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forçando a barra para o chifre

Eu confesso que forcei a situação para levar chifre. Minha esposa é uma morena linda e gostosa, que me´orgulha, respeita e é a esposa que eu sonhei. Contudo, um dia eu vi a chance de realizar uma fantasia e fui em frente. Eu vi que David, amigo nosso, olhava ela com muito tesão. Percebi que Vera, minha esposa, tinha desejo por ele. Aí, uma noite nós tres bebendo e ouvindo música lá em casa, eu comecei o meu jogo, para jogar ela nos braços, ou melhor, na vara dele. Comceei dizendo que, se eu comi outras mulheres e Vera casou virgem, ela tinha o direito de experimentar outro homem. Depois disse que gosto de ver os homens olha-la com tesão. Fiz ele confessar que tem tesão muito grande por ela. Fiz ele admitir que batia punheta pra ela. E depois fiz ela confessar que sentia desejo nele. Ela estava com um conjunto saia e blusa, de lindo, branca, um tesão. Aí eu fiz uma aposta com ele pra ele acertar a cor da calcinha dela. Quando ele acertasse, ela mostraria, pra conferir. Quando ele falou branquinha, ela soriu e abriu as pernas, e nós vimos a delicia que ela tem entre as pernas. Ele viu a testa da buceta dela, em todo os esplendor. Ela pediu a ele um cigarro, e quando ele levantou pra entregar, ela falou – Olha só como o pau dele tá duro! Que pauzão! Depois dessa noite, ele foi tmando mais liberdade com ela. Ela sentava sempre mostrando a calcinha, e como eu nunca falei nada, ele foi ficando a cada dia mais ousado. Entrava no nosso quarto, ela trocando de roupa e nem eu nem ela reclamava. Outro dia ela estava tomando banho com a porta do banheiro aberta e ele se aproximou e ficou admirando o corpaço dela, nua, o bucetão de fora, os peitos deliciosos. Um dia, cheguei do trabalho e eles estavam no quarto. Ela de brços, o vestido levantando, e enquanto conversavam, ele alisava as coxas dela e passava a mão na bunda dela. Quando eu entrei, ele não se intimidou e continuou. Inclusive botou a calcinha dela dentro da regada e ficou passando a mão. Aí não se conteve e me disse, clamramente – vou comê-la agora! Tu não quer que eumeta-lhe a pica? Pois Vera, tome vara dura! Ela ficou de costas, ele tirou a calcinha, tirou o short e montou nela. E fodeu ela aí, comigo assistindo, louco de tesão. Quando gozaram, eu meti-lhe a pomba dura pra ele ver. E daí pra frente foi só lazer. Ele comia ela diariamente. às vezes dormia em nossa cama, e eram 2, 3 trepadas por noite. Eu revezando com ele e ela comentando – Trepei tanto que buceta tá ardendo! Foram város meses de um delicoso triângulo! E nunca tive remorsos ou traumas. Faria de novo. Pena que ela não quer mais.

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Escrito por Anônimo

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O pedreiro e as calcinhas no varal