Eu confesso que fui abusada quando tinha 13 anos. A história é longa, mas vou tentar resumir.
Quando eu tinha 13 anos eu e minhas colegas de escola matavamos aula pra ir à uma loja de instrumentos musicais que ficava no centro da cidade, sonhávamos em montar uma banda de Rock e amava baterias, lembro que queria aprender a tocar, mas não sabia bolhufas de como começar.
Num desses dias um dos vendedores ficou mostrando as guitarras pras minhas amigas e depois veio até mim mostrar as baterias, falamos sobre as bandas que eu mais gostava e ele disse que tinha vários cd\’s pra me mostrar e quem sabe até emprestar. Lembro que dei o número do celular da minha cega pra ele, pois celulares eram caros demais e eu ainda não tinha um e ele ficou de ligar pra marcar um encontro.
Não consigo lembrar quanto tempo depois ele ligou, eu e minha amiga estávamos voltando da escola pra casa, era quase meio-dia, ele pediu pra falar comigo, me disse que gostou tanto de mim por ser tão novinha e já gostar de Rock antigo que me daria 3 aulas de bateria de graça e se eu gostasse podia pedir pros meus pais pagarem as outras aulas, além disso ele disse que tinha uns vinis originais pra me mostrar. Eu nunca havia tido intimidade com um menino, lembro que já havia beijado na boca, mas não tinha passado disso. Jamais imaginei nada, não tinha desconfiança nenhuma do encontro acabei indo.
Lembro que com 13 anos já tinha menstruado e meus peitinhos estava crescendo, não completamente formados. Eu tinha um cabelo cacheado comprido até a altura da cintura e as coxas grossas devido aos hormônios da adolescência, era meio gordinha, mas não gorda (perna grossa, pouco seio).
Marcamos no sábado a tarde na casa dele, peguei um táxi com a mentira de que iria olhar filmes na casa de uma amiga, e fui. Quando cheguei na casa dele ele ficou eufórico, ele havia pedido que não levasse nenhuma colega ou amiga ou que contasse sobre o nosso encontro, pois ele estava me dando aulas de graça para eu era legal e ele teria prejuízos se as outras também quisessem aulas sem pagar. Concordei com isso louca de faceira!!!
Ele me sentou na bateria dele e ficou por trás de mim me mostrando como segurar as baquetas e algumas sequências básicas. Sentia a respiração dele na minha orelha e um cheiro forte de sabonete que provavelmente vinha do banho que ele tomou antecipadamente. Ele tinha 42 anos, era branco de cabelos preto, magro e usava barba, tinha algumas tatuagens nos braços. Ele começou a cheirar meu cabelo e a encostar o peito nas minhas costas, dizia que eu tinha um cheiro gostoso. Ele pediu pra fazer um intervalo na aula e que escutassemos música, ele sentou no sofá e acendeu um cigarro, ficou lá e olhando com cara de predador, comecei a sentir medo e disse que deveria ir pra casa, ele não deixou. Pediu que eu sentasse ao lado dele e quando me aproximei ele me puxou pro seu colo… começou a me beijar os ombros e eu sentia ânsia pelo cheiro do cigarro e aquela barba alfinetando minha pele. Ele começou a se movimentar em baixo de mim e senti que tinha algo duro contra a minha bunda. Ele disse a frase que nunca vou me esquecer :\" não vou tirar teu cabaço, gostosinha. Vou me satisfazer no teu cu. Se vc contar pra alguém ligo pros teus pais e digo que tu mata aula toda semana, vc vai levar uma tenda que nunca mais vai esquecer\". Fiquei tão apavorada que não consegui dizer nada, eu tremia feito uma vara. Ele me forçou um beijo, a língua dele entrava toda na minha boca, boca dele comia a minha inteira, pensei que fosse vomitar por tanto nojo que sentia. Ele tirou minha blusa e abriu meu sitiã, ficou brincando com o biquinho dos meus seios por alguns minutos e então abriu a calça e botou o pau pra fora. Lembro do saco enorme e das veias saltadas, lembro do brilho que saia da cabeça e só hoje entendo que ele estava se babando de tesão em mim. Ele me afastou e conduziu minha mão a bater punheta nele, ele gemia olhando pra minha cara de apavorada, depois de alguns minutos que nunca saberei quantos, ele me empurrou pro quarto dele, fechou a porta e fechou as janelas. Me colocou de pé contra a porta e de contas pra ele. Desceu minha calça jeans e minha calcinha, e disse \"vai doer, mas depois tu vai ser mulher e só vai querer dar ele pro teu namorado. Vou te comer bem comido.\"
Gente eu não lembro se ele molhou o pau com cuspe ou se colocou seco, não sei quanto tempo durou, só me lembro se ficar olhando pra um quadro com a foto da filha dele ainda bebê que estava na parede, estava com os olhos cheios de lágrimas pela dor que sentia com a penetração dele no meu cu virgem, mas lembro como ele gemia e urrava no meu pescoço e ouvido, lembro como ele me segurava com força contra a porta fechada do quarto e como ele dizia ser apertado e quente. Quando ele gozou fez dentro do meu cu, saiu do quarto e foi no banheiro se lavar, eu vesti minhas roupas completamente trêmula e sai, ele me segurou no quarto e reforçou que se eu contasse pra alguém ele me estupraria de novo e dessa vez me bateria até eu desmaiar, depois disso perguntou se eu queria um café ou chá antes de ir…eu não conseguia responder, sai de lá e quase fui atropelada tentando atravessar a rua, fiquei por horas sentada numa praça sozinha até conseguir ir pra casa. Tive febre naquela noite. Nunca mais o vi, nunca mais tive notícias dele.
Hoje sou casada, fiz teste de HIV quando tinha 19 anos e já entendia a gravidade daquilo, graças a Deus o resultado foi negativo. Nunca contei pra ninguém, nem para o meu marido por medo de represália, mas aquele abuso teve impacto total na minha vida, nunca sai com homens com menos de 35 anos, sempre todos bem mais velhos que eu, além disso não consigo ter orgasmos sem penetração anal, simplesmente sou ficcionada em sexo anal.
Tenho 26 anos e meu marido tem 45 anos, ele se diz sortudo em ser casado com uma mulher que adoro dar o cuzinho, nas ele nem imagina o pq do meu prazer. Não conto pq acredito que ele ficará com paranóia e não teremos o mesmo prazer que temos hoje. Vcs acham que devo procurar auxílio psicológico ou contar pra ele? Se sua esposa lhe contasse que foi abusada, o que vc faria? Espero Boas resposta. Abraços, Ella.


Gostou dele ter arrombado su cuzinho e ainda sente tesão só de lembrar, vc só não admite concordar que gostou de ser violentada