Guto, era desses negros comedores que fazem programa e transformam caras brancos em escravinhas. O cara é muito safado, nasceu pra foder cú de homens brancos que não são muitos convictos de sua masculinidade.
Tavinho era meu amigo de trabalho e era gay. Conheceu Guto em um site e não parou mais de dar o cú pra ele.
Guto praticamente o viciou em rola preta e eu chegava a ter pena de Tavinho. Gastava todo seu dinheiro com mimos para Guto.
Eu o aconselhei a parar de sair com Guto, mas o cara tinha um poder sobre os caras que ele comia que era digno de um estudo acadêmico a sua técnica de dominação.
Tavinho andava nervoso com a abstnência quando Guto resolver não comer mais o cú dele por há quase três meses.
Eu chegava a ficar com raiva de Tavinho pela sua falta de força de vontade e o culpava pelo estado deplorável em que ele se encontrava e achava que era fraqueza absoluta, já que não tinha ideia de como alguém poderia ser tão dependente do sexo com outra pessoa.
Eu me achava heterosexual convicto e pra mim entender o que se passava com ele era dificil.
Resolvi procurar o tal Guto para falar com ele pra ele pelo menos dar uma atenção para Tavinho até ele conseguir um tratamento que o tirasse da fossa que estava.
Consegui fazer contato com Guto, mas para não assustá-lo eu me identifiquei como um cliente de programa e lá eu me revelaria.
No dia, marcamos em um barzinho e lá chegando vi um cara grandalhão, todo malhado, usava lentes de contaro verdes e o cotraste com sua pele escura fez o cara ficar realmente um tipo bonitão.
Eu estranhei meu comportamento por ter achado o cara pintosão. Sentamos e ele se apresentou e já foi todo pimposo pedindo pra eu pedir cerveja pra ele que ele ia ao banheir.
Eu achei ousado mas pedi duas cervejas. Quando ele voltou, já mandou na lata que ele queria cerveja de homem e que era pra eu pedir o graçon pra trocar.
Pensei em já dar um esporro nele pra cortar qualquer tentativa de me tratar como ele trata seus visdos, mas poderia afugentá-lo. Pedi pra trocar a sua cerveja e ele mandou eu pedir algo pra gente comer.
Ele pegou o cardápio e pediu o que tinha de mais caro. Eu fui deixando e assim que eu tivesse uma chance iriia paritr para a cobrança quanto ao seu comportamento dele para com Tavinho.
Eu perguntei pra ele se ele lembrava do Tavinho.Ele falou, claro que sim, comidinha antiga dele mas que ele não via a meses.
Eu me apresentei como amigo de Tavinho. Então ele falou logo, olha, se você veio recomendado por um dos meu escravinhos, eu já vou falando que não faço nada roteirizado, pois cada escravonho que eu tenho eu trato de acordo com a minha vontade.
Eu ia falar que não era gay e explicar o que eu estava falando ali, mas ele já foi falando logo. Olha, eu não gosto de frescuragem, quando eu marco encontros com alguma biba igual você quero que tenham comportamento adequado.
Eu deixo bem claro que não aceito meus escravinhos com aparência masculina e você chega aqui com barba por fazer, sem trejeitos femininos. Eu deixo claro que homem aqui sou eu e vocês tem que ser afeminados.
Mas vou fazer o seguinte, eu estou a três dias sem meter num cú e vou abrir excessão pra voc^só porque foi recomendado pelo Tavinho.
Nã! Nã, Não é, é, é nananada disso! Ele j´foi mandando, não é nada disso o caralho. É assim que vai ser e eu não quero mais ficar aqui. Pague a conta e eu fico esperando no meu carro ali na frente do bar. è um Toyota preto e nem adianta ficar de olho no carro, pois é só alugado, já vou avisando que não adianta olhar placa e tentar me localizar por ele que não vai conseguir.
Quando tiver que me procurar é só através do meu blog mesmo. Mas eu faço questão de ficar com seu contato de email e telefone celular que eu procuro você se quiser. Vai agora e paga logo essa conta e venha pro carro.
Paguei a conta e pensei em sair dali correndo que o cara era completamente louco e super ignorante. Quando estava sainda e indo em direção ao meu carro, ao abrir a porta fui pego pelo braço e quando olhei era Guto, com uma cara de poucos amigos.
Ele me perguntou se eu era burro ou surdo? Falei Toyata preto, porque você veio pra cá. Pela força que ele pegou meu braço, vi que o cara era brabo mesmo.
Pedi desculpas mas só vim pegar umas coisa no carro, pois ia ter que deixá-lo ali. Ele falou: Ah! tá. Tudo bem. Já terminou? Falei que sim e ele mandou eu ir pro carro dele.
Ele dirigiu sem falar nada e não ser uma pergunta seca de como estava Tavinho. Eu respond apenas que tava bem. Não quis arriscar desagradar ele pois eu poderia apanhar feio ali mesmo.
Fui levado em silência até ele fazer a segunda pergunta: Onde eu queria ser comido por ele. Eu gelei e já ia falando que não era gay, mas seu olhar me impressionou e a imposição da sua voz me fez refletir sobre qual resposta seria mais prudente dar.
Então eu gaguejando falei que ele podia ficar a vontade pra decidir. Eu queria pelo menos ganhar tempo. Guto então falou que na primeira era tradicional ele comer o cú na casa do escravinho.
Eu moro sozinho e achei melhor deixar ele me levar até minha casa e lá na segurança da minha casa eu poderia telefonar pra polícia ou pedir a segurança do condomínio pra intervir.
Chegando no condomínio, o porteiro pediu identificação, mas eu intervi e liberei a entrada. Chegamos na minha casa e ele entrou na garagem e saiu do carro.
Mandou eu sair do carro e pediu a chave de casa. Eu lhe entreguei e ele abriu a casa e foi entrando. Mandou eu acender a luz e perguntou se eu tinha bebidas em casa e eu lhe respondi que sim.
Então ele mandou eu preparar um Uísque comgelo pra ele se eu tivesse. Eu tinha então eu fui e preparei.
Quando voltei ele estava no sofá sem camisa e com os pés ainda calçados em cima da mesa de centro.
Entreguei seu Uísque e ele mandou eu tirar seus sapatos. Achei aquilo o cúmulo da folga, mas ele era firme e eu não sei se por medo o obedeci.
Tirei seus sapatos e o deixe de meias. Ele me olhou e mandou eu me aproximar. Eu me aproximei e levei um tremendo tapa na cara. Cheguei a cair no chão da sala.
Eu ameacei a levantar, mas ainda tonto cambalei e continuei sentado para me recuperar.
Quando fui perguntar porque ele tinha feito aquilo ele já foi falando. Vem aqui e tira as meias do seu macho, sua bicha.
Eu não acreditava que estava passando por aquilo. Mas com medo acabei indo e tirei suas meias.
Ele falou, muito bem, agora sim. Tira as minhas calças e depois vá até o banheiro tome um banho e leve está caixa pra lá e me espere que já chego lá.
Eu peguei a maletinha com alça que ele trazia consigo e que até aquele momento não sabia o que era.
Tomei meu banho e pensei em telefonar para a segurança mas meu celular tinha ficado dentro da calça e quando esava pegando, Guto entrou no banheiro, já pelado, com o pau mole mas que dava trê do meu em tamanho e largura.
Um pau preto, grosso, com veias salientes, sem nenhum petelhos, completamente depilado. Não queria saber de ver aquele pão duro. Seu corpo era realmente bonito e pra falar a verdade ele era diferente mesmo.
Eu estava tremendo e quando ele mandou eu pegar uma bacia ou balde eu me assustei. Ele mandou eu pegar, mas eu tinha uma dentro do movel do banheiro.
Entreguei pra ele. Ele me pegou pela cintura e me colocou sentado em cima do marmore da pia. Abriu uma gaveta e apoiou a bacia em cima dela. Me puxou pra frente até minha bunda fica acima da bacia.
Mandou eu apoiar as duas pernas no marmore. Eu demorei e ele gritou comigo. Eu com medo obedeci.
Nesta posição meu cú ficou a mostra pra ele e eu morri de vergonha. Ele abriu a maleta e pegou algumas coisas, entre elas uma bombinha com um bico de plática e uma bola na outra ponta. Parecia um conta-gotas.
Dentro tinha uma bisnaga de pomada e uma recipiente pequeno. Ele encheu com água morna e ele apertou a bola de borracha da ponta do contas-gotas e colocou a outra ponta dentro da água e eu ví a agua sendo absorvida pra dentro da bomba.
Eu estava assustado e pensei em gritar, mas ele era bem mal encarado e metia medo. Eu preferi ficar em silência e aguardar. Ele pegou a bisnaga de pomada, abriu e apertou. Pegou um pouco epassou na ponta do conta-gotas.
Mais um pouco e veio na minha direçãoe levou direto até minha bunda e lambrecou todo o meu cú com aquela pomada. Enquanto ele espalhava a pomada foi inevitável eu me retrair todo e querer fechar as permas, fora que eu dei uma gemidinha pois a senseção foi bem gostoso me deixando arrepiado.
Ele em seguida veio com a ponta de plastico do conta-gotas e enfiou direto pelo meu cú a dentro. Eu só tive tempo de emitir um Aiiiiiii!
Com a pont bem no fundo senti na hora que ele apertou a bola de borracha e o líquido foi parar bem dentro do meu cú. Foi uma sensação estranha aquele liquido morno entrando dentro do cú. Uma pressão e ele manteve o conta-gotas bem no fundo, mansou eu apertar a barriga algumas vezes e depois tirou o conta-gotas e eu comecei a botar aquela água pra fora e vi que ela estava com fezes junto.
Ele repetiu isso algumas vezes, eu pensei que cara louco, onde eu vim me meter. Pensava em pedir pra ele parar com aquilo, mas teve uma hora que água saiu limpinha e ele parou.
Pegou a toalha, me enxugou por baixo aproveitando minha posição em cima da pia e depois me pegou pela cintura e me botou no chão.
Na hora que eu estava me ajeitando, sinto aquele tapão na bunda e a ordem: Vai pra sala e pega a sacola cinza no sofá e use seu quarto pra se trocar e me espere lá.
Eu ia perguntar o que tinha dentro da sacola mas quando eu ia abrir a boca eu já estava levando outro tapa daqueles no rosto. Dessa vez eu banti na porta do banheiro e escorreguei pela porta indo parar sentado no chão.
Meu ouvido estava quente e ouvia um zumbido nele. Levantei e em silêncio obedeci a ele e peguei a sacola na sala e fui pro meu quarto.
Eu estava meio desorientado com o que estava passando comigo e eu só pensei em obedecer a Guto pra não sofrer mais nenhuma agressão.
Eu abrir a sacole e jogou o que tinha no interior em cima da cama. Pra minha surpresa tinha um conjuntinho de langerie preto e lilás com calcinha fio dental, meia espartilho e uma camisolinha preto de rendinha lilás. Tinha um papel com instruções.
Eu vi que não tinha jeito, o cara era louco, mas tinha que ganhar tempo para pensar em algo. Então me vesti o mais rápido que pude mas não deu tempo de chamá-lo.
Ele entrou no quarto e quando me viu falou: Muito bem, agora sim, meu escravinho está limpinho e todo preparado pra ganhar pau nesse cú.
Olhei para seu pau e ele já estava diferente, pois não estava mais caído junto a sua coxa, mas sim com uma postura mais erétil e muito mais que da última vez que o vi no banheiro.
Eu não acreditava nas proporções daquilo e com certeza ficaria ainda maior.
Ele veio pra cima de mim e me botou sentado na cama, mandando eu punhetar seu pau e botá-lo de pé. Eu não sabia o que fazer e ele esfregava aquilo no meu rosto, passando a cabeça do pau bem na minha boca.
Eu virava o rosto e fazia cara de nojo e ele me deu outro tapa norosto e me fez cair na cama deitado.
Sentei de novo e dessa vez já fui pegando nele e iniciando um leve punheta. O pau começou a parte final de sua transformação e eu o vi assumir uma curvatura que deixava sua cabeça apontando pro teto.
A grossura daquele pau era impressionante e vi que a lavagem que ele tinha feito no meu intestino tinha a ver com a dimenssão do pau dele que eu em breve estaria recebendo dentro do meu cú virgem.
Eu pensei que por mais que fosse humilhante ter o pau de outro homem dentro da minha boca, eu precisava me manter chupando o máximo de tempo o pau dele para retardar sua investida contra meu cú.
Eu então chupei, mas chupeipra valer de tudo que foi jeito. O pau dele chegava a brilhar d etão limpo que ficou devido as vezes que eu percorri sua longa extensão hora com minha língua. hora com meu lábios. hora lambendo, hora sugando.
Até ele se impressionou com minha dedicação ao seu pau. Me elogiou dizendo que nunca nenhum escrevinho tinha tratado o pau dele daquela forma.
Ele mandou eu ficar de quatro e puxou a cacinha de lado e logo senti ele enfiar sua lingua no meu cú. Não sei o que estava acontecendo, mas eu me retorci todo ao sentir aquela lingua no cú. Queria fugir de todo jeito, pois era impossível relaxar com a senação d lingua dele no meu cú.
Que loucura, só me restou me jogar pra frente e cair de barriga na cama. Mas ele se irritou com minha fuga e me desferiu meia dúzia de tapas em ambas as bandas da minha bunda. Foi um espancamento que eu sofri.
Ele mandou eu voltar a posição e não repetir aquilo. Eu com a bunda pegando fogo, me reposicionoei e me esforcei pra não repetir aquilo.
Ele me formou pela cintura e eu voltei a ter o cú linguado por ele. Se ele não estivesse me segurando eu levaria outra surra, pois eu sentindo a sensação que sua lingua me provocará, já ia desabar novamente, só não fazendo pois tinha a cintura segura por Guto.
Guto era um mestre com sua lingua furiosa. Aquilo acariciava a superfície do meu cú me arrancando gemidos trêmulos e gemidos sofrido, além de me forçar a retorcer porções do lencol e ter que me atracar com um dos meus travesseiros e mordê-lo pra não gritar de tanto tesão no cú.
Que habilidade que Guto tinha. Não dava tempo de respirar entre as sessões de linguada que recebia. A ponta de sua lingua quase entrava dentro do meu cú e seu chupões causavam contrações no meu esfincter que permanecia com batimentos como se fosse um coração batendo.
Eu gemia, grunhia e as vezes gritava sufocado pelo travesseiro que eu mordia.
Quando ele parou e ajeitou o fio dental cravando na minha bunda, eu lamentei e continuei ali rebolando e querendo mais de sua habilidosa lingua.
Em desespero total me virei e tentei abocanhar sua pica de novo pra chupar tamanho era meu tesão.
Meu cú não parava mais de piscar como se pedisse atenção. Ele deixou eu abocanhar seu pau e comigo na posição de quatro em cima da cama, ele alcanção meu fio dental com uma das mão e a puxou pro lado novamente expondo meu cú.
Com a outra mão elelevou ao meu cú todo ensalivado pelo sua chupada e enfiou um dos dedos e começou a bricar dentro dele.
Depois de um tempo, já comigo emitindo sons abafados pelo pau dele dentro da minha boca, ele aumentou pra dois e depois três dedos dentro do meu cú.
Eu já rebolava nos dedos dele e chupava seu pau feito uma puta. Do seu pau já saía um liquido viscoso que se misturava a minha baba e eu sorvia e engolia tudo com prazer.
Seu cheiro e gosto estavam na minha boca e seus dedos semantinhas dentro de mim me levando a loucura.
Eu estava entregue a ele em tão pouco tempo. Eu já estava preparado pra ser partido ao meio por aquelo pau bruto que ele tinha entre suas pernas.
Ele tirava o pau da minha boca e iniciava uma sessão de xingamentos deploráveis e tapa na minha cara e eu aos poucos não me sentia mais humilhado, até gostava daquela forma como ele me tratava.
A cada tapa tapa, eu cú iniciava uma sessão de contrações fortes e descontroladas como se pedisse para Guto o penetrar.
Mas a sessão de tapas, xingamentos e dedadas dentro cú se prolongavam. Atéque num certo momento eu chorando implorar para Guto me dar pica. Ele não ligava pro meu pedido e continuava a me bater sem parar e eu pedia cada vez mais submisso ao seu poder de macho daquela relação, para ele me foder o cú.
Eu queria que ele me arrombasse, devorasse meu cú e fizesse de tudo comigo. Depois de muito tempo implorando por pica e me pega e ajeita na beirada da cama, sai e pega a pomada lubrificante que tinha ficado no banheiro, espalha no seu pau e depois no meu cú.
Esta espalhada sobre meu cú me transforma numa putinha sem vergonha e eu o chamo de meu senhor e peço pau dentro do cú sem pena.
Ele encosta a cabeça do pau na entrada do meu cú e me fixa pela cintura e empurra. A cabela enorme do pau dele estoura as pregas do meu cú de forma brutal e eu dou um berro e sinta aquele homem negro imenso empurrando seu pau pra dentro do meu cú de forma impiedosa.
Meu choro e minha tentativa de impedir o movimento que seu quadril faz para me penetrar, nada significam pra ele. Ele não sente empatia por mim e desconsidera totalmente me choro desesperado pela dor e humilhação que sua penetração em meu cú.
Meu gesto para tentar impedí-lo também é ignorado, pela desproporção entre nossas força física e atitude mental. Ele representando o cúmulo da vontade masculina, ativa que impõe-se sobre mim, que em oposição a ele, representa a total passividade, que demonstra toda a fragilidade que me leva a aceitação do papel de fêmea desta relação sexual.
Aos gritos vou recebendo porções generosas de seu pau dentro de mim. Não suportando tantosofrimento, vou tentando fugir da penetração da forma que dá. Vou com auxilio das minhas pernas, me arastando ao longo da cama em direçãoa cabeceira, mas ele habilidosamente acompanha meus movimentos e sem perder nehum centímetro da penetração alcançada ele para comigo na cabeceira da cama, de node não tenho mais pra onde fugir.
Ele então me reposiciona e preso pela cintura ele me impou mais alguns centímetros de pica dentro do cú. Eu me movimento de um lado pro outro na tentativa inútil de ter algum alívio na dor que sinto, mas ele me observa calmamente e se mantém enfiando aquela mangueira negra dentro de mim.
Ele não tem dó alguma e sem piedade ele continua a enfiar o pau e ao mesmo tempo esbofetear minha cara. Os seus tapas jogas meu rosto para um lado e para o outro e a minha face arde tanto que não consigo me concentrar totalmente na dor provocada pelo castigo em meu cú.
Eu olho pra ele e o vejo altivo, com seu corpanzil avantajado se jogando contra meu corpo para me continuar introduzindo seu pau e vejo como ele parece belo. Começo a admirá-lo como homem e meus pensamentos começam a me trair e me provocar tesão mesmo com todo desconforto provocado por seu par dentro do meu cú a surra que eu estou levando a algum tempo.
Ele não altera sua postura e continua com sua penetração insana para fazer meu cú engolir todo seu pau antes de começar a verdadeiramente me forder.
Eu choro, soluço, tremos, gemo, solto grunidos e as vezs berro, mas meu corpo treme de tesão quando ele me desfere algum tapa no rosto e minha vontade e de suplicar por mais pica dentro do cú.
Mas ele me dá, centímetro a centímentro mesmo sem eu pedir e recebo o prêmio por ser tão passivo diante daquele homem. Eu sinto a ssuas bolas encostarem na minha bunda e nessa hora eu me abracei a ele e iniciei uma série de beijos em seu peitoral forte e suado.
Eu estava castigado, mas mesmo assim eu também me sentia enamorado por ele. Meu fio dental preto e lilás, estava roçando no pau dele e quando ele começou e fazer os primeiro movimentos de foda, ele o incomodou.
Ele rapidamentoe tirou o pau de dentro de mim e eu senti um vazio. Ele rapidamente, puxou a calcinha pelas minhas pernas e eu aproveitei e tirei a coamisolinha pois já queria sentir sua pelo suada contra a minha sem nenhuma barreira.
Ele mandou eu ficar de quatro e eu o obedeci sem demora. Ele me firmou pela cintrua e eu arrepiei tod sentido suas mãos ásperas na minha cintura. Ele lambrecou mais um pouco de pomada lubrificante e mandou pica pra dentro de uma só vez.
Senti orgulho por receber toda aquela pica de quatro e de uma só vez. Seu saco explodiu contra miha bunda e eu joguei meu quadril pra frente devido a dor que senti, mas ele logo corrigiu isso e me puxou contra seu pau.
Eu usei uma das mãos quando ele chegou ao fundo e ele não gostou. Me xingou e falou que eu ia me arrepender dessse atrevimento. Ele afundou minha cabeça no colchão e arrebitou meu cú. Senti sua pica duríssima sendo tirada até a cabeça quase sair e depois ele empurrou tudo.
Eu soltei um berro e pedi desculpas pra ele, mas a essa altura eu o tinha irritado demais e ele me arregaçou o cú nesta posição. Foi muito violenta a curra que eu levei. Mesmo aos gritos e com as lágrimas rolas e meus pedidos incessantes de desculpa, Guto arrombou meu cú por quase meia hora, fora os xingamentos humilhantes e os tapas na bundas que me deixariam com as marcas dos seus dedos até o dia seguinte e um roxo durante quase um mês.
Ele falou que nunca tinha fodido um cú tão gostoso, mas que por causa da minha rebeldia, ele não ia gozar dentro do meu cú. Ao ouvir isso eu não sei o que me deu, mas parecia uma punição e logo eu pedi a ele que não fizesse aquilo e gozasse dentro do meu cú.
Como ele tinha conseguido me fazer dizer aquilo assim tão facilmente. O que ele tinha feito comigo em tão pouco tempo. Só então entendi o desespero de Tavinho pelo sumiço de Guto.
El eprovoca isso nos seus escravos devido a sua técnica de dominação. Ele se impões de uma forma que quem é comido por ele não consegue mais viver sem isso.
Eu queria que ele gozasse em mim mais do que tudo na vida e estava disposto a me humilhar do jeito que fosse pra conseguir sentir seu gozo dentro de mim.
Ele tirou o pau do meu cú e eu levantei desesperado e fique na sua frente em cima da cama. Ele estava em pé no chão em frente a cama e aquele pau estava apontando pro teto e eu implorava pra ele meter e gozar em mim.
Ele estava firme e mantinha-se dizendo que não. Eu me atraquei no seu pescoço e me abaixei até meu cú encostar na cabeça do pau dele. Ele me empurrou e eu cai na cama. Mas eu precisava daquilo e me levantei e resolvi lutar pra conseguir tê-lo dentro de mim mais um pouco.
Eu voltei e ele esbofeteuou meu rosto e me chamava de puta. Meu cú estava piscando alucinado e eu me agarrei ao seu pescoço de novo e me abaxei até a cabeça do pau encostar no meu cú.
Ele dessa vez deixou e eu percebi que meu cú dava piscada s na cabeça do pau dele. Ele gostou de sentir isso. E eu aproveitei e fiquei ali provocando ele. Fiz meu cú agasalhar a cabeça e fiquei mordiscando ele com meu cú. Ele foi ficando maluco.
De repente ele desencaixou o pau do meu cú, me virou de costas e me puxou de volta. Entendi e fui descendo até que cú encostou na cabeça e eu forcei, engolinda ela de uma vez. Ele me tirou da cama me pegando no ar e eu deslizei pelo seu pau até as bolas encostarem na minha bunda.
Estava suspenso no ar, no colo de Guto, espetado no seu pau que começou a pulsar dentro de mim. Eu começou a me foder naquela posição e eu era jogado pro ar e solto e terminava espetado no pau dele.
A sensação de importência nas mão daquele homem, me provocou tanto tesão que eu comecei a sentir uma sensação gostoso vindo de baixo, mas era no meu cú. Engraçado foi ver meu pau babando e escorrendo um gozo longo, só que eu estav na verdade gozando pelo cú.
Eu me joguei pra trás e senti a barba dele roçar meu pescço, o que aumentou meu tesão e aí eu gozei mesmo, com jatos de porra indo longe e bater no chão do quarto. Ele vendo que tinha conseguido me fazer gozar pela meu cú, começou a gozar dentro do meu cú.
Seu urro foi assustador e eu senti a pica dura pulsando enquanto soltava cargas de porra quente dentro de min. Ele depois de despejar toda sua porra dentro do meu cú, me desencaixou do seu pau e me levou ao chão.
Quando o pau saiu, a porra jorrou do meu cú e foi escorrendo por minha pernas e fez uma poça no chão. Nem sabia que um homem podia esporrar tanto num único gozo.
Finalmente entendi o desespero de Tavinho, diante da incerteza de poder ter sexo com aquele homem que estava dentro do meu quarto. Eu imediatamente passei a sentir este mesmo tipo de desespero e já pensava como faria para voltar a fazer sexo com ele novamente.
Impressionante como comedores iguais a Guto conseguem tranformar completamente a gente. Apesar de Tavinho ser muito meu amigo, mas eu preciso garantir que eu poça ter Guto novamente dentro de mim mais e mais vezes e Tavinho passou a ser um concorrente direto.
Eu estou nesta dúvida, mantenho a minha lealdade ao meu amigo Tavinho ou luto com unhas e dentes pelo homem que me escravizou na cama? Fico muito mal pelo meu amigo, mas me sinto completo com Guto dentro de mim.



