Eu confesso que,
Meu nome é Rose e moro numa cidade do interio, a casa da minha mãe é nos fundos de um grande quintal na frente têm vários pés de jabuticaba, a casa é pequena e sou bastante simples. Tive minha vida transformada depois dum terrível acidente que me deixou por dois anos em estado vegetativo, perdi todos os movimentos do meu corpo. eu tinha 18 anos, trabalhava e estudava vinha na minha bizinha sossegada quando um carro surgiu na minha frente.
fiquei dois anos numa cama e minha mãe arrumou um homem para cuidar de mim visto que ela tava quase se aposentando do emprego dela e não podia largar, o sujeito aceitou por um valor bem abaixo da média e ficava comigo toda a parte da manhã.
O terror começou logo no primeiro dia que ele ficou comigo, sempre fui considerada bonita, morena magra e cabelo comprido, acho que ele não se segurou e começaram os estupros incessantes.
Eu tinha consciência de tudo que se passava comigo mas não andava e nem falava, no primeiro dia ele tirou minha roupa toda e me levou de cadeira de rodas pro banheiro e ligou o chuveiro no frio, fiquei congelada e ele ria como louco ficava me olhando e massageava o seu pênis na minha frente, tava insuportável e ele se divertia muito.
No segundo dia fui despida e colocada na cama ele me bulinava apertava mus seios urrando de tesão pegou minha mão e fechou no pinto dele forçando uma punheta, depois de um tempo ele enfiou a cabeça de cogumelo na minha boca segurando meus cabelos e num vai e vem ele me forçou a fazer um boquete até gozar na minha boca, encheu minha boca de porra e me forçou a engolir tudo.
Me lembro ainda do terceiro dia quando minha mãe saiu ele veio até meu quarto, eu estava deitada de costas quando eu o vi entrei em pânico não parava de tremer suava muito e tive um ataque tipo epilético, quando voltei em sí ele tava esfregando meu corpo, bulinando e apalpando os seios, abriu minhas pernas e pecebeu um corrimento na boceta, ele ficou louco de tesão caiu de boca lambendo tudo me virou de bruços e meteu a lingua no meu fiofó metade da lingua dele deve e ter entrado no meu cú. Estava em pânico queria sair correndo mas não podia fazer nada o enfermeiro era muito tarado esfregava o pinto no meu rosto e nos dentes minha boceta tava melada e isso dava mais tesão nele, ele saiu por uns instante e voltou com umas amarras e me amarrou na cama com os braços e pernas abertos e foi se deliciar com a vagina chupando o clitóris, quando terminou subiu por cima e começou a me fuder, ele dizia que o dia seria longo e tinha que aproveita cada instante que estava comigo, o sádico olhava nos meus olhos e falava que sabia que eu estava consciente. Quando ele terminou eu estava exaurida e com febre e tremia muito.
Certo dia meu primo chegou de surpresa e foi em direção ao quarto o enfermeiro tinha me colocado de bruços e estava me passando óleo no meu corpo, ele parou na porta e ficou olhando.
_E ai jovem veio ver a priminha, senta ai to massageando ela, faz parte do tratamento.
_Cara vc têm sorte de cuidar da minha prima, ver ela assim vc não sente nada?
_Jovem, tô sempre de pau duro, quer massager ela um pouco, vem cá.
_Cara gosto dos pés dela, que solas macias, não tem perigo de alguem ficar sabendo.
_Só se vc falar, ela não têm nem consciência de nada kkkkk
Meu primo ficou massageando meus pés tirou a rola pra fora e foi esfregar nas minhas solas, ele urrava de tesão até que encheu meu pé de porra, e o tarado ficou na cadeira ao lado da cama batendo punheta se levantou e gozou no meu rosto.
Meu primo passou a frequentar a casa e a estuprar meu cú todos os dias, ele me colocou na mesa da varanda e suspendeu minhas pernas e foi enfiando até as bolas, sentia o cacete dele entrar e sair rasgando tudo me pegava a seco, a dor era terrível no final metia rápido machucando bastante me cú, tirava o cacete cheio de sangue, acho que isso dava tesão nele, me ver sofrendo. Na mesma mesa o enfermeiro e meu primo me pegaram enquanto um ia no cú o outro enfiava na boca metando frenéticamente, o enfermeiro segurava minha cabeça com as mãos e enfiava até a garganta me faltava ar, o cú enlarguecido pela rola gigante do meu primo já tava machucado de vários dias, tava muito ferido a dor era cruel. O pau dele saiu melado de bosta mas isso não o desanimou continuou a meter sem dó, quando ele gozou no meu cú e o enfermeiro na minha boca não resisti e desmaiei.
Depois de dois anos comecei a me recupear e o enfermeiro pediu as contas, meu primo sumiu e hoje estou recuperada, não contei nada a ninguém e finjo não saber.
Meu primo acha que não me lembro de nada e eu evito ele ao máximo sinto muita vergonha de tudo.

