada que tinha uns 30 anos e eu tinha 18. Para um homem, nos anos 80 isso era tarde.
A experiência foi absolutamente fantástica! Me ensinou oral, houve anal e pela primeira vez vi orgasmos múltiplos. Daí pra frente foi uma vivência sexual fenomenal.
Mas antes de minha primeira trepada com uma fêmea, tive 3 experiências homossexuais. Quando ainda era adolescente havia um jornaleiro cadeirante que em troca de revistas pornograficas – principalmente umas pequenas desenhadas à mão – ele pedia para eu tocar umas punhetas pra ele. Fiz isso 3 vezes e com ele nunca passou disso.
Uma outra vez, voltando da escola me seguiu um cara, deveria ter uns 20 e poucos anos, entrou no prédio e foi me seguindo até às escadas, lá vendo que não havia ninguém tirou o pau pra fora da calça e mandou eu punhetar, obedeci. Era um cacetão grande e grosso e eu fiquei espantado… ele perguntou se estava gostando e mandou chupar aquela cacetão, eu estava quase abocanhando aquela tora, curioso com a experiência mas ele ouviu uma porta abrir e vozes, se assustou, guardou o pauzão e sumiu.
Por último, quando tinha 16, trabalhava na firma dos meus pais e de vez em quando tinha que fazer entrega em casa de clientes. Um desses clientes era um homem de meia idade, piloto de helicópteros (sempre amei aviação), com um monte de coisas que impressionavam um jovem naquela época. A segunda vez que fui fazer a entrega ele me chamou pra entrar dizendo que estava ocupado olhando numa luneta super profissional, estava olhando uma mulher nua em um prédio vizinho e me perguntou se também queria ver. Disse que sim e ao avistar aquela deliciosa naturalmente fiquei de pau duro, ele notando isso veio e com a desculpa de ajeitar melhor o foco começou a roçar sua bunda no meu pau… senti uma vertigem e ele não vendo reação adversa meteu a mão no meu pau, abriu o zíper e começou a chupar.
Acabei metendo no cu dele, e na verdade foi ele que me ensinou a fuder tão bem um cuzinho!
A terceira vez que ele chamou para receber a entrega, pediu também pra comer meu cu, hesitei um pouco mas aceitei e pela primeira vez senti um pau duro entrando em mim… aprendi a relaxar pra sentir prazer e não dor – ensinamento que pude posteriormente partilhar com várias parceiras que tive. Ele bombou no meu cu que havia deixado de ser virgem e gozou. Eu gostei da experiência e isso voltou a se repetir mais algumas poucas vezes. Ele mamava, ele dava e depois me comia e sempre quando saía de lá me dava uma ótima gorjeta pela entrega.
Dois anos depois transei com uma mulher pela primeira vez, como disse acima. Foram várias até aos 24, e depois de uma briga e separação de uma namorada, resolvi ir na queima de fogos na praia de Copacabana, na volta, a pé, percebo parar um carro ao meu lado, um Scort XR3 conversível, era o supra sumo da época. Um cara me oferece carona e eu aceitei. Fazia idéia do que queria mas deixei rolar… o cara com muito papo passa a mão na minha coxa, desliza e segura o meu pau, que não estava duro mas com o toque ficou. Era o sinal que ele precisava. Seguiu pro seu apartamento, uma cobertura fantástica em Ipanema, com piscina privativa e até um jardim com árvore. Chegando lá foi de boca no meu pau, mamou como um bezerro, pediu pra eu tirar minha roupa e me ofereceu o cu pra meter. Com minha habilidade já em enrabação comi o cara, bombei bastante é por fim ele pediu pra me deitar no chão que ele queria cavalgar meu pau. Foi antológico, ele cavalgando e pedindo pra eu gozar dentro (é, sem camisinha sim, estupidez mas fazer o que!! Aconteceu e só depois ponderei as consequências possíveis). Quando eu disse que iria gozar ele acelerou a cavalgada e eu tocando uma punheta nele, meu pau inchou e explodiu em jatos de porta dentro daquele cu guloso, ele com o excitação do momento e minha punheta também gozou em minha barriga.
Nos levantamos, limpamos e ele ofereceu um mergulho naquela piscina fantástica. Depois de um papo ameno fomos embora. Ele me deu carona para um local não muito distante de onde estava morando, mas definitivamente não quis que ele soubesse onde morava. Se despediu com um sorriso, um muito obrigado e com uma nota de dinheiro que na época era a de maior valor circulando. A princípio fiquei meio puto em estar "sendo pago" mas com a insistência dele no agradecimento pela "maravilhosa experiência" aceitei.
Daí pra cá, só experiências heterossexuais. Não sinto falta e não tenho nenhum tesão por homens; entretanto com a minha ex estivemos quase pra sair com uma TGirl, pois se há alguma coisa que ficou faltando nessas experiências homo, foi, pelo fascínio, a curiosidade que aquele pauzão deixou em experimentar chupar um cacetão.

