Morava em uma fazenda onde residiam vários rapazes solteiros e com idades variáveis. Entre eles havia o Agenor, ele tinha mais ou menos 25 anos, era bem branquinho, de origem italiana e de quem eu gostava muito e confiava. Nas tardes após as chuvas costumávamos sair caçar codornas e nhambus pelas palhadas da fazenda e nos cafezais. Ele passava na porta de minha casa e me chamava e eu adorava andar com ele. Ele costumava parar e tirar o pau pra fora para mijar e fazia isso de frente pra mim e sorrindo. Eu comecei a sentir uma curiosidade real por aquele pinto, muito bonito. Já quando isso acontecia eu olhava fixamente para o pau dele e adorava quando ele chacoalhava para guardar. Numa tarde, estávamos no meio do cafezal, totalmente sós e ele parou, tirou o pau pra fora e ficou olhando pra mim, só que dessa vez o pau estava duro e imenso. Então aconteceu…..Ele me falou_- Chega aqui perto, eu timidamente me aproximei, então ele disse….Quer por a mão? Eu tremendo e sentindo uma coisa muito maluca por dentro, coloquei devagarinho a minha pequena mão naquele belo cacete e gostei do que senti. Ele então me falou…aperta a mão e pegando em minha mão começou a movimentar pra frente e pra trás. Minha mão não abarcava nem a metade do pau e eu fiquei ali totalmente embevecido, mexendo naquele pau, que depois eu descobri que era bem grande e bem grosso, pois naquela hora eu não sabia comparar. Foi então que ele pegou minha outra mão e me fez segurar com as duas e movimentar rápido e aí tive a maior surpresa, pois ele começou a falar meu nome e jatos e mais jatos de porra grossa começaram a sair daquele mastro branco. Fiquei admirado e surpreso ao ver aqueles jatos. Então ele pegando um lenço no bolso, limpou bem a cabeça do cacete que continuava duro e me pegando pela nuca, me puxou para o cacete e me disse…..põe a boca nele. Eu fiquei meio assustado, mas como eu como eu confiava nele, abri a boca e ele enfiou o pau dentro. Não coube nem um terço e ele segurando minha cabeça começou a movimentar pra dentro e pra fora e dizer…chupa Joãozinho, chupa Joãozinho, eu gosto muito de você., chupa forte, chupa. Segurei na base do cacete e caprichei no que ele estava mandando. Aprendi a chupar bem rápido e enquanto ele acariciava minha cabeça eu me esmerava em agradá-lo. De repente ele segurou com mais força minha cabeça, deu um gemido alto , se retesou e encheu minha pequena boca de porra, muita porra. Ele dizia ofegante…engole, engole, não joga fora, engole e eu obediente, mesmo achando esquisito, engoli tudo. Então ele limpou meu rosto com o lenço e colando sua boca na minha ,me beijou e me acariciou por muito tempo. Então ele tirou toda a roupa, fez eu tirar a minha e forrou o chão e me fez deitar e se deitou ao meu lado e seu pau já estava duríssimo outra vez. Ele me pegou por trás, colocou o pau quente no meio de minhas nádegas e ficou esfregando, gemendo e me dizendo coisas como…eu te amo, você é lindo, quero fazer isso sempre com você, nunca conte isso pra ninguém, fica só entre nós dois. Foi então que ele disse….fica de quatro e com a bunda bem para cima, e eu fiquei como ele mandou. Ele começou a esfregar o pau em meu cuzinho virgem e fui lambuzando com cuspe e com o liquido do pau. Ele me dizia, eu vou fazer uma coisa que vai doer, você não pode gritar. Molhou bem o dedo e enfiou dentro de mim o que doeu bastante. Eu fiquei firme, pois gostava dele e confiava,. Ficou fazendo o dedo entrar e sair em mim, tirava fora, cuspia no meu cu e enfiava outra vez. Fez isso muitas vezes com o dedo médio que era grosso e calejado do trabalho na roça. Então ele disse- fica firme que eu vou meter o pinto no seu cu,vai doer, não chore que logo passa…e fez..Pôs o cacete na entrada de meu cuzinho e foi empurrando me rasgando e eu chorando e querendo fugir, mas não teve jeito, ele meteu pelo menos a metade do pau em mim, então parou e ficou me consolando enquanto ru chorava de dor. Depois de algum tempo ele tirou tudo e ficou brincando com o pau em minhas pernas, então cuspiu bem forte no pau e meteu de novo e dessa vez bem mais fundo. Dei um grito, chorei e ele me segurou firme com o pau atolado em mim e começou a entrar e sair a principio devagar e depois bem forte. Eu me sentia rachado ao meio com aquela pica grande e grossa metida no rabo, mas fui me acalmando e a dor foi passando e ele me acariciando as costas, a cabeça, a bunda e de repente deu um empurrão violento e encheu meu rabinho de porra. Senti que escorria sangue e porra pelas minhas pernas e eu percebi que havia sido totalmente descabaçado. Durante uma semana eu mal podia tomar banho, sentar e fazer minhas necessidades. Passando uns quinze dias ele me chama outra vez para ir caçar e eu alegremente fui, pois desta vez eu já sabia o que ia acontecer e aconteceu. Bati punheta pra ele, chupei o pau dele bastante e ele meteu o cacetão bem devagar e com carinho e eu fiquei viciado naquilo e não via a hora de ele me chamar para caçar e agora eu era parte da caça. Moramos por mais sete anos na mesma fazenda e ele me comeu quantas vezes quis e eu passei a adorar um pau.

