Pagodão maneiro e eu de olho na novinha que mandava ver no samba. Aquele rebolado dela! Aí aquela mulatinha na minha mão!!! Só que não deu. Fiquei na pista. Mas ainda tava na seca. Lá pelas duas, apareceu uma coroa de cinquenta anos, o dobro. Mas era comestível e tinha uma bunda de dar inveja a muitas novinhas. Aí deu tesão. Mandei a letra e foi. Ela e sua amiga sentaram com a gente. Mas a amiga ia chamar Uber e eu me ofereci pra levar. Então fomos. Deixei ela em casa e ficamos só nos no carro. Mal eu saí, a coroa já foi botando meu pai pra fora. Parei mais na frente e deixei ela matar a vontade. Gozei gostozim, dando de mamar pra ela. Pra mim já tava bom. Mas ela queria pica. E queria muito. Acabou que ela me levou pra sua casa. Ah meus camarada… Vou te falar… Disse pra Carai. Ela que comandou a foda. Sentava quicando muito gostoso que eu cheguei a chorar de tesão. Nunca gozei tão gostoso, com ela rebolando na minha vara de costas, comigo disso na cama. Enquanto eu gozava naquele cú delicioso ela ficava me encarando rebolando toda varada, mandando eu gozar no cuzinho dela, aos gemidos enquanto tocava siririca. Aí ela começou a gozar também. Vou falar… Só quero coroa agora. Gostei pra Carai. Bota qualquer novinha no bolso. Vou comer ela até murchar toda. Agora eu quero a amiga dela que é mais magrinha e com cara de safadinha. Não tem bundão, mas vou bombar muito aquele cú.

