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AMOAMO

Explorando Novas Sensações: Minha Experiência com o Prazer Anal

Eu sempre me considerei um homem comum, de meia-idade, casado e feliz com minha esposa. No entanto, há um aspecto da minha vida sexual que, até recentemente, eu achava que deveria manter em segredo, por vergonha ou medo de ser julgado. Hoje, decidi compartilhar essa parte de mim, porque acredito que é normal e que muitos homens podem se identificar.

Desde cedo, percebi que havia algo diferente em mim. Eu sentia prazer ao ser tocado na região anal, e essa sensação só aumentou com o tempo. Inicialmente, eu achava que era algo estranho, quase tabu, e que só homens homossexuais poderiam sentir isso. Mas, com o passar dos anos, descobri que o prazer anal é uma experiência humana, independente da orientação sexual.

Minha esposa, sempre compreensiva e aberta, foi fundamental nesse processo de descoberta. Ela percebeu meu desconforto e, com muito carinho e paciência, me incentivou a explorar essa sensação. Foi assim que chegamos ao uso de um massageador prostático. No começo, eu estava nervoso, mas a sensação foi indescritível. O prazer que senti foi intenso e diferente de tudo que já havia experimentado.

Usar o massageador prostático durante nossas relações sexuais tornou nossas noites ainda mais especiais. A estimulação da próstata me leva a um estado de êxtase que eu nunca imaginei ser possível. Minha esposa, ao ver meu prazer, também se sente mais realizada e conectada a mim. Essa experiência nos aproximou ainda mais, fortalecendo nosso vínculo e nossa intimidade. Tenho gozos fantásticos quando ela usa o massageador em mim, ao mesmo tempo em que ela me faz um oral ou eu a penetro.

Acredito firmemente que o prazer anal é uma parte natural da sexualidade humana. Homens heterossexuais, como eu, também podem e devem explorar essas sensações sem medo de serem julgados. O corpo humano é complexo e cheio de zonas erógenas, e cada um deve ter a liberdade de descobrir o que lhe dá prazer.

Esse desabafo é um convite para que outros homens se sintam à vontade para explorar suas próprias sensações e desejos. O prazer é algo pessoal e íntimo, e ninguém deve se sentir envergonhado por buscar o que lhe dá satisfação. Se eu puder ajudar alguém a se sentir mais confortável com suas próprias vontades, ficarei muito feliz.

Então, aqui está minha verdade: eu, um homem de meia-idade, casado e heterossexual, adoro as sensações que o prazer anal me proporciona. E eu acredito que isso é completamente normal.

Vejam no link de referência mais detalhes sobre o assunto !

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Escrito por contosvirtual2024

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10 Comentários

  1. Eu comecei a descobrir esse mundo, eu tinha uns 9 anos +ou-. Foi sozinho, assistindo TV, começou com um tipo de formigamento na região anal, e ao tocar, a sensação foi MUITO BOA, que levou automaticamente a querer botar o dedo, depois 2 dedos. Aí evoluiu pra usar coisas, tubos, desodorantes. Era algo insano, e eu precisava disso praticamente todo dia no banho. Aí veio adolescencia, que diminuiu muito as atividades, me acabava mesmo era na punheta. Perto da fase adulta que comecei a sentir necessidade novamente, meu tubao de neutrox (o maior deles, deve ter uns 6cm de diametro), se tornou meu melhor “amigo”. Com 24 anos me casei com minha atual esposa, e depois de quase 7 anos juntos, estavamos hospedados em uma pousada, aquele cochilo pós almoço, ela desce a mao até minha bunda, eu tava meio apagado de sono, só senti aquela mao boa fazendo carinho, com os dados mais pra parte interna da bunda, na direção do cu, dei uma empinada de bunda, um gemido abafado kkkkkkkkkk A patroa me olhou .. “que foi que eu fiz? Foi tao bom assim?” .. fiquei quieto, fingindo dormir. Essa cena começou se repetir, ela notando que eu gosto MUITO do estimulo. Até que uns meses depois eu revelei pra ela, que curto muito mesmo, que já tinha brincado de mais com meu rabo sozinho. Ela foi entendendo, dizendo saber que isso eh normal, que o homem tem mais motivos ainda que a mulher pra gostar. Desde então, essas cenas são frequentes, ela fica simulando, pressionando meu cu como se uma rola imensa quisesse entrar, eu gozo horrores, aquele gozo seco, um orgasmo só no cu mesmo, nao sei explicar. Depois de um bom tempo, começamos compartilhando o consolo dela, um pauzao preto de 22,5 x 5cm, e ela ja meteu muito ele no meu cu, compramos pra mim um plugao de 6cm de diametro que ela adora socar em mim.

    • Muito legal o seu relato.
      Minha descoberta para o prazer anal foi quase por acaso…rsrsrs…
      Comecei a ter hemorróidas a partir dos meus 27 anos e até os 32, a coisa foi se agravando e passei a perder muito sangue. Não teve outro jeito senão operar. A cirurgia foi um sucesso, mas eu tinha que voltar na médica para ver como estava a cicatrização do local onde foram dados os pontos.
      E sim… a verificação era feita comigo de 4 e a médica introduzindo o dedo devagar e “apalpando” bem devagar os locais dos pontos. A 1a vez foi muito traumática…a região estava ainda muito dolorida e eu também estava todo contraído com medo de ser penetrado por um dedo pela 1a vez…..e dá-lhe lubrificante e técnicas de relaxamento….mas doía muito…o coração acelerava e eu sentia como se ele estivesse “pulsando” dentro do cu..
      Na 2a vez, 10 dias depois, a cicatrização estava bem melhor e eu mais relaxado e à vontade com a médica, embora ainda estivesse com certa tensão e medo..mas foi bem mais tranquilo do que a 1a vez, enquanto ela “deslizava” o dedinho lá dentro e apalpava os locais dos pontos, senti um pouco de tesão…e daí veio o drama….fui para casa “confuso”…eu já era casado e ficava me questionando …será mesmo que eu senti um pouco de tesão com o toque da médica ?? como pode isso ?? Eu me julgava muito macho para sentir prazer um uma região proibida.
      Mas ainda tinha o último controle dai a 5 dias, para ver se a cicatrização foi realmente boa….esses 5 dias foram “sofríveis”… estabeleceu-se um conflito em minha cabeça…na realidade eu não sabia se estava com vontade de voltar na médica ou se chutava tudo pro alto e não fazia o último controle para me preservar do dedinho…rsrsrs…
      Acabei indo na consulta…e lá foi o dedinho pra dentro do meu rabo…eu estava muito mais relaxado e à vontade com a médica…lembro como se fosse hoje dela dizendo…” a cicatrização está perfeita…e a cirurgia foi um sucesso” …e o dedinho ia e vinha bem devagar…fazia círculos…e tive um início de ereção…não podia acreditar…eu ali de 4 sendo virado do avesso e o pau começando a se manifestar.
      Daí veio o golpe fatal…acho que ela fez de propósito…e perguntou…”vou aproveitar que estou te examinando e vou avaliar a próstata…apesar de vc ser muito novo, existem casos raros de câncer na sua idade..” e lembro daquela voz me perguntando..posso ? claro que eu disse…pode !! e ela “avaliou” a próstata bem devagar concluindo que estava perfeita…e o pau se manifestou mais ainda, embora sem ter uma ereção completa. Eu não sabia o que fazer e por isso nada fiz…kkkk…terminou o exame, recebi alta, mas fiquei por 5 anos recriminando os meus pensamentos quando lembrava da médica e o seu dedinho.
      Depois de ler muito sobre o assunto e chegar à conclusão que isso era normal, inclusive para os héteros, é que acabei confidenciando para a minha esposa e a coisa acabou evoluindo para o uso do massageador prostático no sexo.

      • Medica safada essa kkkkkkkk Ela deve ter notado que gostou, e tava brincando mesmo.

        Eu fui no urologista ano passado, fazer exames de rotina, ele manda eu tirar calça e cueca e deitar de barriga pra cima com as pernas um pouco afastadas e dobradas. Ele pegou meu saco.. apalpou meu pau.. aí do nada, sem falar nada.. aplicou rapido no dedo um lubrificante e socou fundo no meu cu, foi muito abrupto, mexeu o dedo, tirou e botou de novo. Tirou, e ae que foi me avisar.. “como ja tem 40 anos, avaliei sua prostata”. A sensação foi muito boa, mas não chegou a dar tempo de ficar de pau duro.

        Mas assim, eu nunca chegue a alguma duvida quanto a masculinidade, eu nunca senti atração alguma pela figura masculina, o maximo que minha cabeça simpatiza, são as trans, mas aquelas sem traço masculino algum, não as gogozuda musculosa e com a voz mais grave que a minha que eu já vi na rua aqui na cidade.

        • Sim, acho que a médica era safada mesmo..kkkkk…
          Essas avaliações periódicas da próstata são muito ruins. É uma dedada rápida, sem clima nenhum, que quase mata a gente de susto..kkkk
          Sim, meu amigo, a sua masculinidade nada tem a ver com a vontade legítima de ter sensações prazerosas no cu, como eu falo nos meus posts. Eu também não tenho atração nenhuma por homens, mas sinto um prazer incrível quando sou massageado na próstata.
          Você já experimentou algo parecido ??

          • Já senti sim. Minha mulher não aceita me dedar, mas ela empurra em mim o consolo dela, que eh bem grandinho, eu gozo horrores sem tocar o pau, eu deito de bruços com uma almofada embaixo da cintura, e deixo o pau dobrado pra traz. Ela fica socando em mim, e o leite derramando com os gozo em sequencia.
            Mas ocorre comigo uma coisa que não cheguei a ver ser relatado em algum lugar. O que a patroa mais gosta é ficar fazendo pirraça, passando os dedos, massageando na volta do cu, pela parte interna das bandas da bunda, pressiona o cu com a mao, como se fosse uma rola querendo entrar, eh um gozo só no cu, sem ejaculação, muito forte também, e quando vem, não para enquanto ela nao parar os toques, já cheguei a me sentir meio zonzo e tive que pedir pra parar.

            Sobre o que vc falou no manual de como dar o cu, por ali e por outros textos que vejo na internet, que meu cu foi feito pra levar pica mesmo. Esse papo que cu nao tem lubrificação, pra mim não vale. Eu so preciso uma babinha pra primeira entrada, depois lubrifica, é uma “baba” transparente com textura de lubrificação de buceta, saca? A minha mulher também acha estranho, já tive que ouvir muita piada dela por isso.

    • Sim, muitos confundem uma sensação biológica (prazer na próstata) com o fato de ser gay, coisa distinta da orientação sexual. Eu tive essa dúvida também no início.
      Mas as coisas estão mudando! Hoje existe bastante informação sobre o assunto e cada vez mais os homens assume as suas sensações.
      Obrigado pela leitura e pelas suas considerações.

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