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Fui corno e só soube depois. E gostei

Eu confesso que já morei em 13 cidades de 4 estados. Funcionário público, vivo sendo transferido. Morei numa cidade pequena, só com um banco, um hospital, 2 médicos. Eu e minha mulher tínhamos 31 anos. Ela era a mulher mais bonita e gostosa da cidade. Morena linda, seios durinhos, cinturinha, bunda empinada, coxas grossas, bem feitas e sem manchas, celulite ou estrias. Um tesão de mulher. Eu sou perdidamente apaixonado por ela. E sou correspondido, tenho certeza. Nessa, cidade conhecemos um rapaz de 25 anos, que ficou muito amigo nosso. Ficou doido por minha mulher e o que é melhor: Ela ficou maluca por ele. Foi uma paixão arrebatadora. Ele ia em nossa casa todos os dias. Todos os fins de semana saíamos para o clube, bebíamos juntos e curtíamos bastante. Ele foi ganhando liberdade em nossa casa, ficando íntimo e eu gostando. Minha esposa ficava à vontade na presença dele. Sentava com a calcinha aparecendo e ele olhava bastante, não se importando que ela (e eu também) percebesse que ele tava de pau duro. E nós conversávamos de tudo. Piadas sujas, perguntas indiscretas, palavrão, tudo rolava no papo. Eu adorava quando ele falava na frente dela que fazia tempo que não comia uma buceta. Às vezes ela olhava pra pica dele dura e dizia – Tu só vive com esse cacete duro? Vai bater uma punheta, rapaz! Ele entrava no quarto e olhava ela dormindo, com a bunda toda de fora. Ela ia trocar a roupa e ele entrava no quarto pra ver. Eu ainda não sabia, mas ele já estava comendo ela. Uma noite, no clube, ele dançava com ela encoxando, o pau duro esfregando nas coxas dela e os rapazes olhando, sorrindo para os outros e comentando. Aí eu falei pra eles: Vamos pra vocês se agarrarem em casa. Em casa botei música e ela foi no quarto, tirou a saia e veio só de blusa e calcinha dançar com ele. Além das pernas dentro das dela, a mão dele pegava na bunda, nos peitos e beijou ela na boca. Eles agiam como se eu não estivesse presente e minha rola rasgando a cueca de tão dura. Cheio de tesão vendo minha mulher nos amassos. Quando ele levou ela pra o sofá e deitou ela, botou o pau pra fora e tirou a calcinha dela, eu já estava quase gozando. Montou nela e mandou-lhe pica. Eu olhando por tras, de lado, de frente, pra não perder nada. Vendo a vara dele entrando até os ovos na bucetinha dela. Foi umas duas horas de trepada. Ele botou a pomba na boca dela, esfregava a rola no rosto dela, ela esfregava a xoxota na cara dele. Botou ela de quatro e comeu o cu dela. Eu aguardando pra comer ela depois. Depois de umas três gozadas dela no pau dele, eu montei e meti-lhe a rola na frente dele, enquanto ela segurava a pica dele. Nessa noite, me contaram que já fazia tempo que eles trepavam. É claro que eu já imaginava, pois ele não era de ferro pra aguentar tudo aquilo e não meter-lhe a vara. Foram uns seis meses amantes e sabem o que mais? Na cidade sabiam e eu adorava que eles soubessem que eu dividia a minha mulher. Havia um rapaz meio bobo, que tinhas problemas mas não era louco. Uma noite dormiu lá em casa e no dia seguinte falou pras irmãs e irmãos dele: Ontem eu vi o César comendo o priquito de Veruska. Ele meteu a pica no cu dela. Os irmãos e as irmãs dele sorriram e disseram – Deixa de conversa feia, Roberto! Mas ele insistia – Eu vi ele comendo ela, empurrando a pica nela! Que tempo bom! Ainda hoje quando trepamos eu relembro as cenas que vivíamos. E quando alguém me chama de corno eu fico logo de pau duro, de tesão. Quando a Veruska quer foder basta lembrar e dizer – Quando eu fodia com o César… Aí eu parto pra cima dela já de pica dura e meto-lhe a vara. Quem nunca foi corno não sabe como é bom.

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Escrito por Anônimo

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