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Fiz sexo com meu pai.

Eu confesso que fiz sexo com meu pai. Apenas agora, e aqui na internet, estou sendo capaz de abordar esse assunto.
Em todos os sites onde procurei sobre o assunto, vi relatos fantasiosos de contos eróticos, ou ligados a alguma parafilia.
Meu caso aconteceu há alguns anos. Hoje estou para completar 40 anos, sou casada, e não tenho filhos. Meu pai faleceu há 8 anos.
Eu sou a filha mais nova, meus irmãos são 20 anos mais velhos que eu, e minha mãe faleceu eu tinha 12 anos e meio.
Fiquei morando com meu pai. Sempre dormi no quarto com meus pais. Minha casa tinha 3 quartos, um era da minha irmã, outro do meu irmão e outro dos meus pais. Então desde pequena dormi com meus pais. Por volta dos meus 7 anos minha irmã se casou, mas continuei dormindo com meus pais. Meu irmão fazia faculdade fora, e vinha aos finais de semana, ele se casou quando eu tinha 11 anos, e eu continuei dormindo no quarto dos meus pais, um ano depois minha mãe viria a morrer, e eu continuei dormindo no quarto dos meus pais.
Porém comecei a dormir na cama com meu pai, sempre sem nenhuma conotação ou comportamento sexual.
Eu sempre tive mania de dormir virada com a cabeça para os pés da cama.
Um dia de manhã, muitos anos depois da morte da minha mãe, acordei, e vi o pênis do meu pai saindo pela cueca, o elástico já gasto não segurava nada, então vi, algo, e continuei olhando, disfarçando lógico, mas vendo, era avermelhado, era a segunda vez que eu via o pênis de um homem adulto. Eu já me masturbava, e já até tinha tido umas esfregações com umas amiguinhas. Eu era o tipo de menina tímida, e inocente, eu já tinha 18, e minhas únicas experiências haviam sido com meninas, com as amigas mais safadas que queriam sempre tomar banho comigo, se masturbar com o chuveirinho, brincar de tesourinha, de beijar na boca, e coisa e tal. Eu era boba, acreditem, cheia de vontades mas de poucas atitudes. Morria de medo quando um garoto queria ficar comigo. Sem ser com garotas, o outro contato sexual que tive foi com um funcionário do comércio da minha avó, eu estava no quintal da casa dela, brincando, e ele me chamou em um portãozinho que separava, e perguntou se eu queria ver algo, eu perguntei o que era, mas já imaginava, e ele disse que era algo que os meninos tinham e que as meninas gostavam, ai me mostrou o pau duro, e ficou se masturbando até gozar, perguntou se eu tinha gostado de ver, eu disse que sim, e ele disse que agora seria a minha vez, eu tava com as duas mãos no portão, ele passou a mão pelas grades e me masturbou, fizemos isso muitas vezes sempre da mesma maneira, sempre na mesma hora, até que ele foi demitido porque após a morte do meu avô minha avó foi morar com uma tia e não precisávamos mais de motorista.
Depois desse dia, eu passei a dormir todos os dias de calcinha e camiseta, mas nunca me esfregada nele, nem nada, pois nunca tivemos uma relação próxima e afetiva assim.
Mas meu pai era safado e eu sabia, sabia que ele tinha muitas revistas de sacanagem, e que saía com várias mulheres.
Muitos dias depois daquele que eu vi o pau dele pela primeira vez, eu percebi ele de costas pra mim, se masturbando ao acordar, eu fingi que não tinha acordado, mas sentia a cama se mexendo, com tesão, me masturbei também.
Eu jamais soube como fazer para que rolasse algo, eu não sabia que algo que eu fizesse provocaria ele, e eu não achava isso certo na minha cabeça também. Mas eu sentia muito desejo e vontade.
Meses se passaram, até que um dia, acho que por causa dos hormônios, eu o abracei, inventei que tive pesadelo, e pedi pra ele me abraçar.
Ele muito sem jeito me abraçou, ai virei de costas e passei seu braço por cima de mim. Fingi dormir, e senti o corpo dele grudado ao meu, senti o pau dele na minha bunda.
Mas nada aconteceu, além de eu ficar muito melada, e ele ao me perceber dormindo há alguns minutos, me cobriu e se virou.
Mas já tinha sido um contato.
Notei que de manhã ele acordava excitado, todo dia, mas a falta de vínculo físico não facilitava em nada. Eu tentava não pensar no fato que isso era crime, ou pecado. Eu tentava pensar apenas na vontade, e sentia uma comichão no clitóris toda vez que isso acontecia. Eu estava tão pronta pra transar e com tanta vontade de transar com ele, que eu pensava estar maluca.
Queria tanto um pai que tivesse essas intimidades sexuais comigo. Mas ele não era assim. A safadeza era minha.
Comecei a ser mais carinhosa com ele, todos os dias, o abraçando e o beijando na bochecha. Cuidando dele, arrumando seu cabelo, cuidando das suas coisas, pedindo pra sair pra jantar, pra ele não me deixar sozinha em casa como fazia todo dia. Ele saia com as namoradinhas que ele já tinha mesmo casado com minha mãe, e me deixava em casa com dinheiro pra pedir uma pizza.
Comecei a demonstrar ciúmes, e a ficar irritada com isso, com essas saídas dele.
Meus irmãos, totalmente ausentes. Meu irmão morava fora, e minha irmã eu via quase todo dia, mas era como se fosse uma prima e não uma irmã, nunca tivemos intimidade de irmãs, talvez pela idade. Eu tinha apenas 7 anos a mais que minha sobrinha.
Quando comecei a demonstrar ciúmes, meu pai ficou mais carinhoso comigo, mais tátil, e mais presente. E a noite, aproveitei a época de frio, e ao invés de dormirmos com cobertores separados, eu pegava e juntava os dois e dormíamos os dois debaixo do mesmo cobertor, até reclamávamos de um puxar mais pro lado do outro.
Um dia de madrugada, muito fria, pedi pra ele buscar um copo de água pra mim, isso ele sempre fazia, e ao voltar pedi pra me abraçar.
Eu estava louca aquele dia, e sei lá porque, ao puxar o braço dele por coma de mim, fiz aquele movimento de me encaixar mesmo, de encaixar minha bunda no pau dele, que não estava duro, mas que começou a ficar.
Eu estava com shorts de pijama, mas sem calcinha, e eu senti o pau dele ficando duro. Eu não falei nada e ele também não. Só fiquei assim, e posicionei o braço dele bem abaixo dos meus seios, esperando que ele colocasse a mão.
Eu continuei me mexendo um pouco, me encaixando, e ele não dizia nada, e não se mexia.
Eu me virei pra ele, e estávamos de frente um pro outro, eu podia sentir a ponta do pau dele, a cabeça, encostando em mim sob a cueca, mas morria de medo da reação dele. O abracei, disse que o amava e a cabeça do pau dele estava encaixadinha entre minhas pernas. Era só eu mexer meu quadril pra frente pra ele perceber o que eu queria. Fiquei assim bastante tempo, depois me virei, e fingi que dormia, e ele também fez o mesmo.
Eu me masturbei quietinha, estava muito melada, e foi muito bom.
No dia seguinte, ele estava dormindo, também de madrugada, e eu pensei em me masturbar e deixar ele perceber o que eu fazia. Estava com o braço encostado nele, e comecei a mexer em mim, e sabia que ele estava sentindo, sabia que ele tinha acordado comigo me mexendo, e sabia que ele estava quieto fingindo que estava dormindo. Então ele me perguntou, o que eu estava fazendo, e eu disse… \"não sei, pai\" e continuei, eu estava de costas na cama, e ele de lado, ele passou o braço por mim, e colocou a mão em cima da minha mão. Não tocou na minha bucetinha, apenas colocou a mão dele sobre a minha e apertava minha mão, até que eu gozei, ai ele me abraçou, e se levantou, foi ao banheiro se masturbar, eu creio.
Depois disso, durante umas 4 noites foi a mesma coisa, até que eu tirei minha mão e deixei ele fazer. Ele fez, mas eu fazia melhor.
E durante várias noites eu deixei que ele fizesse. Mas não passava disso. Ele sabia que eu era virgem, e nunca tentou enfiar o dedo em mim, enquanto eu não pedi pra que fizesse.
Fora da cama, no dia a dia, era tudo normal.
A noite, eu não verbalizei, mas guiei a mão dele pra que ele enfiasse um dedo em mim, e ele fez, mais alguns dias assim, e só com dedo, não rompeu meu hímen nem nada, nem com dois dedos. Foi então que eu me virei durante essas sessões de masturbação e o beijei na boca, ele retribuiu, e a coisa pegou fogo, não era pai e filha naquela cama, era homem e mulher. Eu imagino que na cabeça dele tudo deve ter sido muito confuso, mas partiu de mim, tudo.
E nesse dia pela primeira vez eu o toquei, e ele se masturbou segurando minha mão no pau dele. Nas noites que se seguiram foram assim, fui aprendendo a masturbar, até que quis chupar e ele deixou, e nunca tive nojo dele gozar na minha boca, pois ele me beijava depois… tudo sempre de luz apagada e debaixo das cobertas, sempre.
Até que um dia pedi pra que ele me penetrasse, e ele disse que era perigoso. Eu disse que se ele usasse camisinha não seria. E combinamos de fazer no final de semana.
E assim aconteceu, no sábado a noite, na sala, pedi pra levarmos o colchão pra sala pra assistirmos filme, e com a cabeça no colo dele, peguei no pau dele e comecei a masturbar e a chupar, e me deitei, ele veio por cima ainda um pouco de lado me beijando, me acariciando também, e viu que eu estava molhada, colocou a camisinha na minha frente e se posicionou em cima de mim, e foi fazendo bem devagar, não doeu, mas sangrou uns 3 dias. Eu me lembro de ter terminado, ter corrido pro banheiro, e me olhado no espelho, a unica coisa que tinha de diferente em mim, eram as bochechas rosadas e quentes. Me lavei e voltei pra sala…
Pedi pra levar o colchão pro quarto, e transamos mais duas vezes.
Nos dias que se seguiram, não conversávamos sobre o que ocorria, era algo nosso, e não precisou ser decretado como segredo, eu sabia que ninguém podia saber e ele também sabia.
Um ano havia se passado e ele tinha uma maldita de uma namorada que chamava Martha, e era amante dele durante muito tempo já, às vésperas de ir para a faculdade, eu pedi pra que ele terminasse com ela, e ele disse que não podia.
Então eu fui me afastando. E comecei a namorar um cara, o mesmo com quem estou hoje. Anos se passaram sem que nada mais acontecesse. Martha morreu, eu e meu pai tivemos um distanciamento, por ciúme meu, acho que ele nunca aceitou o fazia comigo. Acho que achava errado, moralmente errado, mas pra mim pareceu muito natural. Não me atrapalhou ao me relacionar com outros homens, nunca atrapalhou minha cabeça, talvez porque não foi um ato de violência, mas um ato que partiu de mim. Considero uma monstruosidade um pai abusar de uma filha, mas não foi o caso.
Não foi também carência da minha anos após morte da minha mãe, foi safadeza apenas, vontade, tesão, talvez se eu estivesse no quarto com meu irmão teria feito o mesmo com ele, talvez se estivesse no quarto com algum primo ou amigo, tivesse feito o mesmo, mas foi com ele.
Quando meu pai faleceu, eu não fiquei muito perto dele nos meses de doença, ele me olhava com um certo incomodo, como se tivesse se arrependido, por toda aquela moral religiosa que ele tinha.
Ele ia a igreja, mas nunca comungava, e não se confessava. As pessoas até comentavam, e muitas vezes comigo, achavam que era por causa da martha, por ele ter traído minha mãe com ela por muitos anos e coisa e tal…
Mas era por minha causa, eu sabia.
Recentemente eu tenho tido muita vontade de ficar com homem mais velho. Sinto atração por homens de 60, magros, em forma, com dentes perfeitos, não fumantes. Como meu pai.
Acho que procuro a proteção que sentia por aqueles dias. O envolvimento e o pertencer a alguém.
Esse não é um relato erótico, apenas um relato verdadeiro de algo que passei, não cabe julgamento moral nem dele, e nem meu.
Não cabe culpa, ou pecado.
Aconteceu, e aconteceu porque eu quis.
Muitos dirão que eu não sabia o que estava fazendo, mas acreditem, eu tinha total noção do que fazia.
Sim, algumas vezes eu me arrependo, outras não.
Me arrependo de ter me afastado dele.Podia ter continuado uma relação de pai e filha, normal, mas eu tinha muito ciúme dele.
De qualquer forma, aconteceu.

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Escrito por Anônimo

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7 Comentários

  1. Minha filha é muito bonita, me separei de sua mãe quando ela tinha 14 anos e desde então ela passou a morar comigo.
    Eu não a via como mulher , sempre olhei para ela como filha!
    Quando ela tinha 18 anos me perguntou se eu teria coragem de ter relação com alguma de suas amigas.
    Respondi que nunca tinha pensado nisso.
    Perguntei a ela o porquê dessa pergunta, e ela disse que era uma amiga dela que tinha desejo pelo pai, e queria saber minha opinião. Se eu achava certo ou errado, e que conselho eu daria a ela.
    Eu respondi que ela deveria conversar com ele para saber sua opinião.
    Imediatamente minha filha numa expressão de susto disse ” mas pai, como é que ela vai ter coragem de dizer ao próprio pai que quer transar com ele? Sem saber qual será a reação dele?”
    Então eu disse que se eles não tem essa liberdade de conversar sobre tudo, fica difícil.
    Ela então jogou mais pesado perguntando: – e se por exemplo fosse eu querendo algo assim com meu pai? Eu deveria me declarar pra você?
    Confesso que daquele momento em diante começei a enxergar minha filha como mulher . Eu já tinha entendido que essa estória de “minha amiga” era uma forma dela saber se eu faria isso ou não !
    Fiquei sem resposta e pensando se minha conclusão estava certa ou se a minha imaginação estava fértil demais…
    Respirei fundo e respondi: sim, ela deve se declarar para ele. Mas se não tiver coragem ela pode se insinuar de alguma forma ou tentar um contato físico direto ou indireto pra ver a reação dele.
    Também pode se deitar ao lado dele enquanto dorme pra ver se funciona. Como diz o ditado ” já tá dentro deixa” .
    Dito isso eu sorri para descontrair e tirar o foco já que a conversa estava chegando ao extremo.
    Ela ficou pensativa e falou que ia dizer isso pra amiga dela.
    Duas semanas depois estava já deitado pra dormir quando ela abriu a porta do quarto e entrou… Perguntou se eu tinha um cabo de carregador pois o dela tinha estragado. Ela vestia um camisola tão curta que me deixou super excitado. Apontei para a gaveta da cômoda dizendo que pegasse o carregador. Foi então que ela abaixou e eu vi que estava sem calcinha.
    Ela se despediu e saiu do quarto sorrindo, dizendo que me ama e faz tudo por mim!
    Eu disse o mesmo, e ela olhou pra trás e perguntou: – será?
    Respondi que sim!
    Por volta das 2 horas da manhã eu acordei com ela me estimulando com as mãos e fazendo sexo oral em mim!
    Inicialmente eu tomei um susto! Porque eu não esperava por isso…
    Perguntei o que você está fazendo?
    Ela disse: estou seguindo o conselho que você deu pra minha amiga! Quer que eu pare?
    Imediatamente eu respondi: não! já tá dentro deixa…
    Ela continuou, tirou a camisola me deixando ver aquelas tetinhas maravilhosas, me beijando e assim fizemos amor a noite toda!
    Enfim, tem um ano que estamos fazendo isso! Se é certo ou errado eu não sei.
    Mas temos o consentimento de ambos.

  2. Parabéns pelo teu relato eu também fiz sexo com minha filha , na época ela tinha 18 anos e eu 44 eu descobri que ela tinha tesão em mim , ela foi criada pela mãe e o padrasto quando me separei da mãe dela , tinha apenas 8 meses de vida. Mas tentei manter o contato , ela cresceu longe de mim , mas aos 14 anos já era bem liberal e curtia fazer sexo , ela já transou com meninas ,casal etc isso ela me contou depois que tivemos nosso contato romântico em mensagens de e-mail e whatsapp. Eu ela antes de transar , trocamos vídeos de sexo , ela me enviou vídeos ela tirando a roupa no banheiro ,mostrou sua bunda grande e empinada , uma mulher linda e gostosa , minha vontade era grande e a vontade dela também, antes de fazer sexo comigo ela me confidenciou depois que um dia estava no sofá e teve um orgasmo só pensando em mim , . Fizemos sexo bem gostoso em minha casa , chupei os peitos dela que era parecido com uma pêra 🍐 ela chupou meus 19cm de penis , nos beijamos na boca como 2 namorados , coloque ela se quatro na cama e comi minha filha bem gostoso 😋. Mas só foi uma vez , claro que por mim estava transando com ela até hoje . Foi real e verdadeiro o nome destas situações onde a filha tem desejo pelo pai e o pai pela filha , ATRAÇÃO SEXUAL GENÉTICA isso acontece porque a minha vê o pai como um homem e automaticamente ela começa sentir tesão pelo seu próprio pai . Se vc quiser conversar a respeito me chama 11994951018

    • Incesto consensual entre adultos não é crime no Brasil. E vocês não fizeram mal pra ninguém. Então não vejo nada de errado. Teu pai ficou se sentindo culpado depois por causa do moralismo religioso. Mas não existe motivo pra tu se sentir mal com isso. Você só viveu seus desejos e ao que parece tem boas memórias disso. Foi uma vivência, só guarde como bons momentos que viveu no seu passado e é isso. Foda-se o julgamento da sociedade. Ninguém pode viver a tua vida por ti. Seja feliz, abraço!

  3. Incesto ainda é tabu .por puro moralismo religiosa..mas se for consentindo e a coisas mais linda e pura que pode existir..vc se entregar a uma pessoa que vc sabe que te ama de vdd .não e por interesse financeiro..sabe que vc tá se entregando a um pessoa que cuida de vc e faria qualquer coisa por vc..seja pai com filha,ou filho com mãe .não vejo nada de errado se for consentido sem força a barra acontecer de forma natural..eu mesmo..já amei muito um tia minha de primeiro grau..sentia muito desejo por ela..mas ela era muito religiosa.. evangélica.. tradicional..já isso aceitaria..por dogmas religioso..me masturba muito pensando nela..meu tio era um escroto com ela..não gostava de trabalhar..ela sempre foi guerreira..formo as 3 filhas delas sozinha praticamente..hj ela não tá tão bonita.. envelheceu..mas se ela me desse uma chance..ia fazer ela feliz..nem que seja só por uma noite..achei linda sua história.. excitante .viva o amor.. incesto..que seja consensual sem tabu .!

  4. Isso é doentio, sexo com a própria filha e ainda criticam de doente quem usa pelúcia para brincar, isso sim que deveria ser criticado e deveria sim ser banido desse site.
    Pior e que vejo quantos concordam com tal abominação.

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