Depois que Vicente derrubou minha convicção de que realmente podia parar de dar o cú para outros homens a hora que eu quisesse, eu fiz de tudo para dar um basta nessas experiências sexuais.
Era hora de começar a medir as consequências da minha irresponsabilidade enquanto eu podia.
Eu sabia que se continuasse com isso logo não haveria mais volta, como muitos dos leitores que tem lido meus desabafos aqui tem me alertado.
Me isolei completamente por duas semanas.
Fiquei chateado por ter tido recaídas e pensado nos dois homens que haviam me comido nas semanas anteriores.
Me peguei relembrando tudo que havia passado nas mãos daqueles machos e me odiei por isso.
Mas aqueles desgraçados gostosos me humilhavam até em pensamento e acabava me penetrando com qualquer objeto cilindricos que me fizessem sentir que estava sendo penetrado por eles e me aliviava gozando como se fosse em seus paus.
Depois ficava arrependido e chorava sozinho no meu quarto decepicionado comigo mesmo.
O duro foi ter jogado fora quase duas semanas de sacrifício ao sucumbir ao pedido de Vicente , o porteiro que neste sábado bateu na minha casa.
Eu fiz de tudo para que ele fosse embora, mas ele estava determinado demais e me conveceu a deixá-lo entrar.
Eu o recebi tentando ser firme e mostrar minha determinação.
Ele ouviu minha argumentação que realmente não era viado. Apenas tinha me deixado envolver pela curiosidade em novas experiência mas não tinha passado disso.
Disse que não iria me relacionar mais com homem nenhum. Não era com ele, era uma coisa minha e que aquilo não estava me fazendo bem.
Ele deixou eu falar e depois pediu para que eu o deixasse falar umpouco.
Seus argumentos foram que eu estava tentando me enganar e se eu seguisse com aquilo iria me arrepender, pois era lógico que o jeito como eu tinha gostado de ter o pau dele dentro de mim, que eu era viado sim e não tinha vergonha nisso.
Ele falava me encarando e eu envergonhado desviava o olhar e ouvia sua voz grava ecoando nos meus ouvidos.
As palavras faziam minha mente produzir as imagens que estavam vivas em minha memória.
Ele falava que quando meu cú havia se dilatado a primeira vez e recebido a cabeça do pau dele, ele percebeu que eu reagi como ele esperava e pensou querealmente eu não queria ser penetrado.
Mas a forma como evoluiu, ele relatou que nenhum cú que ele tinha comido se adaptou tão rápido a grossura do pau dele.
Que mesmo choramingando e tentando fugir do pau dele, ninguém havia suportado ser fodido por ele e aceitado tão rápiido como eu aceitei.
Ele realmente achava que eu estava tomando uma decisão precipitada.
Fiquei apenas ouvindo seus argumentos e pedidos de reconsideração, que eia ser dificil pra ele aceitar aquilo.
Eu tentava dizer pra ele que ele podia o ú que quizesse, mas ele insistia que não tinha cú melhor queo meu.
Ele pediu que eu fosse sincero e dizer se não havia gostado de ter o pau dele dentro de mim e mais uma vez essa dificuldade de mentir me atrapalhou.
Confessei a ele que mesmo sofrendo no pau dele, que eu realmente havia gostado.
Ele então relaxou, sorriu e me pediu para deixar ele me mostrar que podia ser cada vez melhor a relação sexual com ele.
Ele disse que eu era muto novo e que estava confundindo ser homem, com opção sexual.
Você não deixa de ser homem por que gosta de dar o cú. Pelo contrário, você é um homem, por assumir que gosta mesmo é de dar o cú.
A vida continua normal pra você. É a sua vida e a sua vontade que interessa.
Ele já estava ao meu lado no sofa da minha sala e falando colado ao meu ouvido.
Veja, meu pau já está explodindo dentro dessa calça, eu estou admitindo isso pra você.
Eu seu que você está louco pra tirar ele daqui de dentro, pegar e dar uma mamada nele.
Fiquei em silêncio e ele pedia pra eu confessar.
Que tortura aquilo, pois eu estava mesmo enlouquecido e lutava com todas as minha forças para resistir até ele para de me atiçar daquela forma.
Mas Vicente insistia e não ia desisitir e eu fraquejei e confessei que queria sim pegar nele mais uma vez.
Ele me olhou e disse que eu não sentisse vergonha, pois o pau dele era todo meu, só meu.
Ele tentei desabotoar o botão da calça , mais estava muito justa no volume da sua barriga, pois ele é um coroa barrigudinho, não muito, mas tem um abdomen normal pra homens mais velhos.
Ele desabotoou e abriu o ziper. Levantou do sofa e ficou de pé na minha frente.
Pude descer sua calça e enfiei a mão por dentro da cueca.
Nossa, como estava duro o pau dele.
Parecia ainda mais grosso que antes e a cabeça já estava toda melada.
Comecei a bater punheta naquele pau e de tão melado começou a fazer um barulhinho da pele sobre o liquido viscoso.
Levei a ponta da lingua e sem nenhum nojo lambi a cabeça antes de abocanhar e começar a sugar.
O pau de Vicente pulsava vivo na minha mão, tão viril.
Realmente eu gostei do ceu cheiro, do seu gosto desde a primeira foda que levei dele.
Eu não conseguia sentir repulsa pelo pau daquele homem.
Nem a sensação da gosma que pareceia colar lingua e céu da boca era ruim pra mim.
Vou ainda mais longe, pois até os pentelhos que insistiam em soltar dentro da minha boca, me incomodavam.
As bolas de Vicente são enormes e eu chupava cada uma delas com se balas fossem.
Eu me postei de joelhos a sua frente para mostrar minha devoção ao seu pau.
Ele segurou meus cabelos e disse pra eu nunca mais repetir as palavras que eu lhe disse no início daquela conversas que tínhamos tido a pouco.
Eu balancei a cabeça apenas, pois tinha uma das suas bolas dentro da boca.
Ele puxou meu cabelo pra trás e me fez olhar em seus olhos e perguntou se eu queria experimentar leitinho de macho.
Não respondi, mais ele interpretou meu silêncio como concordância e enfiou o pau com tudo e começou a foder minha boca com toda a força.
Ele é bem resistente e levou uns dez minutos para eu começar a sentir um rio de porra sendo despejado goela abaixo.
Meus pensamentos eram de incredubilidade. Pois havia iniciado aquela manhã dizendo que queria levar uma vida de hetero e agora sentia o esperma de um homem descer pela minha gargante e se acomodando em meu estomago.
Era estranho beber todo o semem daquele homem. Parecia ter cedido a posse do meu corpo para ele de forma definitiva.
Pensei comigo, se eu permitir Vicente me fazer beber seu leite de macho, como posso negar algo pra ele daqui pra frente.
Soube naquele momento que estava em suas mãos para fazer qualquer de seus caprichos de homem.
Senti vergonha, muita vergonha, pois ele não deixou eu desperdiçar uma gotinha que fosse, espremendo o pau e fazendo eu lamber até a última gota de esperma.
A segunda parte era sua. Me mandou tirar toda a roupas e me colocou de quato no sofá com as pernas bem afastadas e usando as mãos para afastar minha bunda, atacou meu cú com sua lingua.
Estava tão vulnerável e senti sua experiência no trato do meu cú.
Vicente testou meus limites. Ele me envergonhou arancando de mim suplias desesperadas para parar com a agoniante sensação que me levava ao desfalecimento.
Era como se ele sugasse toda minha energia pelo cú.
Era dificil me manter na posição de quatro para ele.
Um sensação de fraqueza extrema se abateu sobre meu corpo. Eu sofria arrepios e calafrios enquanto uma febre tomava conta de todo meu corpo.
Pedia com a voz fraca e trêmula para ele parar com aquilo e sentindo quase que uma sensação de humilhação, meus olhos ficaram marejados e uma crise convulsiva de chora me tomou.
Tive que reunir alguma força para tentar escapar da sua língua, mas suas mãos lacaram minha cintura e me aprisionou de tal forma que fui obrigado a me entregar a ele.
Quando Vicente sentiu minha derrota, eleparou com sua lingua e me pegou por uma das mãos e me encaminhou pro meu quarto e mandou eu deitar na minha cama.
Deitei e ele agorrou minhas pernas e me puxou até ficar com a bunda exatamente na borda do caçhão nos pés da cama.
Se ajoelhou e dobrou minhas pernas e deu ordem que eu as mantivesse afastadas e dobradas.
Obedeci a ele e ele voltou a linguar e chupar meu cú.
Eu voltei a sentir os calafrios e a febre novamente. Restou-me em desespero começar a gemer e ganir como ua cadela no cio.
A vergonha era tamanha e o choro me voltou forte.
Jogava a cabeça para um lado e depois para o outro. Eu sentia a agonia mas torturante e gostosa do mundo na lingua daquele homem experiente.
Eu estava tão sensível a sua língua que comecei implorar pra ele parar com aquilo.
Ele não me considerou e continuou e me castigar com sua lingua.
Levei a mão a sua cabeça e tentei empurrar, mas ele nem se incomodou.
Sem me dar conta, como minha força nã era suficiente para afastar a cabeça de Vicente fazendo sua lingua para de molestar meu cú daquela forma frenética, me peguei alisando sua calvice demonstrando que tinha sucumbido aos seus estímulos e numa gemedeira insana, pela primeira vez pedi pica pra ele aquele dia.
As palavras sairam de forma natural: Quero pica!
Ele ouviu e parou um pouco.
Eu arfando com a respiração muito ofegante repeti: Quero pica!
Ele falou: Repete isso menino?
Eu sem pestanejar disse: Quero pica! Quero levar pica no meu cú! Me dá pica meu macho!
Vicente me fez sentar e segurando meus dois braços firme, me encarou sério e disse que se eu pedisse mais uma vez que ele ia me foder de um jeito que eu nunca fui.
Eu olhei pra ele e disse: Me fode Vicente, eu quero pica no meu cú.
Ele riu e me deitou de novo, se agachou até a cabeça do pau se posicionar na entrada do cú e cuspiu bem na junção cabeça-cú e fez pressão.
Eu queria tanto aquele pau dentro de mim, mais não é fácil não, é muito grossa.
Ele não teve pena e empurrou sem dó.
A pica entrou e ele contiuou até que eu acomadasse ela de vez.
Contive o grito com muito sacrífico para não chamar atenção de ninguém.
Ele totalmente dentro de mim, se aproximou e disse firme que ele era meu homem.
Eu olhei e balancei a cabeça afirmativamente e pedi pra ele me foder forte.
Ele disse que o que ia fazer comigo era pro meu bem e tirou a pica inteira e socou forte me tirando mais um grito que consegui conter novamente.
Mas senti um monte de pregas anais estourando com a violência da estocada e fiquei preocupado.
Levei a mão e impedi a próxima estacada e Vicente me reprimiu de um jeito forte.
Levei um tapa na face esquerda que esquentou meu rosto.
Passei a mão e senti a marca dos seus dedos no rosto, fora a ardência que incomodou muito.
A minha reação foi estranha e senti meu cú apetar em volta do seu pau e senti uma sensação de tesão na hora.
Eu tinha gostado de apanhar dele.
Ele deu mais uma estocada e eu me atrevi a tentar parar ele. Levei outro tapa e confirmei que aquilo tinha me excitado muito.
Meu cú envolvia seu pau e apartava o pau dele de um jeito que até ele percebeu.
Então senti uma vontade de levar pica daquele homem como nunca havia sentido.
Eu busquei me abraçar em seu corpo e lacei ele com meus braços e pernas e esperei pelas estocadas poderosas que vieram sem que ele titubiasse.
Foi meia hora de foda na possição de frango assado antes dele despejar uma enorme quantidade porra quentinha dentro do meu cú.
Me perguntava como Vicente conseguia produzir tanto leite assim.
Pensava como meu corpo estava cheio do semêm dele e me sentia um depósito de porra.
Mas caímos os dois na cama e permanecemos ali quietos.
Eu estava sentindo algo diferente aquele dia.
Normalmente me sinto envergonhado depois de ser fodido, mas naquele sábado eu busquei pelo pau dele e me encostei a cabeça na sua barriga e comecei a acariair seu pau demostrando o quão enamorado estava por ele.
O pau de Vicente não tardou a voltar ficar rígido. Eu tão perto voltei a mamar nele e em menos de dez minutos ele se ajeitou e mandou eu subir nele e cavalgar.
Eu estava com a macaca também e subi estabanadamente e peguei seu pau e encaixei na entrada e simplesmente sentei até que meu cú engolisse o pau de Vicente.
Apoiei as palmas das mãos no seu peito e comecei a elevar o quadril até sentir a cabeça chegar na saída e voltei a agasalhar o danado inteiro.
Nossa que sensação boa aquela. Tava tão bom que eu comecei a juntar os pelos dos peitos dele em minhas mãos sem querer, tamanho meu tesão.
Ele mandou eu virar de bunda e continuar a cavalgar. Eu tava tão louco que consegui girar 180 graus sem desencaixar o pau dele.
Apoiei as palmas das mãos nas suas coxa agora e voltei a cavalgar.
Ele começou a bater forte nas minhas nadegas quando eu subia e isso me fazia engolir o pau todo com muito vontade.
Depois de um tempo Vicente deu a terceira gozada dentro.
Eu sentido o leite também consegui gozar , mas foi bem rápido e a sensação era que vinha de trás. Não era bem no pau, apenas vertia um liquido ralinho e meio incolor pelo meu pau flácido mas a sensação vinha mais de baixo.
Eu me perguntava, será que Vicente tinha feito eu gozar pelo cú?
Ele não desencaixou o pau de cara, sentou-se comigo engatado no seu pau e fez nossos corpos rolarem de ladinho e permaneceu dentro de mim, fazendo seu pau gofar o resto de semêm dentro de mim.
Estavamos bem exautos e ele cochilou assim engatado no meu cú e me laçando com um de seus braços, o que me impedia de tentar sair.
Até porque eu não queria sair dali, tava tão gostoso sentir o pau dele dentro. Ele ia aos poucos amolecendo e diminuindo o volume dentro do meu cú.
Senti o pau escorregar devagar e meu cú sentindo-se vazio começou a piscar e assim ficou por um bom tempo.
Ele cochilou uns 20 minutos e acordou. Me elogiou e foi pro banho.
Vou ter que dividir este desabafo em umas três partes pra não ficar massante.
Mas Vicente ficou o resto do fim de samana lá em casa e eu pude conhecer o homem que ele é. Com certeza ficou mas dificil de afirmar que consigo parar de dar meu cú quando eu quiser.
Vicente ganhou minha confiança e realmente balancei quanto a certeza que eu tinha de que não sou viado. Chato aceitar isso, mas não possa me enganar completamente. Vamos ver como fica isso.



Que lindo o quanto ele te quer. Viva esse momento. E, pegue mulher também, pra não depender só de rola pra sentir prazer. E você não é viado, porque vocês não se beijam, só fazem sexo.